Wednesday, September 23, 2009

Aprender a Voar!

“A maior parte das gaivotas não se querem incomodar a aprender mais que os rudimentos do voo, como ir da costa à comida e voltar. Para a maior parte das gaivotas, o que importa não é saber voar, mas comer. Para esta gaivota, no entanto, o importante não era comer mas voar. Mais que tudo, Fernão Capelo Gaivota adorava voar.”

Fernão Capelo Gaivota de Richard Bach


"Curso

AO ENCONTRO DA ENERGIA MATRIZ

Esmeralda Rios e Vitorino de Sousa
www.velatropa.com/uc



Cada vez mais fundo!


A transcrição do que foi transmitido oralmente recebeu algumas alterações, com o intuito de facilitar a leitura, o seu entendimento e assimilação.


Lisboa, 6 de Setembro de 2009, no final do trabalho de fim-de-semana:

Sintonização de Vitorino de Sousa:

Sem querer tornar muito teatral este momento, gostaria que reconhecessem que é a primeira vez que eu comunico, por esta via, com a Humanidade. O objectivo deste contacto é deixar um padrão, tal como fizeram os vossos descobridores no século XV, marcando um momento no tempo interdimensional e, também, dar-me a conhecer vibracionalmente. Os corações espirituais de alguns dos presentes sentirão a diferença: talvez através de uma pressão no peito, de uma aceleração cardíaca, de uma breve indisposição, de uma sensação de flutuação… Cada um sentirá da sua forma.

Esta comunicação estava prevista, mas foi preciso esperar que este canal estivesse em condições de suportar a minha vibração.
Eu sou a vertente masculina de Anura, «Anura/Pai», se quiserem; simultaneamente sou, como a Esmeralda já me chamou, o «Rei dos Gnomos». Esse Reino Coadjuvante, porém, não vive sob um regime monárquico! Diria que eu sou a raiz, a base, ou como quiserem chamar, de todo esse enormíssimo exército de colaboradores. Eu sou, portanto, o ponto de partida da força telúrica, aquele que emite o «espermatozóide» da criação terrena, que proporciona a fecundação das matrizes e de tudo o mais que a minha complementaridade, Anura - conhecida como «Mãe Terra» - pode produzir e pôr em prática. A minha função é, portanto, de sustentação. Mas sustento tanto os parâmetros necessários à Criação, como coordeno o trabalho dos Gnomos - aqueles que, ao longo de estes dois dias, têm estado aqui trabalhar na vossa reconstituição.
A partir de agora têm de contar comigo, pois a vossa amada Mãe Terra é a mim que vem buscar sustentação. Ou pensavam que ela trabalhava no vácuo? Quer isto dizer que o nosso trabalho vai ser intensificado. É como se o meu surgimento significasse um aumento da intensidade no ritmo evolutivo. Em consequência dessa intensificação, passaremos a ir cada vez mais fundo na remoção das toxinas vibracionais, o que significa que, num caso ou noutro, o desconforto associado à «limpeza» poderá ser sentido mais intensamente. No que toca aos presentes, alguns não sentirão diferença nenhuma, pois, dentro de dois ou três dias, depois de terem voltado às rotinas habituais, serão aliviados da pressão vibracional que, agora, ocorre nas vossas respectivas «bolhas». Em consequência, a memória do que se está a passar neste momento arrefecerá e a intensidade esvair-se-á. Em breve, não se lembrarão do que se passou. Se acaso se lembrarem, a coisa parecerá uma curiosidade. E dirão aos amigos: «Olha, outro dia o Anura/Pai canalizou!».

Talvez os vossos egos fiquem ainda mais dilatados por terem sido os primeiros a assistir à minha «estreia». Mas, em função do trabalho que estamos a fazer - e vamos continuar a fazer -, pode ser se desvaneça rapidamente a vaidade de se considerarem privilegiados. Alguns, talvez venham até a desejar não terem estado aqui: se tivessem ficado em casa, não seriam submetidos ao efeito terapêutico do nosso trabalho. Mas são assim as coisas e o processo está cheio de surpresas!

