Wednesday, September 23, 2009

Aprender a Voar!

“A maior parte das gaivotas não se querem incomodar a aprender mais que os rudimentos do voo, como ir da costa à comida e voltar. Para a maior parte das gaivotas, o que importa não é saber voar, mas comer. Para esta gaivota, no entanto, o importante não era comer mas voar. Mais que tudo, Fernão Capelo Gaivota adorava voar.”

Fernão Capelo Gaivota de Richard Bach


"Curso

AO ENCONTRO DA ENERGIA MATRIZ

Esmeralda Rios e Vitorino de Sousa
www.velatropa.com/uc



Cada vez mais fundo!


A transcrição do que foi transmitido oralmente recebeu algumas alterações, com o intuito de facilitar a leitura, o seu entendimento e assimilação.


Lisboa, 6 de Setembro de 2009, no final do trabalho de fim-de-semana:

Sintonização de Vitorino de Sousa:

Sem querer tornar muito teatral este momento, gostaria que reconhecessem que é a primeira vez que eu comunico, por esta via, com a Humanidade. O objectivo deste contacto é deixar um padrão, tal como fizeram os vossos descobridores no século XV, marcando um momento no tempo interdimensional e, também, dar-me a conhecer vibracionalmente. Os corações espirituais de alguns dos presentes sentirão a diferença: talvez através de uma pressão no peito, de uma aceleração cardíaca, de uma breve indisposição, de uma sensação de flutuação… Cada um sentirá da sua forma.

Esta comunicação estava prevista, mas foi preciso esperar que este canal estivesse em condições de suportar a minha vibração.
Eu sou a vertente masculina de Anura, «Anura/Pai», se quiserem; simultaneamente sou, como a Esmeralda já me chamou, o «Rei dos Gnomos». Esse Reino Coadjuvante, porém, não vive sob um regime monárquico! Diria que eu sou a raiz, a base, ou como quiserem chamar, de todo esse enormíssimo exército de colaboradores. Eu sou, portanto, o ponto de partida da força telúrica, aquele que emite o «espermatozóide» da criação terrena, que proporciona a fecundação das matrizes e de tudo o mais que a minha complementaridade, Anura - conhecida como «Mãe Terra» - pode produzir e pôr em prática. A minha função é, portanto, de sustentação. Mas sustento tanto os parâmetros necessários à Criação, como coordeno o trabalho dos Gnomos - aqueles que, ao longo de estes dois dias, têm estado aqui trabalhar na vossa reconstituição.
A partir de agora têm de contar comigo, pois a vossa amada Mãe Terra é a mim que vem buscar sustentação. Ou pensavam que ela trabalhava no vácuo? Quer isto dizer que o nosso trabalho vai ser intensificado. É como se o meu surgimento significasse um aumento da intensidade no ritmo evolutivo. Em consequência dessa intensificação, passaremos a ir cada vez mais fundo na remoção das toxinas vibracionais, o que significa que, num caso ou noutro, o desconforto associado à «limpeza» poderá ser sentido mais intensamente. No que toca aos presentes, alguns não sentirão diferença nenhuma, pois, dentro de dois ou três dias, depois de terem voltado às rotinas habituais, serão aliviados da pressão vibracional que, agora, ocorre nas vossas respectivas «bolhas». Em consequência, a memória do que se está a passar neste momento arrefecerá e a intensidade esvair-se-á. Em breve, não se lembrarão do que se passou. Se acaso se lembrarem, a coisa parecerá uma curiosidade. E dirão aos amigos: «Olha, outro dia o Anura/Pai canalizou!».

Talvez os vossos egos fiquem ainda mais dilatados por terem sido os primeiros a assistir à minha «estreia». Mas, em função do trabalho que estamos a fazer - e vamos continuar a fazer -, pode ser se desvaneça rapidamente a vaidade de se considerarem privilegiados. Alguns, talvez venham até a desejar não terem estado aqui: se tivessem ficado em casa, não seriam submetidos ao efeito terapêutico do nosso trabalho. Mas são assim as coisas e o processo está cheio de surpresas!

Não pretendo que passem a invocar-me; pretendo apenas que, como já foi sobejamente dito, se disponibilizem para o nosso trabalho. Não precisam de invocar a energia dos Gnomos para ficarem privados das toxinas vibracionais. Nós trabalhamos mesmo sem invocações, pois o que conta para nós é a vossa disponibilidade. E sempre foi assim, porque as invocações, de uma forma geral, correspondem àquela situação, bem conhecida, de só se lembrarem de Santa Bárbara quando faz trovões! Ora, eu não sou a Santa Bárbara das primeiras dimensões! A minha raiz está na primeira dimensão e eu sou o ponto de partida para tudo o que diz respeito a este planeta.

Já ouviram, muitas vezes, Lúcifer chamar-vos «filhos» e «filhas»; noutro contexto, todos vocês são igualmente meus filhos e filhas. Espiritualmente falando, já conheciam o «Pai do céu»; agora ficaram a conhecer o «Pai da Terra»!
Está a chegar a altura em que, para fazermos o nosso trabalho, nós não precisamos da vossa autorização: a «entrega» que fizeram, ou, simplesmente, os desejos, mais ou menos explícitos, de evoluírem espiritualmente, funcionam como um salvo-conduto para fazermos o que temos de fazer. Julgam, por acaso, que os vossos desejos e pedidos ficam sem resposta? Julgam que, lá porque os fizeram olhando para cima, nós não ouvíamos «aqui em baixo»?
Por conseguinte, para além de terem ficado a saber que, daqui em diante, têm de contar comigo, também ficaram a conhecer quem está na origem do processo. E, com isto, a «Mãe» vai ficar muito mais firme. Não alterará o amor e a dedicação que sempre manifestou por vocês, mas a envolvência vibracional vai passar a ser diferente. Se quiserem, a «Mãe» vai passar a ser implacável. Não se trata de ameaças; trata-se de, finalmente, irmos ver quem tem unhas para tocar a guitarra que há muito tempo anda a dizer que quer tocar!
Compreensão, amor e aceitação, mas não mais complacência com as falsas intenções e as mentiras! Este passo evolutivo há muito que já devia ter sido concluído. Não foi porque a maior parte da Humanidade, apesar das ajudas de que sempre dispôs, não tem feito o que estava ao seu alcance.
Chegou a hora de ficarem a saber o que significa ter acabado o tempo de brincar às espiritualidades.

Este discurso nada tem a ver com factores cósmicos relacionados com certas datas. Não tem nada de premonitório, acerca do que vai acontecer cosmicamente no dia X do ano Y. Este discurso é muito mais básico e essencial, porque é no centro do alvo que o trabalho tem de ser feito, independentemente do que possa vir a acontecer nesta ou naquela data. Todos os colaboradores da Terra e de fora dela, não têm uma varinha mágica; trabalham em função da vossa disponibilidade e da vossa entrega! Todavia, quem anseia pela chegada de determinadas datas, certamente descura o trabalho que tem de fazer consigo mesmo; se estivesse focado nele - que é o que se mostra realmente prioritário -, decerto daria urgência aos passos da sua própria depuração, em vez de se entreter a divulgar o que gera graves expectativas acerca do tempo futuro. Dir-me-ão que todos têm a liberdade de divulgar o que entendem que devem divulgar. Sem dúvida. Mas, preferir o supérfluo e o transitório, tem consequências. Muitas mensagens são divulgadas com a maior das boas vontades, mas sem que o emissor tenha a menor consciência do efeito negativo que provocam, o qual, naturalmente, é sempre contrário àquele que se pretende atingir.

Com a minha entrada em cena, alguns vão ficar a saber o que é a simbiose firmeza/doçura! Pensaram, por acaso, que a «Mãe» era mole? Pareceu-lhes que ela se tem limitado a trautear canções de embalar, enquanto mostra um olhar suplicante para o «Pai» - que parece estar a dormir -, pedindo pelos seus filhos?
A veemência que parece transparecer destas palavras, não é por eu ter estado calado tanto tempo e por, agora, querer aproveitar a oportunidade para desabafar. Oportunidades não faltarão, para dizer o que tenho a dizer. Esta veemência é apenas para vos comunicar uma mudança de estratégia. Alguns acharão desagradável, mas o trabalho que tem de ser feito - e vai ser feito -, não se compadece com reacções de carácter emocional, ou com opiniões acerca do que é dito e da forma como é dito. Não confundam um ser amoroso, com um ser flácido! ... Muito obrigado.


Porto, 20 de Setembro de 2009, no final do trabalho de fim-de-semana:

Sintonização de Vitorino de Sousa:

O que é que se pode dizer mais? Julgam que tudo o que ouviram ao longo destes dois dias, para além do que foi lido, é da autoria destes dois, que aqui estiveram a passar informação e a orientar os trabalhos? Por isso vos pergunto: o que é que se pode dizer mais?
O facto de, na minha primeira comunicação, eu ter dito que a «Mãe» ia passar a ser implacável, parece que gerou alguma apreensão. Requer-se, portanto, um esclarecimento:
O que significa dizer que a «Mãe» vai passar a ser implacável? Acaso significa que vocês vão ser alvo de algum castigo? O simples facto de levantarem essa possibilidade mostra, claramente, quanto estão longe de compreender o que é o Espírito. Dizer que a «Mãe» vai passar a ser implacável, significa que vai diminuir a margem de tolerância para continuarem a agir «fora da lei», julgando-se donos da impunidade, agindo a seu belo prazer. Mas não pensem que a diminuição desta «margem de tolerância» corresponde a uma diminuição do que nós sempre nutrimos e demonstrámos pela Humanidade; se, durante muito tempo, pareceu que estávamos ausentes e distraídos para atender às vossas súplicas, foi porque a generalidade dos seres humanos se encontrava totalmente despreparada para reconhecer a nossa ajuda. Nunca deixámos, porém, de enviar quem vos entregou preciosos ensinamentos, dos quais poderiam ter tirado melhor proveito. Todavia, como quem não reconhece uma dádiva não pode beneficiar dela, acabou por vos parecer que «Deus» estava a olhar para outro lado. Não é verdade. A prova é que, ainda hoje, são poucos os que já reúnem as condições que lhes permite reconhecerem e aceitarem a nossa ajuda. Em conjunto, já demos um passo; outros daremos no futuro. Estes, que nos reconhecem, aceitam e integram a nossa ajuda, são os que abriram primeiro os olhos. E seria uma banalidade dizer que, quem tem os olhos fechados, não vê nada: não vê quem os prejudica e manipula, assim como não vê quem os ajuda e lhes fornece tudo o que precisam para o seu despertar. Nós, porém, limitámo-nos a aguardar.

Eu sou Anura/Pai e, simultaneamente, o coordenador do Reino Coadjuvante dos Gnomos. Eu sou o «Pai» da polaridade complementar do céu, ou seja o «Pai» da Terra. Não há, todavia, dois «Pais»; há linhas convergentes a trabalhar em funções distintas. Não é pelo facto de ancorarmos no centro da Terra, que estamos divorciados do Cosmos; é, apenas, a natureza da nossa função. E também não é por pertencermos a uma dimensão numericamente inferior àquela onde vocês se expressam, que somos inferiores. Antes pelo contrário.
Anura/Mãe e Anura/Pai, do centro da Terra, expressam-se num cone que abre para cima; Yasmin e Lúcifer, no ponto superior, manifestam-se num cone que abre para baixo.


E, na junção dos dois círculos, projectados por esses pontos, estão vocês.


É no cento dessa circunferência que vocês se encontram. E através de vós passa o eixo que cruza o vértices desses cones. É por isso que se diz, e é verdade, que vocês estão no «olho do furacão»[1].


Não têm alternativa. Não têm para onde fugir, nem através do desencarne: se a vossa vibração for baixa, assim que desencarnam ficam «presos» na zona sombria da 4ª dimensão. Portanto, não têm escapatória, não têm por onde se esgueirar para as dimensões mais altas, às quais acham que têm direito. Têm direito, mas é só quando estiverem devidamente preparados. Vamos agora repetir o que já foi dito inúmeras vezes: a escolha é vossa.

