Saturday, November 21, 2009

O Homem e a Mulher



"O homem é a mais elevada das criaturas.
A mulher é o mais sublime dos ideais.



Deus fez para o homem um trono;
Para a mulher um altar.
O trono exalta; o altar santifica.



O homem é o cérebro; a mulher o coração.
O cérebro produz luz; o coração o amor.
A luz fecunda. O amor ressuscita.



O homem é um gênio; a mulher um anjo.
O gênio é imensurável; o anjo indefinível.



A aspiração do homem é a suprema glória;
a aspiração da mulher a virtude extrema.
A glória traduz grandeza;
a virtude traduz divindade.



O homem tem a supremacia;
a mulher a preferência.
A supremacia representa força;
a preferência o direito.



O homem é forte pela razão;
a mulher invencível pela lágrima.
A razão convence; a lágrima comove.



O homem é capaz de todos os heroísmos;
a mulher de todos os martírios.
O heroísmo enobrece; o martírio sublima.



O homem é o código; a mulher o evangelho.
O código corrige; o evangelho aperfeiçoa.



O homem é um templo;
a mulher um sacrário.
Ante o templo, nós nos descobrimos;
ante o sacrário, ajoelhamos-nos.



O homem pensa; a mulher sonha.
Pensar é ter cérebro;
sonhar é ter na fronte uma auréola.



O homem é um oceano; a mulher um lago.
O oceano tem pérola que o embeleza;
o lago tem a poesia que o deslumbra.



O homem é uma águia que voa;
a mulher um rouxinol que canta.
Voar é dominar os espaços;
cantar é conquistar a alma.



O homem tem um farol: a consciência.
A mulher tem uma estrela: a esperança.
O farol guia e a esperança salva.


Enfim,


O homem está colocado onde termina a terra;
A mulher onde começa o céu ..."


Victor Hugo 1801-1885

A Semente

"A implantação da semente
Canalização de Yasmin

(...)

Certos passos da purificação interna ‐ de que vocês estão tão necessitados ‐, só podem ocorrer
quando o grau vibracional da pessoa corresponde à memória que precisa de ser removida (a qual
é sempre activada por «programa condicionador»).

Ora é aqui, precisamente, que aqueles que se entretêm com os jogos de magia negra prestam um auxílio inestimável ao Plano da Luz/Amor deste universo. Decerto já sabem que a Luz tem a capacidade de reformular, a seu favor, tudo o que, vindo do exterior, provém de uma matriz diferente. Pode levar tempo, mas sempre acontece! Então, aquilo que, à partida, poderia ser entendido como uma influência negativa e pressionante, nalguns casos até obsessiva, acaba por colocar a pessoa no grau vibracional necessário ao processo de purificação. É por isso que, por vezes, vocês se sentem tão mal.

Quem está em processo de purificação interna, pode sentir‐se mal por duas razões fundamentais:

1) Consequência de uma «simples» limpeza de memórias;

2) Consequência de uma «complicada» descida às sub‐caves do corpo emocional, a fim de
ficar em condições de ser trabalhado.

Se o que precisa de ser removido tem um carácter «tenebroso», a pessoa tem de vibrar nesse mesmo cumprimento de onda para que o trabalho possa ser feito. É ao colocar‐se, mocionalmente, na vibração que corresponde ao «lixo» que precisa de ser removido, que a «ficha» e a «tomada» encaixam perfeitamente tornando possível a «limpeza».

Por exemplo: um medo profundo só pode ser removido através de uma experiência
de medo profundo. Por isso se diz que os seres humanos não podem deixar de, mais cedo ou
mais tarde, virem a enfrentar os seus medos!

Não quer dizer que um «programa condicionador» de um ciúme profundo, por exemplo, tenha
de ser anulado através de uma experiência dessa natureza. O que conta, de facto, não é a
emoção em si, neste caso o ciúme, mas sim o grau da vibração que a estimula. Portanto, se numa
determinada pessoa o ciúme vibra, digamos, com um valor ‐27 (menos vinte sete), ela tem de se
«posicionar» na mesma vibração para que o trabalho de purificação possa ocorrer. Esse estado
emocional de «‐27», porém, pode ser alcançado através de uma irritação profunda, de uma
frustração violenta ou outra qualquer emoção distinta do ciúme.

Alguém já disse que «a hora mais escura é a que anuncia o nascer do Sol». E é bem verdade.
Assim, quando se sentirem emocionalmente desconfortáveis, tenham a consciência do que se
está a passar e alegrem‐se. Porque, de duas, uma: ou o acto de purificação já ocorreu e vocês
estão a viver as consequências desse trabalho… ou está prestes a ocorrer! Neste caso, o
desconforto deve‐se ao facto de, emocionalmente, estarem a descer para o nível vibracional
correspondente ao que precisa de ser removido.