Não pretendo que passem a invocar-me; pretendo apenas que, como já foi sobejamente dito, se disponibilizem para o nosso trabalho. Não precisam de invocar a energia dos Gnomos para ficarem privados das toxinas vibracionais. Nós trabalhamos mesmo sem invocações, pois o que conta para nós é a vossa disponibilidade. E sempre foi assim, porque as invocações, de uma forma geral, correspondem àquela situação, bem conhecida, de só se lembrarem de Santa Bárbara quando faz trovões! Ora, eu não sou a Santa Bárbara das primeiras dimensões! A minha raiz está na primeira dimensão e eu sou o ponto de partida para tudo o que diz respeito a este planeta.

Já ouviram, muitas vezes, Lúcifer chamar-vos «filhos» e «filhas»; noutro contexto, todos vocês são igualmente meus filhos e filhas. Espiritualmente falando, já conheciam o «Pai do céu»; agora ficaram a conhecer o «Pai da Terra»!
Está a chegar a altura em que, para fazermos o nosso trabalho, nós não precisamos da vossa autorização: a «entrega» que fizeram, ou, simplesmente, os desejos, mais ou menos explícitos, de evoluírem espiritualmente, funcionam como um salvo-conduto para fazermos o que temos de fazer. Julgam, por acaso, que os vossos desejos e pedidos ficam sem resposta? Julgam que, lá porque os fizeram olhando para cima, nós não ouvíamos «aqui em baixo»?
Por conseguinte, para além de terem ficado a saber que, daqui em diante, têm de contar comigo, também ficaram a conhecer quem está na origem do processo. E, com isto, a «Mãe» vai ficar muito mais firme. Não alterará o amor e a dedicação que sempre manifestou por vocês, mas a envolvência vibracional vai passar a ser diferente. Se quiserem, a «Mãe» vai passar a ser implacável. Não se trata de ameaças; trata-se de, finalmente, irmos ver quem tem unhas para tocar a guitarra que há muito tempo anda a dizer que quer tocar!
Compreensão, amor e aceitação, mas não mais complacência com as falsas intenções e as mentiras! Este passo evolutivo há muito que já devia ter sido concluído. Não foi porque a maior parte da Humanidade, apesar das ajudas de que sempre dispôs, não tem feito o que estava ao seu alcance.
Chegou a hora de ficarem a saber o que significa ter acabado o tempo de brincar às espiritualidades.

Este discurso nada tem a ver com factores cósmicos relacionados com certas datas. Não tem nada de premonitório, acerca do que vai acontecer cosmicamente no dia X do ano Y. Este discurso é muito mais básico e essencial, porque é no centro do alvo que o trabalho tem de ser feito, independentemente do que possa vir a acontecer nesta ou naquela data. Todos os colaboradores da Terra e de fora dela, não têm uma varinha mágica; trabalham em função da vossa disponibilidade e da vossa entrega! Todavia, quem anseia pela chegada de determinadas datas, certamente descura o trabalho que tem de fazer consigo mesmo; se estivesse focado nele - que é o que se mostra realmente prioritário -, decerto daria urgência aos passos da sua própria depuração, em vez de se entreter a divulgar o que gera graves expectativas acerca do tempo futuro. Dir-me-ão que todos têm a liberdade de divulgar o que entendem que devem divulgar. Sem dúvida. Mas, preferir o supérfluo e o transitório, tem consequências. Muitas mensagens são divulgadas com a maior das boas vontades, mas sem que o emissor tenha a menor consciência do efeito negativo que provocam, o qual, naturalmente, é sempre contrário àquele que se pretende atingir.

Com a minha entrada em cena, alguns vão ficar a saber o que é a simbiose firmeza/doçura! Pensaram, por acaso, que a «Mãe» era mole? Pareceu-lhes que ela se tem limitado a trautear canções de embalar, enquanto mostra um olhar suplicante para o «Pai» - que parece estar a dormir -, pedindo pelos seus filhos?
A veemência que parece transparecer destas palavras, não é por eu ter estado calado tanto tempo e por, agora, querer aproveitar a oportunidade para desabafar. Oportunidades não faltarão, para dizer o que tenho a dizer. Esta veemência é apenas para vos comunicar uma mudança de estratégia. Alguns acharão desagradável, mas o trabalho que tem de ser feito - e vai ser feito -, não se compadece com reacções de carácter emocional, ou com opiniões acerca do que é dito e da forma como é dito. Não confundam um ser amoroso, com um ser flácido! ... Muito obrigado.