Preparem-se porque o ritmo aumentar. A aproximação ao centro do torvelinho implica o aumento da velocidade de rotação. Poderão perguntar: «Como se evita a tontura e o enjoo desse movimento circular, cada vez mais acelerado?» Evita-se mantendo o olhar fixo num ponto, embora, neste caso, não seja um ponto, mas um conceito: a vossa metamorfose! Uma miríade de métodos está já ao vosso dispor, para facilitar esse processo. Todavia, ao contrário do que possam pensar, o problema não é qual desses métodos vão utilizar para se auto-transformarem; a questão é saber se tomarão a decisão de se transformarem. Também isto não é novidade. Mas, porque isto ainda não ancorou no coração espiritual de muitos, está a ser dito mais uma vez.
Poderás perguntar: «Meu Deus, o que posso eu fazer mais? Tenho feito o que está ao meu alcance!» Bom… Acaso, tens complexos de culpa por julgares que não tens feito o suficiente? Se tens, livra-te deles rapidamente! Mas que sabes tu acerca do que tens feito e do que é «suficiente»? Achas, por acaso, que o teu desenvolvimento espiritual se mede pela quantidade de centros que frequentas, pelos livros que tens lido, ou pelo curso que já fizeste? Tudo isso tem o seu valor, mas está longe de ser o fundamental. O teu desenvolvimento espiritual faz-se disponibilizando-te para que nós, e outros, possamos actuar, e cumprindo com a tua parte, que logo ficarás a saber qual é.
Percebes agora, porque temos insistido tanto na disponibilidade? Assim, para a pergunta: «Meu Deus, que mais eu posso fazer?» a resposta é: «Disponibiliza-te um pouco mais!» Tens-te disponibilizado até onde te é possível, mas já sabes que a fasquia não está perra; pode subir um pouco mais. E na disponibilidade para aceitares a nossa colaboração e intervenção nos teus sistemas, que tens de concentrar os teus esforços. E, em função do novo patamar para onde te alçares, logo terás a intuição dos métodos necessários ao cumprimento das necessidades desse patamar de desenvolvimento. E outro se seguirá… e outro se seguirá… e muitos outros se seguirão. Isto, porém, não é da tua conta, nem te deve preocupar.
Já te esqueceste o que diz o mapa turístico da cidade? «Você está aqui.» Tu estás no centro do círculo vermelho… cujo diâmetro é cada vez mais estreito, aliás! Quer isto dizer que a margem de «tempo de futuro» de que dispões, para saberes o que vai acontecer, é cada vez mais curta. Chegará um dia em que será só de duas horas; depois será de alguns minutos, até chegar aquele «momento sublime» em que só saberás jo próprio momento. Ou seja, acabou-se o «jogo da antecipação». Esse é o momento a que tens que chegar, porque ele define a natureza da génese da criação pura: a total ausência de intervalo temporal entre a decisão de criar algo, de criá-la e de beneficiar dela. É a decisão de fazer algo e de fazê-lo imediatamente com a convicção de que não erras.

Sim, a «Mãe» vai tornar-se implacável… e eu vou ser intransigente! Não pensem que se trata de uma decisão de vos pôr na ordem, como se faria a alunos mal-educados, a cábulas delinquentes, etc. Não. Não se trata disso; trata-se de pedir o que vocês estão em condições de dar, mas não estão habituados a que vos peçam. Vocês não estão habituados a que nós vos peçamos seja o que for; estão habituados, sim, a pedir-nos. Nós, porém, há muito tempo que vos andamos a pedir algo. Mas, como disse há pouco, não são só os olhos que têm estado fechados; os ouvidos também. Portanto, se era escusado dar-vos um tipo de ajuda, que vocês não estavam minimamente em condições de reconhecer e, portanto, de beneficiar, era igualmente escusado pedir-vos fosse o que fosse, porque vocês não ouviriam. Ora, quem não ouve nem vê, faz apenas o que lhe apetece. E, em 99% dos casos, o que fizerem não era o que precisavam. É por isso que a Humanidade tem tido tanta dificuldade em progredir.
Isto não é uma acusação, é a constatação de um facto. Mas, agora que olhos e ouvidos começaram a abrir-se, nós não descansaremos enquanto todos não virem e não ouvirem perfeitamente. Assim, vamos convidá-los para esta dança de uma forma que não poderão recusar. Já vos disse que vocês não têm fuga possível. Como este canal costuma dizer, estão num beco sem saída. Um beco sem saída, porém, tem uma possibilidade de saída que, normalmente, não é considerada: é a saída por cima! Um beco sem saída só não tem saída no plano horizontal. Um beco nunca está tapado pelo lado de cima; se estivesse, não era um beco, era um túnel. Ora, vocês já sabem perfeitamente o que é que significa «sair por cima»!

Julgam que esta intensificação do trabalho deriva de a «Mãe» ir passar a ser implacável? Não. Deriva de a vossa limpeza estar a ocorrer em camadas cada vez mais profundas. Os desafios de crescimento e de amadurecimento que vão enfrentar, decorrentes da remoção do lodo do fundo do poço, vai forçar-vos, inevitavelmente, a uma mudança de postura: vão ter de decidir se querem acompanhar a evolução da Terra e de todo o sistema periférico, ou se não querem. Ou ficam no planeta, ou, mais cedo ou mais cedo vão ter que partir.
Reparem que esta forma de colocar a questão não é um ultimato, já que continuam a dispor de livre arbítrio. O que tem de acabar é que muitos usem o seu livre arbítrio negativamente, para boicotarem o trabalho e a dignidade daqueles que passam a vida aos remos da Nau da Evolução. Quem decidir partir e quem decidir ficar será apoiado com o mesmo empenho. A natureza do apoio, porém, será conforme o tipo de decisão que cada um tomou. Por outras palavras, quem decidir ficar terá um apoio diferente de quem decidir partir. E, contra isto não há argumentos. É neste sentido que se fala de intransigência. Deixou de haver espaço para «jogos de cintura». Agora, finalmente, vão ter que deixar para trás, definitivamente, a ingenuidade, a imaturidade, o auto-engano e a auto-indulgência.

Como disse no início desta comunicação, o espaço para complacência «divina» está a diminuir. Ou seja, agora é a sério. E o facto de vocês concordarem ou discordarem destas palavras e do que elas significam, não tem a mínima importância. Este processo não depende da vossa aquiescência ou recusa. A vossa opinião e reacção emocional, gerada pelos desafios de crescimento que já estão a viver ou irão viver futuramente, não contam para a velocidade que o processo tem a capacidade de ganhar. Pela primeira vez, vocês vão reconhecer que são responsáveis pela vossa vida e pela qualidade dela, a todos os níveis. Vão começar a perceber, claramente, as consequências de escolherem/decidirem sem considerarem a vossa própria intuição. Não escondemos que, para alguns, a aprendizagem vai ser dura; para outros não tanto. Mas o que interessa aqui não é a moleza ou dureza da aprendizagem – é a decisão de fazer essa aprendizagem e de se manter nela. Não se esqueçam que nós não avaliamos a situação do ponto de vista do vosso corpo emocional. Quererá isto dizer que não temos respeito, amor e compaixão por vocês? Claro não. Temos tudo isso, e muito mais, de uma forma que vocês nem imaginam. A nossa compaixão, amor, paciência, compreensão, etc., não se comparam com a vossa definição desses conceitos. Não confundam «amor» com «impunidade», ou «compaixão» com «permissividade».
Até aqui foi dada alguma margem de manobra, mas já vos disse que ela vai diminuir. Não pensem, porém, que vão ficar espalmados entre duas folhas de papel, como qualquer mosca desventurada. Por enquanto, ainda têm 20 cm entre elas. Mas as folhas estão a aproximar-se. Se não treinarem a arte do voo, não conseguirão sair da «zona de confinamento». Isto não é uma ameaça; é o que têm de saber. Todos têm de passar a experimentar - conscientemente -, os resultados das decisões que vão tomando. Todos, agora ou depois, vão acabar por perceber o que eu quis dizer com: «Agora é a sério.»

Muito obrigado pela vossa atenção.






Os nossos agradecimentos a Beatriz Valentim pelo seu trabalho de transcrição.




Este texto está disponível para ser divulgado sem restrições.
Muito obrigado pela colaboração.
[1] Um agradecimento ao nosso amigo Carlos Mendes, que, tendo assistido a esta canalização, nos enviou, dias depois, estas imagens."

Monday, September 14, 2009

Poema: O Echo

"Tão tarde. Adão não vem? Aonde iria Adão?
Talvez que fosse à caça; quer fazer surprezas com alguma côrça branca lá da floresta.
Era p'lo entardecer, e Eva já sentia cuidados por tantas demoras.
Foi chamar ao cimo dos rochedos, e uma voz de mulher tambem chamou Adão.

Teve mêdo: Mas julgando fantazia chamou de nôvo: Adão? E uma voz de mulher tambem, tambem chamou Adão.
Foi-se triste para a tenda.
Adão já tinha vindo e trouxera as settas todas, e a cáça era nenhuma!
E elle a saudá-la ameaçou-lhe um beijo e ella fugiu-lhe.
- Outra que não Ella chamára tambem por Elle. "

Almada Negreiros, in 'Frisos - Revista Orpheu nº1'

Tuesday, September 08, 2009

Curso “Ao Encontro da Energia Matriz Fase II” Módulo 2

Código do Equilíbrio

- Muito bonita esta imagem, mas eu não sei desenhar. Infelizmente. És um Elfo, mas nunca falaste comigo, pois não?

- Vais chamar-me Trinitão. … Não faças essa cara! … Para ti eu sou Trinitão, aquele que explora a potencialidade da «Luz» na vossa constituição e no agregado das memórias. Como querias que os Elfos limpassem e equilibrassem o planeta e os vossos corpos se não acedessem a essas realidade e se não soubessem trabalhar com as matrizes da Luz?

- Muito bem. Não vamos perder mais tempo com os nomes.

Trinitão: Hoje vou dar-te mais um código.


1) O ser humano é uma criatura interdimensional. Para se sentir em equilíbrio precisa de estar em harmonia com todos os planos do seu ser, expressando a sua essência de Luz/Amor, a qual absorveu a Compaixão/Sabedoria do Universo On.

O primeiro ponto deste código exige a seguinte co-criação:

Que eu seja preparado/a para expressar a minha essência em todas as realidades dimensionais


2) Para o corpo físico convergem as informações da realidade extrafísica, que devem ser assimiladas pois são essenciais para a harmonia do ser. Os receptores dessa informação são três centros energéticos extrafísicos, localizados acima do chacra coronal.


3) Estes três centros energéticos superiores, intimamente relacionados com o corpo emocional e mental, estão a ser lentamente integrados no funcionamento global do corpo físico, à medida que a vibração do indivíduo vai aumentando.

Trinitão: Isto implica uma situação de dualidade extrema: enquanto uns mal conseguem suportar a mudança vibracional do planeta, pelo efeito provoca nas suas células e pela depuração que essa situação obriga; outros estão a elevar-se cada vez mais, usufruindo de uma enorme ampliação da consciência, de um considerável aumento de percepção intuitiva, visão, etc. Isto obriga toda gente a mudar definitivamente a sua forma de pensar e de agir. Vejamos sucintamente a função de cada um desses centros energéticos:

O oitavo chacra pode variar bastante de cor, mas vai desde o prateado intenso até ao branco resplandecente. À medida que for sendo activado, permite o acesso à dimensão dos Reinos Coadjuvantes, à mediunidade e à informação estelar pessoal. É aqui, portanto, que se encontra o «véu». Quando a consciência humana perdeu o acesso a estas funções, todos perderam a percepção de quem eram. Por conseguinte, é através deste chacra que qualquer um encontrará o sentido da sua verdadeira grandeza.

O nono chacra pode variar bastante de cor, mas vai desde o violeta forte até aos tons mais intensos do vermelho dourado. Relaciona-se com a dimensão crística da existência, que é a expressão do «Filho» no ser humano; doutra forma como poderia a Humanidade manter o potencial de expressar a intensidade criativa da Fonte? Tinha que haver acesso à energia do «Filho». E ela mantém-se, embora neutralizada, porque foi aqui que a energia dissonante se introduziu e começou a plasmar negatividade. E a Unidade perdeu-se. Por isso, actualmente, ninguém beneficia desta dimensão crística da existência. Jesus tinha acesso consciente às funções deste centro energético, daí derivando a sua capacidade de aceitação incondicional.