Em ambos os casos são boas notícias!
Reconhecemos que as emoções envolvidas nessas circunstâncias podem ser desagradáveis. Mas
tenham em consideração que elas visam a purificação, o equilíbrio e a implementação de uma
nova forma de funcionamento do vosso corpo emocional. Dela muito necessitam para
experimentarem as condições que se implementarão nos próximos anos.

Quando se sentem mal vocês acham que essa indisposição não vai ter fim. E, quando a crise se
prolonga, instala‐se a noção de que estabilizou nesse patamar e que não há alternativa. Perdem a
esperança e a confiança, surge a dúvida e até a descrença nos planos superiores, e põem a dizer
mal de nós. Depois, quando termina a travessia do «túnel», sentem remorsos.

Mas fiquem tranquilos. Nós sabemos muitíssimo bem como funciona o corpo emocional humano, quando é submetido ao trabalho de purificação. E mesmo que não soubéssemos, as vossas emoções em relação a nós jamais nos afectariam! Não vou ao ponto de dizer «co‐criem uma boa crise», porque ela surgirá, quer queiram quer não. É uma questão de tempo. Mas, quando ela chegar, dificilmente experimentarão emoções que já não tenham experimentado antes. Portanto, não há razão para medos!

O que interessa ressaltar aqui é que, quando virem alguém a manifestar um comportamento
criticável, considerem a possibilidade de essa pessoa estar a «descer» para o tal «‐27», onde uma
alquimia profunda pode ocorrer. Ou seja, não julguem ninguém, nem nessas circunstâncias nem
em quaisquer outras, porque vocês não sabem o que se passa em cada momento em todos os
níveis da realidade. Muitas vezes são até enganados pelo que se passa no próprio nível em que
vocês se manifestam: olham para os factos e lêem‐nos de uma forma distorcida. Então, se isto
acontece com os episódios comuns do vosso quotidiano, imaginem o risco de se atreverem a
julgar e a tirar conclusões acerca de um episódio que se reflecte em todas as dimensões, como
uma pedra que, ao cair na água, provoca agitação em todos os sentidos.

Aceitar o desconhecimento das coisas extradimensionais é um sintoma de muita sabedoria… que vocês evitam manifestar com medo de serem julgados como ignorantes! Para os humanos da Terra, «fechados» na 3D, a frase «quanto mais sei, mais sei que nada sei» é uma sentença sábia.

Portanto, caros mestres, enquanto estiverem na Terra, procurem ser coerentes com essa
condição transitória que tanto vos limita. E não permitam que os complexos de inferioridade vos
atormentem por causa disso!

(...)

O problema é que quando um ser humano ainda não sabe o que tem de vir a saber, ou
quando não se interessa em saber quem deve trabalhar nele, abre as portas àqueles que estão no
baixíssimo nível vibracional em que ele próprio se encontra. O que é um risco! É por isso que
aguardamos a vossa ordem para desencadearmos os processos de purificação.

Os principais elementos do já extinto Universo Sombra, que tanto vos atormentaram
durante tanto tempo, já não exercem essas funções. Portanto, como eles já não podem
dar ordens para as suas tropas, os «diabretes» andam perdidos e desorientados, sem
perceberem o que se está a passar. Para que não aconteça o mesmo convosco – nesta
fase, não convém nada andar perdido e desorientado -, aqui estou a relembrar estas
notícias.

Porque o vosso livre arbítrio é sagrado, nós não podemos impedir que «diabinhos», ainda no
«activo», se aproximem e vos manipulem, se vocês próprios o permitirem, mantendo a vossa
baixa vibração. Embora gostassem de não ser assediados por obsessores, por nós termos
tamponado, proibido e filtrado a sua acção, esquecem‐se que, afinal, os responsáveis por esse
assédio são vocês mesmos.

Como? Através das escolhas inábeis e das orientações perversas que, por vezes, dão às vossas vidas. Durante muito tempo viveram na mais ingénua impunidade, a qual decorria do subdesenvolvimento espiritual e das condições precárias da vossa matriz. Logo,
não podiam fazer de outra maneira.

Não havia, sequer, condições para nós vos alertarmos do que estava a acontecer, a não ser através dos «mestres» que enviámos para a Terra. Mas vocês não os reconheceram. No mínimo, ignoraram‐nos; no máximo assassinaram‐nos! Ora, não é o que se passa presentemente. Portanto, como sempre fizemos, continuamos a aguardar que nos digam se querem sair ou não do atoleiro vibracional onde há muito se encontram.