Porto, 20 de Setembro de 2009, no final do trabalho de fim-de-semana:

Sintonização de Vitorino de Sousa:

O que é que se pode dizer mais? Julgam que tudo o que ouviram ao longo destes dois dias, para além do que foi lido, é da autoria destes dois, que aqui estiveram a passar informação e a orientar os trabalhos? Por isso vos pergunto: o que é que se pode dizer mais?
O facto de, na minha primeira comunicação, eu ter dito que a «Mãe» ia passar a ser implacável, parece que gerou alguma apreensão. Requer-se, portanto, um esclarecimento:
O que significa dizer que a «Mãe» vai passar a ser implacável? Acaso significa que vocês vão ser alvo de algum castigo? O simples facto de levantarem essa possibilidade mostra, claramente, quanto estão longe de compreender o que é o Espírito. Dizer que a «Mãe» vai passar a ser implacável, significa que vai diminuir a margem de tolerância para continuarem a agir «fora da lei», julgando-se donos da impunidade, agindo a seu belo prazer. Mas não pensem que a diminuição desta «margem de tolerância» corresponde a uma diminuição do que nós sempre nutrimos e demonstrámos pela Humanidade; se, durante muito tempo, pareceu que estávamos ausentes e distraídos para atender às vossas súplicas, foi porque a generalidade dos seres humanos se encontrava totalmente despreparada para reconhecer a nossa ajuda. Nunca deixámos, porém, de enviar quem vos entregou preciosos ensinamentos, dos quais poderiam ter tirado melhor proveito. Todavia, como quem não reconhece uma dádiva não pode beneficiar dela, acabou por vos parecer que «Deus» estava a olhar para outro lado. Não é verdade. A prova é que, ainda hoje, são poucos os que já reúnem as condições que lhes permite reconhecerem e aceitarem a nossa ajuda. Em conjunto, já demos um passo; outros daremos no futuro. Estes, que nos reconhecem, aceitam e integram a nossa ajuda, são os que abriram primeiro os olhos. E seria uma banalidade dizer que, quem tem os olhos fechados, não vê nada: não vê quem os prejudica e manipula, assim como não vê quem os ajuda e lhes fornece tudo o que precisam para o seu despertar. Nós, porém, limitámo-nos a aguardar.

Eu sou Anura/Pai e, simultaneamente, o coordenador do Reino Coadjuvante dos Gnomos. Eu sou o «Pai» da polaridade complementar do céu, ou seja o «Pai» da Terra. Não há, todavia, dois «Pais»; há linhas convergentes a trabalhar em funções distintas. Não é pelo facto de ancorarmos no centro da Terra, que estamos divorciados do Cosmos; é, apenas, a natureza da nossa função. E também não é por pertencermos a uma dimensão numericamente inferior àquela onde vocês se expressam, que somos inferiores. Antes pelo contrário.
Anura/Mãe e Anura/Pai, do centro da Terra, expressam-se num cone que abre para cima; Yasmin e Lúcifer, no ponto superior, manifestam-se num cone que abre para baixo.


E, na junção dos dois círculos, projectados por esses pontos, estão vocês.


É no cento dessa circunferência que vocês se encontram. E através de vós passa o eixo que cruza o vértices desses cones. É por isso que se diz, e é verdade, que vocês estão no «olho do furacão»[1].


Não têm alternativa. Não têm para onde fugir, nem através do desencarne: se a vossa vibração for baixa, assim que desencarnam ficam «presos» na zona sombria da 4ª dimensão. Portanto, não têm escapatória, não têm por onde se esgueirar para as dimensões mais altas, às quais acham que têm direito. Têm direito, mas é só quando estiverem devidamente preparados. Vamos agora repetir o que já foi dito inúmeras vezes: a escolha é vossa.