O décimo chacra também varia a sua cor, que tanto pode ser dourada, como negra brilhante, dependendo da intensidade com expressa a energia da Fonte. Representa a Unidade, ou seja o fim da dualidade. Quando a Humanidade integrar este chacra a Unidade será refeita. Este chacra dá acesso directo à energia da Fonte, ao poder criador por excelência à disposição de todos. É «Deus» a expressar-se no âmbito humano. Uma co-criação feita através deste centro passa a ser criação imediata, pura. Em alguns momentos das diferentes épocas históricas, após a «Queda», alguns indivíduos conseguiram integrar vibracionalmente as funções deste chacra, donde resultou um imenso poder criador. Como se vê, nada no universo é definido e limitado. Tudo é livre.

As cores destes três os centros energéticos superiores podem variar de pessoa para pessoa, pois dependem muito da história cósmica e da missão no planeta que cada um guarda nas suas células. Seja como for, uma coisa é certa: só podem beneficiar do acesso a estes patamares vibracionais superiores, quando se decidirem a ser estiverem preparados para vibrarem nestas frequências… o que implica a tal depuração de que tanto temos falado.


4) Estes centros de assimilação da informação superior só se abrem, quando o indivíduo está vibracionalmente receptivo. Cada um deles tem a sua função e está preparado para captar um tipo de instrução e vibração específica.

A difusão dessas vibrações é efeito, como sabem, pelos Devas, que impregnam o éter planetário com os padrões renovadores através do som e da geometria sagrada que se plasmam nas glândulas. Depois, as hormonas produzidas guardam a vibração desse som inaudível, que é ímpeto de despertar e vontade de transformação, e «larga-a» no sangue, que a leva às células. É assim que o corpo físico entra em contacto com as vibrações superiores.


5) O processo de autotransformação do indivíduo começa, quando as células integram essa informação codificada e, de imediato, a enviam para o sistema nervoso central.

Este processo é como um despertar para as células, uma espécie de «acender a Luz», uma vez que se desencadeia o processo de remoção da «película» obscura com que foram revestidas. Assim, quando a informação chega às células, acende-se a Luz e o corpo intensifica a sua vibração. Este é o processo que está a ocorrer cada vez com maior frequência. Se pudessem ouvir as vossas células ouviriam o som da mudança subatómica. Todos têm que reconhecer que a hora da mudança chegou. Todavia, cada indivíduo tem que se abrir para a ajuda do seu Grupo de Apoio Interdimensional – quer tenha ou não consciência de quem são, donde vêm, etc. -, porque, sozinho, não consegue recuperar a consciência de cada um dos seus átomos e porque é incapaz de contactar com as microconsciências que animam as suas células. Quer isto quer dizer que o arquétipo original da Humanidade está a ser reposto. Lentamente, mas está!


6) Na Natureza, tudo está a ser vibracionalmente acelerado. A Energia Matriz, emanada por Anura, já começou a depurar as células de todas as formas de vida e a eliminar os padrões que discordam dessa matriz original.

Anura nunca perde o contacto com os resultados da sua criação. As células nunca deixaram de estar ligadas à vibração da «Mãe»; ao reconhecerem os sinais codificados na Energia Matriz, começam a libertar-se de tudo o que não condiz com esse padrão vibracional. Qual a explicação para tanta libertação de memórias? Se as células libertam o que as tem limitado, necessitam que esteja presente o que as vai religar à sua matriz original; é aí que entra o trabalho dos Devas. Em termos científicos, isto quer dizer que a depuração provoca alterações bioquímicas nas células e que é necessário repor o equilíbrio. Assim, o funcionamento dos sistemas que compõem um ser humano vai melhorar de qualidade e, nalguns casos, alterar-se radicalmente. «Integridade» representa saúde, equilíbrio e o acesso aos atributos com que a Humanidade foi criada. Daí a necessidade de libertar o «lixo» de muitas eras.


7) O corpo emocional e o corpo mental interagem intimamente com a condição das células do corpo físico. Consoante a natureza dessa interacção, o indivíduo dispõe da capacidade de aceder aos registos da sua história planetária.

A não ser assim, como poderiam os sensitivos ter acesso às memórias das pessoas? Certos pontos do corpo físico guardam o conhecimento e o registo dos estados físicos, mentais e emocionais relacionados com certas vivências. Portanto, muito do que as pessoas pensam e sentem provém desse registo celular. É natural, portanto, que a limpeza incida sobre esses registos, de forma a libertar o indivíduo de tudo o que o condiciona. Todavia, ele tem que tomar consciência da lição de aprendizagem que eles representam. Normalmente resume-se tudo a aceitação, perdão, integração e libertação: 1) aceita-se a situação; 2) perdoa-se a si mesmo e a quem esteve envolvido; 3) integra-se a energia como algo resolvido (como uma «memória fria», como diz o Vitorino); e 4) liberta-se a situação, até nada ficar registado na célula.

Lembrem-se que as células dispõem de um meio aquoso, o tecido intersticial, onde se plasmam as memórias, que estão firmemente conectadas com o corpo emocional e com os centros nervosos. Estes, em estado de tensão, estimulam as glândulas para que o equilíbrio possa ser reposto. Assim, sempre que alguém se encontra perante situações de baixa vibração, agentes condicionadores do estado mental e emocional reconhecem que esse «sinal» é análogo a certas memórias de arquivo, e disparam os automatismos correspondentes. È por isso que ninguém é verdadeiramente livre; toda a gente passa a vida a viver condicionada pelas memórias do que fizeram no passado. A pessoa vê-se, então, confrontada com uma dupla limitação: para além da memória que a levava a defender-se de determinada situação, os mecanismos de controlo passavam às células uma vibração correspondente, que a leva a agir erradamente e a sentir-se mal. Assim era a forma como funcionavam os mecanismos de manipulação de antigo Universo Sombra.
Até há bem pouco tempo, era muito difícil sair deste carrossel; agora, porém, já sabem como podem sair dele.

Os emissores celulares, onde estão plasmadas as memórias, são os micro-chacras, pontos nevrálgicos por onde passam as principais linhas energéticas que formam os chacras principais. E como cada um destes chacras principais rege um conjunto de órgãos, muitas vezes essas memórias traumáticas estão acopladas a eles e podem ser detectadas através da prospecção sensitiva. Esta é a história do medo, impresso nas células humanas.
A maioria das memórias encontram-se nas costas, uma vez que esta zona do corpo corresponde ao que é emitido pelos chacras, enquanto a zona dianteira do corpo corresponde ao que é recebido. Assim, para perceber se alguém está a ser influenciado por uma energia negativa, há que prospectar a parte anterior do corpo. Mas é na parte posterior que se podem identificar os seus efeitos.


8) O ser humano é livre de decidir a sua postura no mundo, aceitando ou recusando a autotransformação. Esta decisão, baseada no grau de consciência, é que define se concretizará ou não o potencial que a alma trouxe para expressar na Terra.

Estamos a assistir ao ser humano perante o dilema supremo: por um lado, toda a manifestação da matéria, incluindo a do seu próprio corpo, impele-o para uma ampliação da consciência; por outro, a personalidade diz que tudo isto não passa de impressões ou de teorias mal fundamentadas. Mas qualquer um é livre de escolher quando quer libertar-se das cicatrizes existenciais das anteriores existências. Cada ser humano tem a sua história, e a aprendizagem ainda mal começou. Muitos «acenderão» a consciência porque o corpo disse ter chegado a hora de abandonar o sofrimento provocado pela resistência à mudança. Alguns, porém, sofrem porque reagem emocional e mentalmente contra a mudança, negando continuamente a sua Luz. A escrita amorosa nas células implica a iluminação delas, o que implica acender a Luz. Por outras palavras, o indivíduo tem de se reconhecer como Filho da Luz, isto é Filho de Lúcifer. Aquele que vocês têm como Lúcifer existe apenas na sexta dimensão, enquanto expressão da consciência da Fonte/Pai a trabalhar para o planeta. Lúcifer, porém, é Luz, tanto na sexta dimensão como a sua origem que «reside» no ponto neutro que antecede a Criação. Logo, é correcto dizer que Lúcifer é o criador deste universo, pois o que é impronunciável não tem nome humano; Lúcifer é o nome que o expressa melhor. Por isso ele vos disse que era a «Luz da Luz»[1].

Para que o ser humano esteja em equilíbrio, agora e daqui para a frente, ele tem que escolher em função da sua essência e preparar-se para expressar a sua Luz. Em breve, quem não se decidir pela matriz original, não poderá continuar no planeta devido ao grande sofrimento em que entrará. Para que se equilibrar, cada um tem que escolher libertar-se da sua falsa consciência, tem que aceitar espelhar a Luz/Amor e Compaixão/Sabedoria, e rumar para o verdadeiro conhecimento, expressando a sua essência superior. Não haverá equilíbrio sem essa disponibilidade. Nenhum harmonizador, terapeuta, médico, curador, ou seja quem for, pode esquecer este facto em relação aos membros da sua família, aos amigos, aos pacientes ou a quem quer que seja. Todos têm potencial de mudança e dispõem das condições e da ajuda necessária. Nenhuma decisão de qualquer ser humano será julgada, mas apenas aceite: Depois, todo o universo agirá em conformidade. Nunca se esqueçam disto.

- E as pessoas que desconhecem esta informação e não têm acesso a cursos, etc.?

Trinitão: Acontece-lhes o mesmo que te aconteceu a ti. Diz-me: quantos cursos frequentaste antes de começares a «acordar»?

- Nenhum.

Trinitão: Quantas iniciações fizeste?

- Nenhuma.

Trinitão: Quantas vezes duvidaste?

- Sempre.

Trinitão: Quantas vezes quiseste voltar para trás, para um «lugar seguro»?

- Muitas.

Trinitão: O que foi preciso para te decidires a mudar?

- A queda total das ilusões e o desespero mais profundo.

Trinitão: Quantas vezes desejaste que tudo fosse diferente e que o caminho não fosse o que acabou por se revelar?

- Sempre, até não ter alternativa.

Trinitão: O que te fez avançar nesta direcção?

- O Amor que senti no coração quando li o livro Yasmin – A Deusa Mãe[2] e, depois, quando ela começou a contactar comigo. Essa sensação foi a única coisa que, naquela altura, fez realmente sentido e integrou a minha vida noutra dimensão. Depois, foi a vez do vosso trabalho com os sonhos, a ajuda inestimável de duas amigas e o reencontro com o Vitorino.

Trinitão: O que deixaste para trás e que crias ser intocável?

- Tudo, inclusive a minha filha.

Trinitão: Então, estás em condições de perceber que não há impossíveis para o Espírito, desde que o ser humano aceite a mudança. Tu tinhas tudo contra e, no entanto, mudaste. Os sonhos serviram para te desligar das ilusões e preparar-te para um novo caminho, a todos os níveis; as ajudas que te deram foram a resposta do Espírito às tuas perguntas; o Vitorino foi a confirmação de que estavas pronta para mudar - a cereja no topo do bolo, quando tudo estava pronto. Poderias ter recusado, mas escolheste bem. Assim será com toda a gente: uns irão queixar-se de não sonharem, outros de não disporem de ajudas. Contudo, ninguém está sozinho e todos dispõem da ajuda que precisam. Aceitá-la, porém, é da responsabilidade de cada ser humano.


9) Qualquer ser humano, sem excepção, é um elo da cadeia que proporciona o equilíbrio total do planeta. Resta saber se, equilibrando-se a si próprio, cumpre essa função.