3 Referência a alguns antigos servidores da Sombra que, depois da «fusão» dos Universos Complementares, foram
«regenerados», trabalhando, agora positivamente, para a Humanidade. Aprofunde este fenómeno no site já
assinalado.


Foi suficientemente explicado, ao longo deste trabalho, como se perpetuam as vossas simbioses
com seres de baixa vibração: estão presos uns aos outros, como dois pólos, mas só um dos pólos
tem a capacidade de cortar o laço que vos une. E esse pólo não é o «invasor», não é o
«obsessor», não é o «ser da sombra»; é o ser humano. Percebem agora por que tantas vezes vos
dissemos: «assumam o vosso poder?». Se assumirem o vosso poder, vão aprender a decidir
correctamente e, claro, mais cedo ou mais tarde vão deixar de ver a vossa vida boicotada, como é
extremamente comum.

As decisões correctas são uma consequência da assunção do poder.

Enquanto a vossa «coroa» se mantiver no chão, escusam de desejar a capacidade de tomar
decisões sábias. É a energia da vossa «coroa», símbolo do verdadeiro Poder, que, uma vez posta
sobre a cabeça, rodeando o chacra coronal, activa a capacidade das sábias resoluções. Será por
acaso que as coroas se colocam no alto da cabeça? O símbolo da realeza poderia ser de outro
tipo: uma braçadeira, uma pulseira no tornozelo, uma pedra preciosa no umbigo! Porquê a coroa
no alto da cabeça? Já pensaram no que isso representa? Meus queridos, a verdadeira coroa é
extra‐física. Terá a forma que vocês quiserem e será decorada com as pedras preciosas que vos
aprouver. Desenhem‐na, se quiserem… mas não a mandem construir em lata; num ritual
simbólico de coroação, ponham‐na na cabeça e, depois, aguardem. Muito pacientemente.

Termino com a minha divisa: «Sejam firmes, mas doces!»

(...)

Neste processo de transformação da Humanidade é imperioso ter a consciência profunda de que
é necessário imprimir, interiormente, o novo «Éden», pois é o que se pretende para a Terra.
Todos vocês, os que ouvem e os que estão a ler, estão a passar por um processo de depuração de
todas as encarnações. Poderíamos chamar‐lhe, a Síntese da Vida, porque só há uma Vida que é a
súmula de todas as encarnações.

Neste momento, a Vida assume a sua forma mais grandiosa, porque este é o momento em que a Terra se despe de tudo o que é supérfluo, tóxico, impróprio e inadequado. Não se trata só de fazer a síntese de todas as vidas, de transmutar o que vos condiciona, limita e dói, do que vos fere a alma e faz sentir continuamente limitados, fragilizados e pequenos. Não é só isso! É necessário, também, plasmar a nova energia – a Energia Matriz –
que, no futuro, vai dar origem a um novo «Éden», digamos assim.

Eu sei que vocês olham para vocês mesmos e pensam: «Eu?... Como?» Eu conheço‐te, a ti que me ouves e a ti que me lês. Como querias que não te conhecesse se vivo dentro de ti, se faço parte do complexo vibracional que tu és? Assim, acompanho‐te desde sempre. Estou em cada molécula tua, sou a essência do Amor guardada nas tuas células4. Acompanho‐te e sustento‐te. E mesmo nas tuas decisões mais impróprias, eu sempre estive dentro de ti a expressar aquilo a que tu chamas «Amor». Não penses que estou do lado de fora. Não. Eu estou do lado de dentro… assim como todos os «mestres» que tu adoras e até chegas a venerar!

Porque a Energia Matriz ‐ a Fonte expressando‐se na sua forma mais pura e original ‐, está a
remover o que não pertence à semente original, em todos os cantos do planeta e em todos os
seres vivos, em cada um dos presentes está a ser implantada uma nova semente vibracional.
Trata‐se da semente que, depois, de germinar, dará origem ao novo «Éden». Se germinará ou
não, cada um saberá. Esta semente tem a capacidade de equilibrar as polaridades da vossa
estrutura genética profunda. Considerem este equilíbrio como a chave mestra que permite à
Luz/Amor e á Compaixão/Sabedoria serem uma realidade.