Preparem-se porque o ritmo aumentar. A aproximação ao centro do torvelinho implica o aumento da velocidade de rotação. Poderão perguntar: «Como se evita a tontura e o enjoo desse movimento circular, cada vez mais acelerado?» Evita-se mantendo o olhar fixo num ponto, embora, neste caso, não seja um ponto, mas um conceito: a vossa metamorfose! Uma miríade de métodos está já ao vosso dispor, para facilitar esse processo. Todavia, ao contrário do que possam pensar, o problema não é qual desses métodos vão utilizar para se auto-transformarem; a questão é saber se tomarão a decisão de se transformarem. Também isto não é novidade. Mas, porque isto ainda não ancorou no coração espiritual de muitos, está a ser dito mais uma vez.
Poderás perguntar: «Meu Deus, o que posso eu fazer mais? Tenho feito o que está ao meu alcance!» Bom… Acaso, tens complexos de culpa por julgares que não tens feito o suficiente? Se tens, livra-te deles rapidamente! Mas que sabes tu acerca do que tens feito e do que é «suficiente»? Achas, por acaso, que o teu desenvolvimento espiritual se mede pela quantidade de centros que frequentas, pelos livros que tens lido, ou pelo curso que já fizeste? Tudo isso tem o seu valor, mas está longe de ser o fundamental. O teu desenvolvimento espiritual faz-se disponibilizando-te para que nós, e outros, possamos actuar, e cumprindo com a tua parte, que logo ficarás a saber qual é.
Percebes agora, porque temos insistido tanto na disponibilidade? Assim, para a pergunta: «Meu Deus, que mais eu posso fazer?» a resposta é: «Disponibiliza-te um pouco mais!» Tens-te disponibilizado até onde te é possível, mas já sabes que a fasquia não está perra; pode subir um pouco mais. E na disponibilidade para aceitares a nossa colaboração e intervenção nos teus sistemas, que tens de concentrar os teus esforços. E, em função do novo patamar para onde te alçares, logo terás a intuição dos métodos necessários ao cumprimento das necessidades desse patamar de desenvolvimento. E outro se seguirá… e outro se seguirá… e muitos outros se seguirão. Isto, porém, não é da tua conta, nem te deve preocupar.
Já te esqueceste o que diz o mapa turístico da cidade? «Você está aqui.» Tu estás no centro do círculo vermelho… cujo diâmetro é cada vez mais estreito, aliás! Quer isto dizer que a margem de «tempo de futuro» de que dispões, para saberes o que vai acontecer, é cada vez mais curta. Chegará um dia em que será só de duas horas; depois será de alguns minutos, até chegar aquele «momento sublime» em que só saberás jo próprio momento. Ou seja, acabou-se o «jogo da antecipação». Esse é o momento a que tens que chegar, porque ele define a natureza da génese da criação pura: a total ausência de intervalo temporal entre a decisão de criar algo, de criá-la e de beneficiar dela. É a decisão de fazer algo e de fazê-lo imediatamente com a convicção de que não erras.

Sim, a «Mãe» vai tornar-se implacável… e eu vou ser intransigente! Não pensem que se trata de uma decisão de vos pôr na ordem, como se faria a alunos mal-educados, a cábulas delinquentes, etc. Não. Não se trata disso; trata-se de pedir o que vocês estão em condições de dar, mas não estão habituados a que vos peçam. Vocês não estão habituados a que nós vos peçamos seja o que for; estão habituados, sim, a pedir-nos. Nós, porém, há muito tempo que vos andamos a pedir algo. Mas, como disse há pouco, não são só os olhos que têm estado fechados; os ouvidos também. Portanto, se era escusado dar-vos um tipo de ajuda, que vocês não estavam minimamente em condições de reconhecer e, portanto, de beneficiar, era igualmente escusado pedir-vos fosse o que fosse, porque vocês não ouviriam. Ora, quem não ouve nem vê, faz apenas o que lhe apetece. E, em 99% dos casos, o que fizerem não era o que precisavam. É por isso que a Humanidade tem tido tanta dificuldade em progredir.
Isto não é uma acusação, é a constatação de um facto. Mas, agora que olhos e ouvidos começaram a abrir-se, nós não descansaremos enquanto todos não virem e não ouvirem perfeitamente. Assim, vamos convidá-los para esta dança de uma forma que não poderão recusar. Já vos disse que vocês não têm fuga possível. Como este canal costuma dizer, estão num beco sem saída. Um beco sem saída, porém, tem uma possibilidade de saída que, normalmente, não é considerada: é a saída por cima! Um beco sem saída só não tem saída no plano horizontal. Um beco nunca está tapado pelo lado de cima; se estivesse, não era um beco, era um túnel. Ora, vocês já sabem perfeitamente o que é que significa «sair por cima»!