Este é, talvez, o ponto mais polémico deste código. Arrisca interpretações subjectivas, porque implica a disponibilidade total para a mudança pessoal, juntamente com a da Terra. Ninguém disporá de equilíbrio se não aceitar fazer parte da mudança planetária e a ela doar, directa ou indirectamente, a sua energia. Isso significa que todos acabarão por ter consciência da sua vibração e de como ela influencia o planeta. Poderão perguntar: «Como será possível trazer o equilíbrio ao planeta, quando a Humanidade inteira parece desatinar?» É possível construir esse equilíbrio juntando as doações individuais, até se atingir uma condição que toque toda a Humanidade. Será possível desde que cada um aceite que o equilíbrio global depende do seu equilíbrio individual, e desde que se comprometa seriamente com a sua essência e a sua função na Terra. A maioria daqueles que supostamente despertaram (desculpa a ironia) vivem a olhar para as estrelas, investigam a sua origem extradimensional e, num desespero de incompreensão misturado com um ego sedento de reconhecimento, suspiram pela sua grandiosa dimensão estelar e pela vida em algum ponto da galáxia. Mas, acaso já se perguntaram o que estão a fazer aqui, encarnados no planeta? Para que servem as origens estelares? Por que não confiam, de uma vez por todas, no que vos projectou para a Terra e decidem cumprir a vossa função? Por que não agradecem à grandiosa «Mãe» que vos sustenta, a todos os níveis, que vos forma e respeita incondicionalmente, ao ponto de se deixar ferir na sua máxima amplitude (testes nucleares e outras experiências, desconhecidas da maioria), e decidem doar a vossa energia, o vosso poder criativo e a vossa essência ao planeta? Podem ser muito receptivos ao Espírito, podem entregar-se à sua mudança interna, mas, se não reconhecem que esse trabalho contribui para a salvação do planeta, não disporão do equilíbrio necessário. O objectivo do trabalho individual não tem um âmbito privado; tem um âmbito planetário. É para ajudar a salvar o planeta que estão envolvidos no processo de autotransformação. Repito: o planeta Terra necessita da vossa Entrega Total. Todos os que se divorciarem do Plano de Resgate da Terra não poderão participar deste grande acontecimento. Logo, mais tarde ou mais cedo, por não suportarem a dessincronização vibracional, ver-se-ão forçados a abandonar o palco tridimensional planetário. Oxalá todos eles aconchegassem no coração que o planeta necessita da sua energia para recuperar o equilíbrio da matriz original. Considerando o velho hábito das lamentações, é caso para dizer: depois não se queixem!


10) O corpo mental – devido ao que absorveu da família, da cultura, da instrução, etc. - padece da doença mortal do engano. É a Grande Ilusão. Crenças e preferências, mesmo as essenciais, são ilusões que cegam o indivíduo para a imensa realidade extradimensional de que faz parte e a que, por enquanto, não tem acesso.

Tudo o que foi aceite como verdades profundas ficou estruturado na memória, condicionando a consciência, principalmente o inconsciente que está ligado ao instinto, no qual participa o sistema intestinal. Os intestinos funcionam como um segundo cérebro, gerando reacções independentes do sistema cerebral central.
Porque que vos parece que tanta gente enfrenta dificuldades no seu funcionamento? Por que é que, por exemplo, se manifestam diarreias quando ocorrem «limpezas» mais profundas? É porque o acervo mental/emocional de outras vidas serve de travão inconsciente à assimilação dos novos padrões, disseminados pelos «búzios» dos Devas. O medo bloqueia essa assimilação e, simultaneamente, desencadeia o sintoma. Não é por acaso que o sistema intestinal está ligado ao chacra raiz, cujos tópicos principais são a encarnação (ligação à «Mãe»), a sobrevivência, e o dinheiro, a habitação e o trabalho como meios provedores de segurança. Como a vivência desses vectores de vida tem sido muitíssimo difícil, o corpo, para poder evoluir, aprendeu a reagir perante o perigo e a insegurança. Mas nem sempre foi assim. No «Éden» era diferente.

É desta forma que muito do que foi assimilado, ao longo das existências, concorda ou discorda do que é experimentado na vida actual. A maior parte desse material, profundamente enraizado no corpo emocional, foi arquivado durante vidas marcadas ou pelo sofrimento ou por estados idealizados de felicidade. Não admira que, agora, em face da mudança em curso, despolete reacções inconscientes violentas. «Verdades» e «certezas» poderão ser muito reconfortantes e altamente eficazes na propiciação de sensações de segurança, mas chegou a hora de serem postas de lado. Não deveria ser difícil abandonar todas essas «verdades» e «certezas» porque, durante imensas existências, a maior parte delas foi cimentada sobre ilusões alimentadas ou pela ingenuidade ou pelo fanatismo. Para alcançar o equilíbrio pessoal, que concorrerá para o equilíbrio global, o ser humano tem que se predispor a renunciar a todas elas, sejam conscientes ou inconscientes. Perguntarão: «Como é que eu me liberto do que não sei que guardo em arquivo?» Bom, é para isso que serve a co-criação!

Se estamos a falar deste mecanismo como factor inibidor da metamorfose, também temos que o referir como preventor do perigo e como factor de evolução.
Ao longo do tempo, vocês evitaram sarilhos porque algo vos dizia de como não devia ser a resposta. Esse «algo» era a sabedoria, das experiências anteriores, guardada nas células. Se é certo que foi preciso muito para chegar aqui, agora chegou a hora de largar todas essas «muletas». Chegará um tempo em que até o que hoje é dito aqui terá de ser abandonado, para que, fazendo a simbiose com o pensamento unificado, se possam unir à vossa essência, que não quer saber de «ensinamentos». Não há quem levante voo sem as asas que a Terra lhe proporciona. E, não podendo levantar voo, preferirá desencarnar por já não suportar o «ar puro» que respira. Lembrem-se que são criadores e que o «arquivo» do corpo mental/emocional cria permanentemente a vossa realidade, quer disso tenham consciência ou não. Para dar um passo em direcção a esse equilíbrio, conviria que autorizassem a remoção de todas as «verdades» e «certezas» para poderem reconhecer que os seres humanos são projecções da Fonte, ao serviço da Terra, cada um expressando-se de sua maneira.

O corpo emocional e o corpo mental foram os grandes protagonistas da ilusão em que a Humanidade mergulhou desde a desestruturação do «Éden». Quando cada um integrar esta verdade na sua consciência, terá acesso às dimensões superiores e, naturalmente, expressará a Fonte na Terra. Quem compreender isto, terá compreendido a essência do Ensinamento.


11) O corpo emocional é um portal para o «inferno» e para o «céu». Foram as emoções que levaram o ser humano a descobrir o prazer de ser amado e reconhecido, mas também a contactar com a dor terrível de ser odiado e incompreendido.

Em todos os casos, porém, sempre se tratou de manifestações do Espírito. Todas estas circunstâncias geraram situações muito complexas e densas, onde se avolumavam emoções obscuras. Todos, sem excepção, agora ou depois, aceitaram perpetuar a alquimia negra, gerando o que de mais escuro um coração humano pode sentir.
Mas, já o dissemos, é hora de limpar mágoas e de soltar demónios; chegou o momento de permitem que as células do vosso corpo se libertem do que vos conduz à imperfeição. Se a perda da serenidade conduz às emoções mais rudimentares, não admira que um corpo emociona desequilibrado experimente continuamente picos de emocionalidade.

- Quer isso dizer que não há lugar à grande alegria num emocional equilibrado?

Trinitão: Num corpo emocional equilibrado tanto a alegria como a tristeza são vividas equilibradamente, pois não ocorre a privação do sentido da realidade global. O regozijo e o desgosto podem ser enormes, mas não há perda de energia porque se mantém o alinhamento com a dimensão superior. Isto, porém, não significa ausência de emoção ou emoção controlada; por ser algo superior, só pode ser experimentado num estado vibracional superior.


Código das matrizes do Feminino e do Masculino

Húmus: A história da Terra está registada na dita esfera de cristal, em cujo centro está Anura - um ser brilhante e poderoso que sustenta todas as formas de vida do planeta, em todas as dimensões e vibrações. Toda ela é brilhante. No seu seio, porém, essa Luz é por demais intensa, e representa a génese de tudo o que vai ser. Não é só a história da Humanidade que ali está guardada, mas a de todos os povos e seres que aqui habitaram e têm o potencial de vir a habitar. Nesse centro, como força motriz para a mudança do planeta, encontra-se depositada a energia das duas «Mães», ou melhor, da expressão feminina da Fonte Luz/Amor, Yasmin, e da expressão feminina da Fonte Compaixão/Sabedoria, Reginion. Anura, por ter integrado completamente essas expressões, ganhou outra dimensão, outra profundidade e o potencial de criar novas realidades. Dessa forma, todos mudámos, pois essa nova vibração estendeu-se a todas as formas de vida.

A matriz do feminino é o elemento criador da Terra, mas precisa de ser equilibrada pelo masculino, que possibilita que tudo funcione e se concretize. Achas que Anura não desfruta do equilíbrio do seu complemento masculino? Apesar de a expressão feminina de Anura ser a responsável pela criação, é a sua expressão masculina que fornece a «Luz» necessária a essa tarefa. A expressão masculina de Anura trabalha em contacto directo com os Devas, na qual imprimiram as novas matrizes da expressão masculina dos universos Luz/Amor, Compaixão/Sabedoria. (Parece-te difícil de entender? Um dia isto será explicado claramente às crianças, nas escolas, assim como lhes será ensinada a forma como devem manter a conexão com a sua realidade terrena… e extraterrena!) Essa acção dos Devas provocou uma revolução no seio na matriz masculina de Anura, e novos mistérios cósmicos foram integrados.

Não dêem outro nome a Anura, enquanto ser masculino; «Anura» é uma sigla que representa o equilíbrio masculino/feminino na criação de tudo o que ocorre no âmbito da realidade deste planeta, em todas as dimensões, sem excepção.

- Então pudemos referir-nos a Anura Pai e Anura Mãe…

Húmus: Se vos der jeito! Anura é sempre Anura, na sua expressão de «Mãe», com uma componente masculina geradora da vida. Com a possibilidade de se expressar na sua plenitude, essa componente masculina engrandeceu-se por a sua expressão feminina ter conseguido expressar-se na sua totalidade. Um dos primeiros mistérios da Terra e da Humanidade é o seguinte: quem quiser trabalhar com o poder da criação da Terra e ter acesso à informação, à transformação e à cura, terá que aceitar o poder da matriz do feminino, enquanto expressão máxima da Criação. Quem negar esse poder, negará o seu próprio poder. Todos os magos, todos os terapeutas, todos os sábios, cientistas e iluminados terão que aprender a aceitar esta força e este poder. Sem isso nada conseguirão. Sempre que os seres encarnados como homens quiseram controlar a matriz do feminino, negaram o seu próprio poder e perverteram o sistema. Assim aconteceu na Atlântida, assim aconteceu na Lemúria e assim aconteceu noutras civilizações de que falaremos em muitos textos que vocês ainda vão canalizar. É uma ironia que a matriz feminina tenha sido tão adulterada, pois todas as formas de vida são a expressão da «Mãe», estruturadas pela Luz do «Pai».
O equilíbrio é algo difícil de atingir, tanto pelos homens como pelas mulheres. Os antigos povos conheciam o poder da mulher, mas esse poder não é exclusivo das mulheres, mas da matriz do feminino. Todavia, é nos seres encarnados como mulheres que reside o potencial máximo, desde que, e vou-me repetir, os seus corações sejam puros como os das crianças, desde que tenham transcendido todas as mágoas e dores da personalidade.
Não há nada pior do que ver uma mulher magoada a usar o seu poder de uma forma «negra». A «Mãe» não se compadece das suas filhas desavindas, que renegam a sua condição de filhas da Grande Mãe.
Todos os que usarem mal o seu poder, que não se tornarem e permanecerem puros de coração - o que quer dizer sem pela mágoa, raiva, dor, ciúme, inveja, etc.; seria fastidioso enumerar todo o vosso negrume -, tornar-se-ão estranhos à energia criadora da «Mãe». Não poderão trabalhar connosco, nem serão veículos da nossa energia de cura e transformação. Mais: como não conseguirão integrar o trabalho dos Devas, alcançarão o deserto da alma e da vida. Exilados da energia da «Mãe», não poderão esperar mais do que dor, desencanto e sofrimento. Mas tudo isso se transcende num ápice: basta lavarem o coração e, como diz o Vitorino, abrirem a sua consciência. Ele sentiu na pele como tudo é uma questão de consciência, mas todos, sem excepção, o poderão fazer…

- Este discurso refere-se aos terapeutas vibracionais?

Húmus: Não. Refere-se a todos os seres humanos, principalmente aos que escolherem ser harmonizadores.
Como se faz o equilíbrio entre o feminino e o masculino? Aceitando as suas expressões, sejam elas quais forem. Vou ditar-te os princípios do Código do Equilíbrio:


Código da Matriz do Feminino e da Mulher

Código do Feminino e da Mulher:

1. A Matriz do Feminino não requer condições para a sua expressão. Esta será tanto mais autêntica quanto maior for a intensidade de amor e doação que o indivíduo expressar. A expressão do Feminino respeita e reconhece a expressão do Masculino.