Reparem que já não estamos a falar só de Luz/Amor do chamado Universo Luz; estamos a falar
também da Compaixão/Sabedoria – aquilo em que se transformou o antigo Universo Sombra. A
semente do novo «Éden», por integrar estes dois modelos vibracionais, é capaz de alterar
radicalmente a vossa matriz original, elevando‐a para um patamar onde nunca esteve.
Aguentarão vocês a profunda mudança que está a ocorrer? Claro! Se não aguentarem, a vossa
alma chamar‐vos‐á para outro plano, onde completarão a vossa aprendizagem. Mas a semente já lá estará.

O mais importante desta minha «visita» não é dar‐vos esta informação, não é levar‐vos a
reconhecer o Amor profundo que sinto por vocês, não é denunciar o meu contentamento por ter
voltado a expressar‐me através daquele que é o meu complemento na Terra. Acima de tudo o
que pretendo é proporcionar‐vos a possibilidade de que levarem daqui o que cicatrizará todas as
vossas feridas.

Isto é válido para os que me ouvem e para os que irão ler o que agora está a ser dito. Podem
achar estranho que assim seja. Mas estas palavras são mágicas, porque o Amor é mágico e tudo
transmuta.

O Amor é a chave da Grande Alquimia que ocorreu, por exemplo, no coração
espiritual daquele que me expressou há pouco e no de quem em dá voz neste momento.
A partir de agora, vocês não podem considerar somente a vossa transformação através da
limpeza de memórias e das tomadas de consciência; a partir de agora terão de considerar,
também, a grande mudança genética que está ocorrer no plano vibracional, através da semente
que vos está a ser implantada.

4 Lembre‐se: o Amor não é uma emoção; é a vibração suprema. Os vários tipos de emoções que sentimos são a nossa resposta à forma como lidamos com essa vibração da Fonte, que nos criou.

Vamos ficar em silêncio para que o meu Amor vos inunde e as Fadas, que trabalham activamente
comigo, possam implantar, ao nível genético vibracional, aquilo que vos falta. Só assim poderão
deixar de andar às voltas, como se estivessem encurralados.
Com o tempo, pouco a pouco, perceberão que já não são os mesmos."

Wednesday, November 11, 2009

O 3 ao contrário no palacete de Sintra












"Não para alimentar ideias, como ‘dizeria’ alguém há uns tempo, até porque o não merece, mas à laia de ilustração de quem o merece, aqui fica uma pequena nota: Aqui vai a explicação do nº3. ao contrário em Sintra:

Em Portugal costuma dizer-se que a ignorância é a mãe do atrevimento...Sintra, foi terra de Templários, Maçonaria, Priorados e Orgias.Ao que parece o facto de o nº. se encontrar ao contrário era um sinal para pessoas de fora identificarem o local do culto secreto. " Já que está a ter tanta visibilidade (o vídeo da Maitê Proença), seria bom lembrar que aquela porta pertence ao antigo Hotel Victor - frequentado por Eças,Camilos, Ramalhos e outros grandes intelectuais do Séc.XIX e que como é sabido, surge inclusivamente, retratado nos Maias.

É também de recordar que quem o mandou construir foi o Victor Sasseti, dono do Hotel Bragança, em Lisboa, maçon e grande amigo de António Carvalho Monteiro e do Luigi Manini, que lhe fez o projecto do Cottage Sasseti, na encosta dos Mouros, agora propriedade da Câmara.

Claro que o Sasseti pôs o número ao contrário de propósito!Nesta «vilazinha» tudo tem certo espírito secreto.Pena a senhorita não arranjar ninguém que lhe explique a simbologia do três...

O três invertido, tal como o triângulo invertido (1), representa o princípio masculino.O número três, como o cinco ou o sete, tem importantes conotações maçónicas (por exemplo, os três símbolos da Maçonaria são o Esquadro, Nível e o Fio de Prumo).

Três são também as Graças, como se pode ver no painel da Regaleira.Já para não falar da triplicidade do tempo (passado, presente e o futuro) e de outras coisas que davam pano para mangas."

Ou ainda: "O número 3 invertido passa a ser um "E", e é chamado de "poder do 3".Esta letra representa o olho (de Hórus).Simboliza Marte. Representa talento. Representa guerra. Representa também a Estrela de David.O 3 invertido é ligado ao aliviar de stress e ansiedade.

Uma técnica de oratória para controlo dos ouvintes muito usada pela Maçonaria é usar este poder do 3 invertido ou olho, dividindo a oratória em 3 tópicos, pois o cérebro de quem ouve assimila melhor do que se for em 2 ou 4.Aquela placa de 3 invertido poderá unicamente representar uma moradia Judaica, uma forma de dizê-lo ao mundo sem que a maioria das pessoas entendam."

Conforme um excerto do site "Síndrome de Estocolmo - Agora na Coreia do Sul"