Julgam que esta intensificação do trabalho deriva de a «Mãe» ir passar a ser implacável? Não. Deriva de a vossa limpeza estar a ocorrer em camadas cada vez mais profundas. Os desafios de crescimento e de amadurecimento que vão enfrentar, decorrentes da remoção do lodo do fundo do poço, vai forçar-vos, inevitavelmente, a uma mudança de postura: vão ter de decidir se querem acompanhar a evolução da Terra e de todo o sistema periférico, ou se não querem. Ou ficam no planeta, ou, mais cedo ou mais cedo vão ter que partir.
Reparem que esta forma de colocar a questão não é um ultimato, já que continuam a dispor de livre arbítrio. O que tem de acabar é que muitos usem o seu livre arbítrio negativamente, para boicotarem o trabalho e a dignidade daqueles que passam a vida aos remos da Nau da Evolução. Quem decidir partir e quem decidir ficar será apoiado com o mesmo empenho. A natureza do apoio, porém, será conforme o tipo de decisão que cada um tomou. Por outras palavras, quem decidir ficar terá um apoio diferente de quem decidir partir. E, contra isto não há argumentos. É neste sentido que se fala de intransigência. Deixou de haver espaço para «jogos de cintura». Agora, finalmente, vão ter que deixar para trás, definitivamente, a ingenuidade, a imaturidade, o auto-engano e a auto-indulgência.

Como disse no início desta comunicação, o espaço para complacência «divina» está a diminuir. Ou seja, agora é a sério. E o facto de vocês concordarem ou discordarem destas palavras e do que elas significam, não tem a mínima importância. Este processo não depende da vossa aquiescência ou recusa. A vossa opinião e reacção emocional, gerada pelos desafios de crescimento que já estão a viver ou irão viver futuramente, não contam para a velocidade que o processo tem a capacidade de ganhar. Pela primeira vez, vocês vão reconhecer que são responsáveis pela vossa vida e pela qualidade dela, a todos os níveis. Vão começar a perceber, claramente, as consequências de escolherem/decidirem sem considerarem a vossa própria intuição. Não escondemos que, para alguns, a aprendizagem vai ser dura; para outros não tanto. Mas o que interessa aqui não é a moleza ou dureza da aprendizagem – é a decisão de fazer essa aprendizagem e de se manter nela. Não se esqueçam que nós não avaliamos a situação do ponto de vista do vosso corpo emocional. Quererá isto dizer que não temos respeito, amor e compaixão por vocês? Claro não. Temos tudo isso, e muito mais, de uma forma que vocês nem imaginam. A nossa compaixão, amor, paciência, compreensão, etc., não se comparam com a vossa definição desses conceitos. Não confundam «amor» com «impunidade», ou «compaixão» com «permissividade».
Até aqui foi dada alguma margem de manobra, mas já vos disse que ela vai diminuir. Não pensem, porém, que vão ficar espalmados entre duas folhas de papel, como qualquer mosca desventurada. Por enquanto, ainda têm 20 cm entre elas. Mas as folhas estão a aproximar-se. Se não treinarem a arte do voo, não conseguirão sair da «zona de confinamento». Isto não é uma ameaça; é o que têm de saber. Todos têm de passar a experimentar - conscientemente -, os resultados das decisões que vão tomando. Todos, agora ou depois, vão acabar por perceber o que eu quis dizer com: «Agora é a sério.»

Muito obrigado pela vossa atenção.






Os nossos agradecimentos a Beatriz Valentim pelo seu trabalho de transcrição.




Este texto está disponível para ser divulgado sem restrições.
Muito obrigado pela colaboração.
[1] Um agradecimento ao nosso amigo Carlos Mendes, que, tendo assistido a esta canalização, nos enviou, dias depois, estas imagens."

2 Comments:

At 2:03 PM, Anonymous Liane Mesquita said...

Olá Aninhas,
Um forte texto, não é mesmo? Leva-nos a muitas reflexões...

Uma pergunta.
Sou brasileira e portanto a expressão "a fasquia está perra" me é totalmente desconhecida. Poderia me esclarecer seu significado? ;-)
Agradeço, querida.
Namastê
Liane

 
At 2:46 PM, Blogger Aninhas said...

Oi Liane, se quiser ficar a saber mais sobre este texto é só ir a http://www.velatropa.com/uc/

a fasquia é a barra de ferro no salto com vara (modalidade olimpica)
perra, quer dizer que necessita ser oleada (como as fechaduras)
Assim a fasquia não está perra, quer dizer que podemos sempre elevarmo-nos mais ;-) é mais fácil do que à primeira vista possa parecer.

Abraço iluminado
Ana

 

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