2. O Feminino não espera nada; tudo acolhe e envolve, respeitando todas as expressões da Criação. Porque não julga, separa ou distingue, a aceitação, a firmeza e o amor são condições da sua expressão. Esta matriz é o principal meio de comunicação entre a alma, os Humanos e os Reinos Coadjuvantes.

3. O Feminino aceita o seu poder, que é doado pela «Mãe» e expressa-o enquanto a simbiose com a Deusa se mantiver. As suas manifestações são vias para incrementar a ligação à Terra e à percepção dos seus Reinos Coadjuvantes.

4. O Feminino cria através da energia telúrica e da sexualidade. Se a mulher não usar todos os planos do seu ser, o seu poder de criação fica comprometido. O seu corpo, templo sagrado, não pode ser conspurcado por emoções negativas ou escolhas vibracionalmente menos elevadas.

5. O Feminino é um portal de acesso à Grande Mãe Cósmica. Mas nem todas as mulheres, devido a graves desequilíbrios, são expressão dessa energia. Assim, a mulher que se deixar manipular, controlar ou submeter, corre o risco de perder o contacto com essa realidade.

Código do Masculino e do Homem

6. A Matriz do Masculino, ao saber que a «Luz» de Lúcifer e a «Compaixão» de Réxion, sustentam a vida do planeta, aceita todas as expressões da Matriz do Feminino. Quanto maior for a compaixão e entrega ao planeta, maior será o brilho.

7. O Masculino entrega ao Feminino a sua «Luz/Compaixão», o brilho das suas ideias, a sua estrutura e a sua semente. E, sem exigir nada em troca, permite que o Feminino crie vida a partir do que recebeu.

8. O Masculino sabe que quanto mais fluida e limpa for a ligação com o poder do «Pai Anura» tanto maior será a sua capacidade para, com o coração espiritual iluminado e a mente em branco, expressar esse poder.

9. O poder da Criação está ligado à virilidade da Matriz do Masculino na sua máxima expressão. A Matriz do Masculino sabe que todas as suas capacidades derivam desse poder e que, para as expressar, basta deixar-se permear por ele.

10. O Matriz do Masculino sabe que uma das suas funções é dar sustentação à expressão do Feminino. Por isso, reconhece, aceita e encontra a sua realização nessa doação.

Ponto final de equilíbrio

11. O Feminino e o Masculino respeitam-se e acolhem-se mutuamente, porque sabem que as suas acções criativas se completam. O equilíbrio entre estes dois pólos ocorre quando ambos aceitam as suas expressões espontâneas, sejam elas quais forem.



O essencial sobre os Elfos

Introdução de Anura

- Os Elfos são uma raça não humana. O seu aspecto é bastante diferente do que tem sido divulgado nas vossas histórias, porque a forma como eles se deixam ver depende do grau de consciência de quem vê. Por vibrarem numa nota mais elevada do que o ser humano comum, o contacto visual acaba por ser muito difícil. No entanto, aparecem quando é necessário. Os Elfos são os guardiães do equilíbrio da Natureza, ao nível do reino animal e do reino vegetal. Como a eles se deve uma parte da construção deste planeta, são portadores de grandes segredos no plano genético. Uma parte deles já se foi embora, mas o pequeno grupo que ficou entregará, definitivamente, o controlo da Terra aos seres humanos, à medida que eles forem evoluindo e alcançarem a vibração em que os próprios Elfos se encontram. Quando tal acontecer, a Humanidade poderá passar a cumprir integralmente a sua função original. Estamos, portanto, numa fase de transição.

– Para onde foram aqueles que já abandonaram a Terra?

Anura: Evoluíram para outros níveis e para outras dimensões, desenvolvendo, na maior parte dos casos, trabalhos com base nos conhecimentos aqui adquiridos. Os Elfos já cá estavam antes da Grande Invasão. O seu número cresceu depois dessa ocorrência, mas deixaram de ter a responsabilidade da sua função inicial. Ainda hoje colaboram para que, quando chegar o momento do reencontro com os seres humanos, o planeta esteja energeticamente preparado para continuar a albergar a vida, embora noutro nível de vibração.

– Sabes que nós procuramos por pontos de convergência com informações dadas por outras «entidades». No livro 3 de Kryon – A Alquimia do Espírito Humano[3] - canalizado por Lee Carroll, fala-se na «passagem do testemunho». Ou seja, o que Kryon canalizou é idêntico ao que acabaste de dizer? Estamos a falar da mesma situação?

Anura: Sem dúvida. O Grupo Kryon veio preparar a Terra. Pensem com lógica, mesmo que seja a humana: como é que o Grupo Kryon poderia cumprir a sua função se os seus diversos canais emissores não estivessem em sintonia com o próprio Espírito da Terra? A informação que «ele» deu abriu os espíritos» para o que vocês iriam divulgar.

– Levantámos esta questão porque certos canais emissores transmitem informações divergentes entre si.

Anura: Sim, nem sempre há convergência.

– Podes explicar por quê?

– O nível vibracional da informação transmitida corresponde ao nível vibracional de quem vai recebê-la. Assim, cada canal receptor humano, com todas as suas expectativas e preconceitos mentais, recebe as informações na medida do seu grau de consciência. É por isso que as instruções divulgadas nem sempre são convergentes e correctas. Vamos dar um exemplo: se um determinado canal receptor humano ainda considera Lúcifer como um «anjo caído», é claro que as informações que ele recebe estão incorrectas, pois falta-lhe reconhecer que, afinal, Lúcifer é o «Pai». Se vocês os dois não tivessem conquistado a abertura de que beneficiam presentemente, nós teríamos de encontrar outra forma de vos passar a informação.


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A civilização Elfo

Elfo: Minha querida Esmeralda, fecha os olhos e sente a minha presença[4]. A minha forma de expressão pode parecer, por vezes, algo contundente. Mas, se não for assim, tu não me ouves. Quero que me entendas, ó pequena humana, dentro do teu coração espiritual, que é tão grande como o meu conhecimento. Quase tão grande é, também, a tua teimosia, que agora estás a abandonar progressivamente.

- És verde com bolinhas. E gelatinoso como uma lagartixa ET.

Elfo: Posso apresentar-me de outra forma… Ora vê agora.

- Um índio norte-americano! Bem bonito, por sinal.

Elfo: Uma das nossas características é não termos aparência fixa. Por isso, nada do que viste corresponde à realidade. Apenas quis mostrar-te como a mente humana condiciona aquilo que a visão interna e o olhar externo apercebem. Sente, agora, a minha energia.

- És magnífico! Como um Buda!

Elfo: Exacto! Dado que o que te quero dizer está para além de qualquer coisa já escrita anteriormente, preciso que eleves ao máximo a tua vibração e permitas que a tua energia se misture com a minha. Deixas que eu te toque, realmente?

- Claro que deixo! Isso quer dizer perda de consciência?

Elfo: Não. Será a perda do controlo. Aproveita estes momentos para que a tua energia se equilibre e seja tocada pela minha. Com o tempo farás a incorporação total. Queres saber o meu nome?

- Para mim tu és um elfo.

Elfo: Eu não sou um elfo; eu sou o Elfo - aquele que vai contactar contigo.

- Tens género?

Elfo: Energeticamente, expresso-me na polaridade masculina… que é o que tu precisas para te equilibrares! À medida que te vou dando as informações vou trabalhando em ti.
Nós, os Elfos - os chamados Espíritos da Natureza - somos o espelho da realidade da Terra, um conjunto vibracional capaz de actuar na dimensão onde vocês se encontram. A nossa civilização não tem uma expressão física tridimensional; é uma realidade ao nível de quarta dimensão, principalmente nos locais sagrados do mundo. Como nós, outras raças de colaboradores têm essa capacidade, como as Fadas, por exemplo.

Nós lidamos directamente com a sustentação do ecossistema das florestas. A nossa missão é cuidar da vibração de certos locais sagrados da natureza, que os xamãs conheceram sem contaminação, afastando qualquer tipo de poluição provinda da terceira e da própria quarta dimensão[5]. A sacralidade de certos lugares decorre de manterem uma determinada vibração e de os elementais se encontrarem no seu estado original. Aí, a «Mãe» pode emitir a Energia Matriz ao mais alto nível possível. Até agora, quando algum lugar se desvirtuava era deixado para as forças que operam negativamente na quarta dimensão. Contudo, devido ao incremento da emanação da Energia Matriz, passámos a intervir sustentando a vibração. Estamos, assim, a cumprir o nosso derradeiro papel em zonas onde nunca tínhamos estado.

- Como é a vossa sociedade? Têm filhos? Há seres femininos e masculinos?

Elfo: Os seres humanos estão muito interessados em saber como nós somos, como nos organizamos, quando nos podem ver, etc.
Muito mais importante, porém, é perceberem qual a nossa função e de que forma vos vamos «passar o testemunho». Por estarmos a um passo de abandonar o planeta, precisamos de colaboradores humanos, pessoas que tenham trabalho seriamente na transcendência do ego, ao longo da sua evolução. Precisamos de gente capaz de receber a nossa informação e de, no momento certo, passá-la aos seus irmãos.

A nossa sociedade organiza-se de uma maneira distinta, pois baseia-se na sabedoria e na ancestralidade. A floresta, os grandes campos e searas são a nossa casa. Alguns de nós, porém, mudaram-se para certas cidades para orientarem quem precisa da nossa energia e de sustentação para cumprir a sua função, introduzindo as mudanças necessárias. Temos uma expressão feminina e outra masculina, mas a geração de descendência é distinta. Quando um par de elfos se constitui como casal raramente se separa; ambos encetam uma relação duradoura, evoluindo em conjunto. E, quando se encontram em condições de fundir completamente as suas energias, a ponto de gerarem um novo ser, forma-se uma bolha de energia específica à sua volta que lhes permite gerar uma nova vida. O alcance desse patamar energético significa que estão preparados para o efeito. Um casal pode estar junto durante milénios, e só ter um filho. Gerar um novo ser é um assunto muito sério, que requer toda a dedicação de ambos. Passa a ser a prioridade das suas vidas. Todavia, nem todos os casais têm filhos, mesmo que disponham das condições vibracionais. O nascimento de uma criança elfo é um acontecimento fortemente celebrado.

- A vossa origem é estelar ou terrestre?

Elfo: Passámos a ser uma raça da Terra, porque o nosso tempo de permanência aqui acabou por nos dar características únicas. Chegámos no tempo do «Éden», mas foi após a Grande Invasão que nos tornámos preciosos na sustentação da energia do planeta. Antes desse acontecimento a Terra era um imenso laboratório de vida, em que colaborávamos em termos experimentais. Perante a dramática mudança vibracional provocada pelos invasores, outro tipo de acção se tornou necessária. Assim, quando fomos convocados pela «Luz» do «Pai» Lúcifer e amparados pelo Amor da «Mãe» Yasmin, doámo-nos ao planeta. A ainda hoje cá estamos, aguardando o despertar da Humanidade.
Por isso vamos incrementar os contactos com vocês os dois para mostrar como as gerações futuras poderão cuidar da energia do planeta. Tudo tem que ficar registado.

Aos Elfos cabe o equilíbrio químico e energético do mundo. Explicando melhor: para se manter convenientemente organizado, o planeta precisa de estar equilibrado. Como Anura não consegue esse equilíbrio sem a nossa ajuda, a intervenção começa junto das populações. Se não tivéssemos a capacidade de chegar aos seres humanos, reorientando algumas das suas decisões ou impulsionando as descobertas, não poderíamos cumprir a nossa função. Nós não precisamos de computadores para sabermos o que os Humanos planeiam fazer: trabalhamos com cristais poderosíssimos, que vocês não conseguem ver por se encontrarem numa vibração acima da vossa. Através deles detectamos todos os potenciais de manifestação e o que já está a manifestar-se à superfície. Este planeta continua a existir devido às nossas frequentes intervenções directas, quer no seu corpo físico, quer na Humanidade.

Nós temos a capacidade de criar qualquer realidade ao nível da matéria - documentos, objectos e tudo o mais que possam imaginar. Mas só intervimos quando algum projecto humano, individual ou colectivo, tem o potencial de corromper seriamente o sistema. Não pensem, por isso, que podem desrespeitar o planeta praticando os métodos que a vossa inconsciência vos sugere, e sair incólumes. Não. Não podem porque nós temos a capacidade de evitar catástrofes, de equilibrar e amparar a vida em geral, assim como a de certos indivíduos que requerem protecção especial. Mas não é nossa função servir de escudo ou de guarda-costas à irresponsabilidade. Sem a nossa colaboração, e considerando a negatividade que reina no planeta, muito dificilmente poderiam progredir. A nossa função é, pois, equilibrar, limpar e alterar os sistemas energéticos humanos para poderem ser sintonizados com a nova vibração do planeta. Sem isso, seria uma desgraça.

A nossa evolução neste planeta decorreu através da observação do vosso descalabro. Agora, estamos a retribuir-vos a gentileza. Ficámos aqui por amor e compaixão pela Humanidade. Mas não fomos só nós; outros elementos dos Reinos Coadjuvantes chegaram ao sacrifício de encarnar para trabalharem convosco.
Alguns foram ainda mais longe ao escolherem permanecer na roda das encarnações, passando assim pela suprema prova da perda da consciência da sua origem; outros ainda preferiram sair e voltar, só ocasionalmente, ao plano físico. O objectivo de todos eles, porém, sempre foi, e continua a ser, o mesmo: ajudar-vos, retribuindo o precioso auxílio que outrora nos deram. Contudo, contactar com seres humanos requer uma grande mestria, dadas as diferenças vibracionais.

Até estarmos aptos passamos por uma aprendizagem que pode levar milénios. Poucos são os elfos autorizados a comunicar vibracionalmente com os seres humanos, como é o meu caso em relação a vocês os dois, e contam-se pelos dedos os que receberam autorização para vos contactarem fisicamente. Contudo, porque os Humanos precisam de ajuda de vez em quando, alguns elfos assumem um corpo físico para poderem cumprir, durante pouco tempo, certas tarefas na vossa sociedade. Depois de concluídas, porém, têm que passar por um período de descontaminação e de depuração.

Os elementais

- O que são os elementais? Vocês pertencem a esse reino?

Elfo: Alguns de nós têm por missão cuidar e dar expressão às forças vivas da Terra, ou seja, dos elementais. Mas nós não somos a consciência que anima a segunda dimensão; essa é uma força potentíssima, que se desmultiplica nos diferentes planos estruturais do planeta. No fundo, é a «Mãe», enquanto força motriz, que, desde o seu núcleo, dá forma à matéria. Ora, esta imensa força precisa de ser cuidada e suportada energeticamente. Ela não é boa nem má; é, simplesmente, a capacidade de criar vida. Se essa força telúrica, onde reinam os elementais, for sujeita a vibrações negativas (e quem as gera são vocês) criará coisas bem pesadas, embora tenha sido criada para o inverso. Presentemente, a Energia Matriz actua sobre esta dimensão, levando-a a expurgar tudo o que não seja límpido e luminoso. Como o vosso corpo físico também cabe neste âmbito, sugerimos que, quando tiverem um problema com expressão física, contactem os elementais. Peçam-lhes ajuda e orientem-nos para a solução.

- O que é a segunda dimensão da Terra?

Elfo: Minha querida Esmeralda, a segunda dimensão da Terra corresponde à zona telúrica da energia base, que se desdobra a partir do centro da «Mãe». Essa dimensão corresponde à força criadora, relacionada com a pré-concepção das coisas. É deste ponto com consciência que emana a força para gerar as formas na terceira dimensão.

Os elementais são as consciências que animam o pré-estado da matéria. Sem essa força viva nenhuma célula poderia sobreviver. Cada um deles fundamenta uma expressão da matéria. Num determinado período da história do planeta, eles deram expressão à matéria viva. Vou explicar-te de outro modo: cada elemento formador da matéria corresponde à consciência de um elemental. Isto nada tem a ver com o reino da fantasia. Mas, por a Humanidade se ter dissociado da Natureza e devido aos constantes ataques ao planeta, alguns deles transformaram-se em forças negativas, capazes de atacar os vossos corpos. Quando alguém vibra raiva, frustração, ódio, intolerância e outros venenos emocionais, estas pequenas consciências canalizam essa vibração contra a matéria que constitui o corpo do emissor. Para eles, tais emoções são sinais inequívocos de que negam a vida, como se a rejeitassem. E eles obedecem, fazendo com que, aos poucos, a alegria e o vigor vá desaparecendo da existência. Eles nada têm contra ninguém; têm tudo a favor da protecção da Terra.

- Como podemos trabalhar com os elementais para equilibrar o ser total?

Elfo: Quando alguém entra em fase acelerada de transformação, surgem alterações físicas, mentais e emocionais. Assim, quando algo no vosso corpo vos desagradar, ou quando estiverem doentes, tentem perceber a origem do mal-estar, do desequilíbrio, da doença. Mas não se penalizem dizendo: «Estou doente porque ainda não tenho o equilíbrio espiritual necessário». Não. Falem com os elementais do vosso corpo e perguntem-lhes por que estão vocês a viver determinada situação. Fiquem tranquilos serenos; depois, tentem perceber a resposta. Tomem consciência de todos os sentimentos e emoções que se revelarem, percebam quem são as pessoas envolvidas e exercitem o perdão – que é o exercício mais poderoso à face da Terra.

- O que é que é o verdadeiro perdão?

Elfo: É chegar ao ponto de lidar com a pessoa com quem se indispuseram, como se nada tivesse ocorrido; é lembrarem-se do que se passou e o corpo emocional já não reagir negativamente gerando ódio, raiva e apetite de vingança. Se alguém fez o exercício do perdão e continua a sentir mágoa, é porque a situação não foi superada.

Fez o exercício do perdão, mas talvez não tenha feito o do autoperdão. Não é a mesma coisa. Em relação à mágoa que continua a sentir, tem que fazer a cerimónia do autoperdão… perdoando-se por estar a senti-la! O autoperdão representa a auto-aceitação incondicional, mas as outras pessoas não são envolvidas; apenas diz respeito à forma como a pessoa em questão se relaciona com elas. O perdão, aos outros e a si próprio, é a resposta para todas as situações de não-aceitação existente entre pessoas, nações, sociedades. Perdoem – ou seja, «arrefeçam» a memória do que se passou - e libertem. Depois, deixem que a vida siga o seu curso. E os elementais, até então manipulados pela raiva, angústia, revolta e sentido de injustiça, que vos acompanha há séculos, vão libertar-se também. Seguindo o fluxo da vida, regressarão ao seu local de origem, que é o âmago da Terra.

Muitas vezes, a única forma de entrar em contacto com os elementais é através de nós, que, como já disse, cuidamos deles energeticamente. Mas só raramente direccionamos a sua acção, pois não podemos contrariar o livre-arbítrio: se um ser humano, tomado pelas diversas vertentes da negatividade, quiser autodestruir-se – o que mobiliza certo tipo de elementais -, nós não podemos impedir. A escolha humana é sagrada.


Os padrões de repetição

Elfo: Falemos agora dos padrões que têm que ser alterados. Quem não mudar de padrões de comportamento, terá a vida bastante dificultada. Reparem, eu não estou a falar de uma simples mudança interna, mas de uma profunda transformação celular, cujos resultados, nalguns casos, poderão parecer-se com uma doença.
Para que todos possam perceber o que se está a passar, vou passar a explicar o que se ocorre no nível celular humano e como isso interfere na evolução de toda a Humanidade. Claro que muita informação já foi divulgada sobre este tema, mas esta contém elementos novos. Assim:

Não é novidade que os registos de situações, traumáticas ou prazenteiras, estão inscritos nas «profundezas» das células e que ocorrem através da água que forma o corpo humano. Ora, como a água tem memória, tudo o que acontece é registado no sistema aquoso das células, onde existe uma estrutura que guarda a génese do conhecimento e da história da Terra. Trata-se de um registo universal, comum a toda a Humanidade, e não apenas da história do indivíduo em questão.

Assim, no momento da concepção o ser recebe todos os arquivos da história dos Humanos na Terra, inclusive a dos períodos em que não esteve encarnado. Por conseguinte, na estrutura subatómica da célula encontra-se a grande biblioteca do que se passou, desde o «Éden» até à actualidade. Daí os medos comuns, profundos e ancestrais. Mas também é verdade que é através dessa história que podem aceder à sabedoria necessária para viverem os momentos presentes, e os que ainda vão viver até à transformação total. Como farão? Para acederem à sabedoria do «Éden» têm que limpar todo o processo anterior, têm que se tornar conscientes dos medos e receios, dúvidas e inquietações, têm que transcender a ilusória separação homem/mulher. Com a maturidade assim adquirida, poderão contribuir para um novo tipo de sociedade e de mundo. Decidam-se nesse sentido convidando-nos a actuar. Depois, deixem-nos actuar.

Vocês não conseguem aceder à parte da célula onde essas memórias estão inscritas; só nós o podemos fazer através a nossa vibração. Além disso, sabemos até que ponto um ser humano pode ser trabalhado sem se desequilibrar. Muitas vezes, porém, precisamos de energia de outro ser humano, que seja condutor da nossa, para mais facilmente chegarmos à célula sem «trucidar» o seu dono. É uma forma de suavizar a coisa. (Muitas das sensações que vocês os dois têm sentido ultimamente derivam deste trabalho.) Mas em que género de células estão alojadas essas memórias ancestrais comuns?
Algumas estão nas células da zona do coração e do cérebro; outras estão alojadas no intestino, que tem um sistema independente do cérebro, mas de similar importância. Quanto às memórias pessoais das encarnações, estão alojadas em todo o corpo, consoante os tipos de vivência. Não há uma parte do corpo específica para alojar esta ou aquela memória pessoal; qualquer uma será registada quando o corpo emocional a considera suficientemente relevante. Com o tempo, e devido à insistência da prática de um padrão negativo, gera-se a base dos acontecimentos exteriores indesejáveis, porque as memórias subsidiam um determinado padrão de comportamento sempre que o sistema neuronal, digestivo e circulatório regista uma determinada memória. Quando tal acontece, é bem provável que se instale um padrão repetitivo, condicionando o comportamento. Como poderão sair deste ciclo vicioso? Dispondo-se a mudar, mesmo aquilo com que estão profundamente identificados, autorizando a remoção dos tais registos de memórias.

A elevação do padrão energético é o grande desafio. A vida pedir-vos-á que se livrem de todas as ideias e conceitos tradicionais e permitam que a verdadeira sabedoria da Humanidade vos ilumine. Não será fácil: mas é possível e já começou a acontecer. Quantos mais puderem ajudar nesta mudança, melhor.

Por conseguinte, a nós cabe-nos a remoção de tudo o que vocês libertam, quer através de um processo de «esvaziamento», por estarem a ser preparados para a função de «harmonizadores», quer através da continuação do processo de «enchimento», por ainda não terem percebido o que se está a passar com o planeta e a Humanidade. Se a nossa tarefa é remover a «sujidade» energética que vão purgando, a vossa é disporem-se a irradiar a energia necessária para que o processo em curso decorra da forma mais benigna possível. Esta é a grande responsabilidade daqueles que, com um mínimo de consciência, se dizem interessados no «processo espiritual». Está na hora de o provarem, abandonando a teoria e decidindo-se a passar à prática. Que tipo de prática? Comecem por se ocupar com o processo pessoal, sabendo que dispõem de toda a ajuda. Jamais duvidem que estão a ser amparados; nalguns casos até estão a ser levados ao colo!

Imaginem o que representou a descida de vibração na época do «Éden» e o profundo sofrimento que lhe está associada. Nós, e outros colaboradores, estamos a fazer o que nos compete.

Mas, por favor, ajudem-nos ancorando e sustentando a energia necessária à vossa própria mudança. Não pensem mais na dimensão espiritual como uma curiosidade. Evitem vê-la de uma forma egóica, como uma via para se destacarem, para serem conhecidos ou para facilitar seminários, cursos e terapias apenas como meio de subsistência. Primeiro a Entrega Total, depois o resto. Transcendam as armadilhas da personalidade! Abram o coração espiritual à plenitude do amor que Anura irradia desde o seu ponto central. E, por favor, não se assustem se, acaso, alguns aspectos das vossas vidas – principalmente os que se tornaram irremediavelmente decadentes - começarem a desmoronar-se. Nós estamos a apoiar-vos.

O Essencial sobre os Gnomos


Apresentação


Gostaria falar um pouco sobre o meu povo e a minha realidade, que não deixa de ser também a vossa, porque, juntamente convosco, nós criamos uma teia complexa:
Nós somos oriundos da Terra, pois sempre existimos aqui. Se a primeira Humanidade, antes da Grande Invasão, era quase uma extensão de Vénus, a segunda provém da constelação de Lira. Não tenhas medo de dizer isto, pois é verdade. Nós, porém, somos uma raça terráquea, digamos assim. Não temos, nem nunca tivemos, as vossas características essenciais. Mas sempre colaborámos em conjunto e sempre beneficiámos da vossa energia. Vocês, Humanos, facilitaram-nos o conhecimento dos segredos e das maravilhas mais fantásticas do universo, proporcionando-nos assim a ascensão; e nós retribuímos assegurando a vitalidade do planeta e dos vossos corpos. Todos os Reinos Coadjuvantes sentem a necessidade de vos retribuir a grande contribuição que, um dia, nos deram. Claro que, às vezes, nos «zangamos» convosco, chamamos a atenção, pregamos sustos. Na vossa iconografia, deram-nos a fama de uma personalidade vincada, de sermos até maldispostos. Como se nós pudéssemos ter personalidade! Estamos, porém, na disposição de defender o planeta até às últimas consequências. Porque temos acesso ao livre-arbítrio e também co-criamos - o que é uma novidade para vocês -, não permitimos que ninguém provoque determinados danos no meio ambiente e no sistema global do planeta.

Nós somos os que canalizam a força e a energia da Terra, pois estamos completamente ligados a ela. Somos os seus operários, os guardiães da sua riqueza. Imagina-nos como uma forma de calor, um pouco abaixo da superfície. Quando cavas podes tocar na nossa energia. De que outra forma poderíamos sustentar a Terra? É como se fôssemos condutores, canais da energia da «Mãe» a partir do seu centro. Se não actuássemos desta forma, vocês já teriam transformado este planeta em algo seco, inanimado, exaurido. Não queremos estar sempre a «bater-vos», pois conhecemos o peso da manipulação introduzida na vossa matriz, mas isso não vos retira a responsabilidade de que fizeram ao longo da história. Muitas vezes, poderiam ter escolhido de outra maneira.

A sociedade humana olha-nos como guardiães das minas e dos tesouros naturais. E é verdade; somos guardiães disso e de muito mais. Somos os guardiães do espólio genético desta Humanidade, que é a sua verdadeira riqueza. De que forma é que vos passamos a informação reprogramadora? Através dos sonhos ou orientando-vos em contacto directo. Quando queremos algum avanço, fundimo-nos, se necessário, com o vosso próprio corpo. A nossa energia manifesta-se cada vez que alguém sente a força da Terra a emanar, cada vez que alguém sente que do seu corpo físico brotam os ramos de uma árvore, que explode em força, energia e amor. Poderíamos mudar a Terra num ápice, se todos os Humanos nos abrissem o coração espiritual; uma grande alquimia ocorreria então, pois é disso que se trata. Nós somos os portadores da grande alquimia. Quando abrimos o portal do coração espiritual, paramos o tempo, revertemos o processo e criamos um espaço de não tempo, o que é que acontece? Primeiro, os Elfos limpam profundamente as vossas memórias, removem o «lixo» que fizeram e instauram a originalidade; segundo, as Fadas introduzem a beleza e a harmonia; terceiro, o Universo Compaixão/Sabedoria (On) retira a «película» que foi aplicada nas células de cada ser humano e que vos condiciona severamente. Tudo isto para quê? Para que nós vos possamos restaurar e revitalizar, fundindo cada coração espiritual com o seu cristal de potencial máximo, que se encontra no centro da Terra.

É-vos muito difícil perceber como vivemos enquanto povo, mas, como somos da Terra, a maior parte das vezes estamos dentro dela. Não nos podem chamar intraterrenos, pois vivemos numa camada intermédia, logo a seguir à superfície. A nossa energia permeia o interior do solo e vimos à superfície com a forma que quisermos, para estabelecer contactos com os animais e outros seres. Por isso é que não podemos estar em todos os sítios; se habitarmos locais muito poluídos e sujos energeticamente, a nossa vibração desencadeia automaticamente a sua reestruturação e limpeza, o que interferirá poderosamente com a vida humana. Assim, só podemos fazer o nosso trabalho quando estão reunidas certas condições e quando o próprio coração espiritual humano o aceita. É evidente que, com a intensificação da Energia Matriz, o nosso campo de acção cresce diariamente.

Se a função dos Elfos é limpar e organizar a parte energética, de maneira a que este planeta não fique impraticável e impossível de se viver nele; se a função das Fadas é equilibrar o planeta em termos de beleza e harmonia, nós, os Gnomos, representamos a força bruta da Terra. Trabalhamos directamente com os Devas na organização da matéria, segundo os padrões vibratórios superiores que eles veiculam através do som dos seus «búzios». Costumamos ser representados como pequenos seres; hoje, porém, estou a surgir-te como se fosse um gigante de pedra, apenas para perceberes até que ponto imagens estereotipadas podem limitar e condicionar. Nós somos a força bruta da matéria em acção, que irrompe do interior da Terra e se organiza, à superfície, segundo um determinado padrão vibratório. Assim, basta imaginar uma erupção vulcânica para ter uma noção da nossa imensa força e poder.

Enquanto povo, vivemos a maior parte do tempo nas florestas, nas grutas, nos lugares esconsos, mas sempre na Natureza. Não precisamos de casas, pois não sentimos nem frio nem calor. Não estamos divorciados das vossas cidades - visitamo-las muitas vezes -, mas é difícil permanecer nelas. A sua profunda degradação vibracional não ocorre apenas por causa do trânsito e da poluição, e por muitos seres humanos funcionarem como uma teia energética que desvitaliza toda a gente; essa falta de qualidade de vida também não decorre da falta de espaços verdes irradiadores de energia; decorre da nossa ausência. Não posso dizer que as cidades são um fenómeno nefasto, mas a forma como as construíram é altamente negativa, por não respeitarem o equilíbrio natural. Nós ocupamos somente os lugares «virgens», onde a Natureza ainda se manifesta com toda a pujança. Mas quantos desses espaços existem nas vossas cidades? Em face do estado da sociedade global humana, a mudança parece-vos quase impossível. Desconhecem, porém, o que se passa no coração espiritual de indivíduo – o «lugar» onde se abre um portal de trabalho para que essa reformulação seja possível. É aí que nós actuamos, mas só naqueles que realmente se decidem a mudar.

A tendência para a manipulação da personalidade humana, egoísta, ao serviço dos antigos parâmetros da «Sombra», vai ser erradicada fazendo com que caiam todas as estruturas antigas que suportavam este tipo de sociedade. Perguntas-te como será possível a transição, e parece-te que ela pode acarretar fome e outras dificuldades. Mas eu digo-te: por vezes, só pressionando muito se consegue avançar um pouco. A Humanidade só decide mudar quando se sente num beco sem saída. Muita gente tem medo e quer fugir. Mas não têm que ter medo do verdadeiro poder da força da Terra porque é o que vos vai dar ânimo para a mudança e para a reestruturação. Ninguém fará o seu equilíbrio sem a nossa ajuda, tendo consciência disso ou não.

A nossa verdadeira função é, assim, assegurar o equilíbrio dos espaços e dos lugares, impedindo que o planeta se desvitalize definitivamente Estamos prontos a dar todo o conhecimento a qualquer ser humano que estiver em condições de o receber, sobre tudo o que existe: ciência, tecnologia, magia, reestruturação do corpo, medicina, o que quiserem. Sabemos tudo. Se a vossa ciência, nos laboratórios, vai descobrindo as pequenas maravilhas dessa organização, há muito que nós beneficiamos desse conhecimento, guardado nos cristais da terra. Imaginem o risco que o planeta correria se certas mentes, certos magos e certos cientistas tivessem acesso a esse conhecimento! Por isso, ele está vedado, desde o início dos tempos desta nova Humanidade. A vossa ciência não progride mais, nem consegue alcançar o conhecimento profundo, por rejeitar a dimensão espiritual. Por isso, frequentemente, se depara em becos sem saída. A falta a dimensão espiritual afasta-a do conhecimento total. Esta forma limitada faz com que a acção seja imperfeita, incapaz de desrespeitar a nossa existência e os nossos domínios. Quando alguém pretende aceder a um determinado tipo de informação, tem que passar por nós. Até agora, porém, raros foram aqueles que beneficiaram do saber de que somos guardiães. Muito continua vedado por ainda não disporem da vibração necessária para acederem a ela. As inúmeras falhas da vossa personalidade iriam pôr em causa, no futuro, a utilização dessa informação. Presentemente, contudo, uma parte desse conhecimento está a ser preparada para ser doado a toda a Humanidade. Neste momento, estão a abrir-se as portas a uma ciência nova, que não é propriamente a magia: é uma aprendizagem profunda, dos antigos magos, a fim de aprenderem a lidar com os diferentes reinos da Terra, com total respeito. Como é que se faz essa aprendizagem? Quando invocarem esses colaboradores, eles só responderão se detectarem a vibração que proporciona a sua resposta. Ou seja, quem não possua um determinado grau de consciência, não conseguirá obter a colaboração dos elementais e dos Reinos Coadjuvantes; apenas conseguirá mobilizar as forças sombrias da quarta dimensão. Que nada disso vos perturbe, pois a dualidade está a desvanecer-se. Seja como for, não se esqueçam que, à mais intensa crise, à mais profunda «descida ao inferno», é a alvorada da iluminação.

– Gostaria de saber se te cabe a função de revelar mais alguma informação para o capítulo sobre os Gnomos, do livro que estamos a preparar?

Húmus: Há muita informação para sair - não tanta como a que gostarias -, mas bastante! As pessoas não podem ficar intoxicadas por informação que não estão em condições de assimilar Por isso, ela tem que ser dada lentamente.

– Vocês têm realmente uma forma, ou são os Humanos que ficam com a liberdade de criar a vossa imagem física?

Húmus: Como já disse, se estou a mostrar-me como uma forma enorme, quase grotesca, porque, como tantos outros, posso assumir a forma que quiser. No entanto, há muito tempo que nos expressarmos como criaturas de pequena estatura, parecidas com as das representações dos vossos livros. Mas não estamos obrigados a essa forma de expressão. Se temos a capacidade de manipular a energia/matéria, porque não poderíamos manipular a que constitui os nossos corpos? Se nos mostramos como os ilustradores nos representam, é para apaziguar o vosso espírito, tão frágil depois de tantos maus tratos durante tanto tempo.

Posto isto, resta dizer que somos nós que favorecemos a cura física, orientando as forças mais elementares, constituintes da matéria dos corpos. A cura, porém, não é só ao corpo humano; é, também, de todas as formas de vida planetárias, inclusive o próprio planeta que tem, em si mesmo, uma profunda ferida por sarar.

A propósito desta nossa capacidade de reestruturar e refazer a matéria, gostaria agora de abordar a questão do cancro, pois trabalhamos muito próximo dos seres humanos que lidam com essa doença: esta enfermidade é uma degeneração da própria matéria, em que as células «atacam» o próprio corpo. Isso só acontece, porém, porque o indivíduo, através dos seus pensamentos, e principalmente das emoções, emitiu «ordens de ataque» contra si mesmo. Quando, por cair numa profunda dualidade, se recrimina e se culpa, ou quando mergulha na raiva e no rancor, está a «dizer» às suas células para desencadearem o «programa» da autodestruição. E como o corpo respeita a intenção, a coisa acontece. É uma espécie de co-criação negativa. Assim, a primeira co-criação a fazer deveria orientar-se para o equilíbrio do corpo. Mas, para almejarem esse equilíbrio, o centro cardíaco, contrariamente ao que muitas vezes acontece, tem, primeiro, que emanar algo bem mais desanuviado, no âmbito da harmonia e do amor. A cura do cancro passa por essa tomada de consciência. Nós, podemos reconstruir a matéria danificada, mas só depois do doente se decidir a «abrir o coração». Ou seja, depois de aceitar as transformações necessárias para começar a vibrar harmonicamente com o planeta e com o que o trouxe à encarnação. Isto é válido para outras doenças, mas o cancro é, realmente, um caso especial por estar muito ligado à forma como vocês vibram. E essa forma como vibram está directamente relacionada com os «programas» que muito vos condicionam, impedindo-vos de manifestar aquilo que, na essência, realmente são e que manifestavam naturalmente no tempo do «Éden».

A libertação das «programações» da quarta dimensão

Húmus: Depois de alguma resistência ao fenómeno da fusão dos Universos Complementares, tudo começa a mudar na quarta dimensão. Essa dimensão é lenta e resistente à mudança, porque está relacionada com o plano emocional humano. Ora, esse é o «sector» que precisa de ser muito trabalhado para que as mudanças possam ocorrer. Para além disto, certas forças, servidoras do antigo Universo Sombra, que se recusam a despertar para a Luz/Amor, vivem em simbiose com os seres humanos. Expliquemos: cada dor, mágoa, ressentimento, condicionamento, crença ou raiva deriva de uma «programação» que, por estar instalada na matriz genética, origina essas emoções. Em paralelo, certas «entidades» ligadas ao vosso ADN, estimulam-vos para verem até que ponto vocês oscilam entre resistir à fluência da vida e a capacidade de concretização criativa – aquilo que, afinal, abre as portas do coração espiritual e da expansão da consciência. Quando alguém cancela uma dessas «programações» através do despertar espiritual (transcendência da lamentação, por exemplo), todas as forças relacionadas com ela – a que costuma chamar elementais -, também despertam. Ou seja, essas forças são factores de manipulação, por outro lado mas dependem um impulso específico para despertarem. Aparentemente, isto é um ciclo vicioso e sem resolução! Mas é-o só aparentemente. Na realidade, a energia irradiada pelo centro da galáxia (escreve o que eu te digo, sem medo!) desloca-se por muitas auto-estradas estelares, para fazer a sua parte na dissolução dessa situação. Por outras palavras, passou a haver uma energia que, em vez de sustentar essas forças, anula a sua acção e as liberta. Tal só acontece, porém, se vocês fizerem a parte mais importante do trabalho, decidindo seguir pela via do «despertar espiritual» e autorizando a limpeza das memórias de inúmeros episódios traumáticos, experimentados ao longo das várias existências.
A acção destas forças da quarta dimensão depende das escolhas do indivíduo a cujo ADN estão acopladas. Imagina alguém com um cancro: esta doença é uma tentativa de autodestruição, baseada numa incapacidade de resposta positiva. Contudo, é preciso não esquecer a participação dessas tais forças «associadas» aos programas que desencadeiam essa doença. Contudo, não vale a pena o doente fazer delas o bode expiatório da sua situação, pois tais forças só alteram a sua conduta se, primeiro, o ser humano em causa alterar a dele. Mais uma vez: é o ser humano quem está no comando do processo.
Quando, antes de virem para a Terra, ainda estão noutro nível de realidade a preparar a encarnação, todos vocês conhecem perfeitamente os tipos de forças que vão fazer parte dos vossos sistemas. É por isso que, às vezes, nascem privados de partes consideráveis do vosso poder criador porque essas forças, «acopladas» às programações manipuladoras, vos enganam. Como pensam que surgem os pensamentos malévolos de tentação e de negação, de vingança e de morte?
A baixa auto-estima humana é sempre acirrada por essas forças, porque elas viram-se para o lado de onde sopra o vento da mentalidade do humano a quem «servem»: quando a disposição é negativa, os elementais prejudicam; quando é positiva, deixam de prejudicar. E porquê? Porque a disposição positiva os libertou.
Na origem de todas as guerras está sempre a força e o poder dos elementais, que lutam para exorcizar a negatividade humana de forma a poderem libertar-se da sua «servidão». É na Terra, e não noutros planetas «iluminados» que tudo se passa. A sensação de luta interna que, em certos momentos, predomina na maioria das pessoas, deve-se à actuação das forças dessas «programações» manipuladoras. Toda a gente sabe o que é «não ser capaz», ou «não ser suficientemente bonito, másculo, atraente, competente, iluminado». Todas essas inseguranças provêm da «estimulação» das vossas memórias por essas forças. Por cada ser que se ilumina, a função delas é desactivada. Se uma pessoa adquire mestria num determinado campo, se ultrapassa uma determinada dificuldade ou transcende uma «programação» manipuladora, se transcende um ressentimento com alguém, é certo que os elementais, correspondentes a essa situação, são libertados. Quando tal acontece, são absorvidos pela matriz do Universo On – cuja função é processar o restauro da matriz original da Humanidade – para serem reformatados. Essas forças precisam das frequências elevadas, decorrentes do desenvolvimento espiritual, para saírem da estrutura genética.
Quanto maior for o ranger de dentes entre os Humanos, quanto maior for o sofrimento gerado pela aparente incapacidade de mudança, maior é o potencial de mais elementais virem a ser libertados na quarta dimensão. A emanação vibracional do próprio planeta (Energia Matriz) está a interferir com eles, levando-os a intensificarem a sua acção. Forçando-vos a «despertarem», através das profundas crises que vão surgindo nas vossas vidas, eles fomentam a sua libertação. As perturbações que todos vocês estão a sentir, não são mais do que o «esforço» dos elementais para se libertarem da teia pressionante dos «programas» aos quais estão agregados. Como é que eles ficaram presos? Já vos disse: ficaram presos através da vossa disposição positiva ou negativa. No fundo, foram vocês que, através da orientação de que deram às vossas vidas que os foram programando ao longo do tempo. Os elementais não têm espírito crítico; tal como os computadores, obedecem à programação a que foram sujeitos.


[1] «Eu sou Lúcifer. Eu sou o Pai, a Luz da Luz. Eu sou o Príncipe Negro.» Assim começa o primeiro capítulo do livro TERRA – O Jardim de Lúcifer.
[2] Canalizações de Vitorino de Sousa. Editora Anjo Dourado.
[3] Editora Estrela Polar, Lisboa.
[4] De repente, apercebo-me que não consigo continuar a canalizar com o torpor que comecei a sentir. Subitamente, fiquei sonolenta e só me apetecia dormir. Fiz uma pausa, e não tardei a ver uma chave gigantesca que girou no meu centro cardíaco.
[5] Da mesma forma que na nossa terceira dimensão há um amplo leque de vibrações, desde o positivo mais alto ao negativo mais baixo, o mesmo acontece na quarta dimensão. Lembre-se, por exemplo, que a fusão vibracional do antigo Universo Sombra com o nosso Universo Luz ainda não chegou a esta dimensão onde nos manifestamos, porque muitos seres pouco evoluídos da quarta dimensão se têm recusado a aceitar tal facto. Por isso, insistem em recusar as devidas transformações na sua forma de pensar sentir e agir. Resta acrescentar que são eles que dão suporte, e muitas vezes incitam, as acções de corrupção, terrorismo, genocídio e todo o tipo de crimes que vemos acontecer diariamente no nosso planeta.

Saturday, September 05, 2009

Um mês



Wednesday, September 02, 2009

Magia - Libertação ou condicionamento

Seminário

A magia é a condição de mestria associada à humanidade. Em cada sopro de vida a magia acontece. Vocês não imaginam a profundidade do que acabei de dizer. Apenas os verdadeiros mestres estão preparados para reconhecer a vida enquanto magia. Esta palavra está por demais adulterada e plena de sentidos desvirtuados. É tempo de a descondicionar, de a libertar de todos os falsos conceitos e de lhe dar um novo sentido, para que, de dentro de vocês, surja uma nova visão sobre o que ela realmente é.

Também a nós, este trabalho – «encomendado», como sempre, pelos nossos Amigos e para o qual não dispúnhamos de qualquer informação relevante – nos parece de fundamental importância, por várias razões. A primeira é porque guardamos muitas ideias erradas acerca do que é, realmente, a magia. Tal como nos disseram:

A magia não é mais do que a capacidade criadora do ser humano em acção, conjuntamente com as forças dos elementais e as forças espirituais, em fusão com a Natureza.

A segunda razão é porque a 3D está a «aproximar-se» da 4D -, donde resulta que o contacto com o «lixo» da 4D (formas-pensamento maléficas, hologramas negativos, etc.) é cada vez mais uma realidade que afecta a todos, seja qual for o seu grau de consciência. É necessário, por isso, saber o que fazer para neutralizar os desafios dessa natureza que possam surgir… e que estão a surgir. Disso não há dúvida. Assim, segundo os nossos Amigos, este seminário tem os seguintes objectivos teóricos:

Dar, a todos os participantes, a noção do que é realmente a magia e abrir as portas a um novo conhecimento que, acima de tudo, é interno.

Quanto ao objectivo prático, temos:

Proporcionar um momento vibracional único que possibilita o corte com todo o passado vibracional ligado à magia negativa, presente em quase todos os seres humanos.

Ou seja, é uma excelente oportunidade para permitir que os nossos Amigos nos façam – e nos ensinem como continuar, depois, em casa - uma limpeza profunda das inúmeras «feitiçarias», «macumbas», «trabalhos» etc., de que fomos alvo ao longo do tempo. Embora possa parecer estranho, são esses condicionamentos que originam muitos dos bloqueios com que nos defrontamos diariamente. Sabemo-lo por experiência própria. Até aceitarmos que assim é, muito tivemos que trabalhar sobre nós mesmos e submetermo-nos a muitas terapias, pois jamais imaginámos que essas práticas «sombrias» pudessem ter tanta força e tanto poder.

Lembre-se do ditado: «Quanto maior a nau, maior a tormenta.» Se você acha que a sua missão é fundamental - ou deseja que assim seja -, é bom que se prepare. Pode ter a certeza do seguinte: se a sua função tem a capacidade de ser decisiva para o processo de transformação da Terra e da sua Humanidade, você certamente será alvo de todos os tipos de boicote, visíveis e invisíveis, alguns deles extremamente poderosos. A vida de superfície está prestes a «tocar» na 4D, onde o mais sublime convive com o mais degradante. E não vai parar tão cedo, porque o que há de degradante na 4D tem de ser anulado. A recente fusão dos Universos Complementares (Luz e Sombra) assim o exige. Convém, por isso, saber o que fazer. Este seminário pode ser decisivo nesse sentido.

Quem pode participar neste seminário?

Quando qualquer um está apto, desde que se abra ao verdadeiro conhecimento interno e à transformação.

Por conseguinte, não há qualquer razão para você não aderir a esta proposta, que traz o cunho da qualidade teórica e da intensidade vibracional que os nossos Amigos já nos habituaram.

A magia pratica-se, enquanto arte, na sua forma mais elevada, mas é, antes de tudo, um caminho profundo de conhecimento interno e de doação ao mundo tridimensional, na promoção da sua libertação. Isso, sim, é magia. É disto que se vai falar neste seminário, para além dos processos alquímicos que ocorrem neste momento na Terra.

Quando e onde se realiza?

LISBOA (Hotel Holiday Inn – Av. António José de Almeida, 29)
Sábado, 17 de Outubro, das 10:00 às 19:00

PORTO (Hotel Vila Galé – Av. Fernão de Magalhães)
Domingo, 18 de Outubro, das 10:00 às 19:00

Não mais métodos grosseiros de manipulação e de condicionamento da realidade. Quem quiser saber mais sobre este métodos, deve dirigir-se a outros locais. Não mais a cultura do medo ou do condicionamento e de todos os métodos ligados a essa postura.

Preços e inscrições

O valor do curso é de €100 (€150 para casais) a ser pago no acto de inscrição do dia do seminário, preferencialmente em numerário. Contudo, pode optar pela liquidação em cheque na totalidade ou, se quiser, repartindo a quantia em dois (2) cheques. O primeiro terá a data do início do seminário; o outro será pré-datado para qualquer data do mês seguinte (Novembro). A quantia de cada cheque pode variar, desde que o total seja €100 (€150 para casais). Ambos os cheques terão de ser entregues no início do seminário.

Para se inscrever basta enviar um e-mail para vitorino@velatropa.com com os seguintes dados: Nome completo (não esquecer o apelido), telefone, idade, data de nascimento e cidade onde quer participar (Lisboa ou Porto). Se já assistiu a um dos nossos eventos, basta dizer que se quer inscrever e para onde; o seu endereço de e-mail servirá para identificação na nossa lista.

Também pode usar os telefones 965 279 284 (Vitorino) ou 965 638 383 (Esmeralda) para enviar um SMS com nome próprio e apelido (o nome de ambos no caso dos casais), ou, em última análise, para se inscrever de viva voz.

Ajude-nos a divulgar este evento usando as formas de que dispõe.

Muito obrigado pela atenção que dispensou a esta proposta.

Esmeralda Rios e Vitorino de Sousa
www.velatropa.com/uc