Monday, March 29, 2010

52 Anos Estúdio Escola Anna Mascolo


Em jeito de homenagem a uma Grande Senhora da dança portuguesa que tenho a sorte de ter como professora :-)

Sunday, March 28, 2010

Cântico da Esperança

Não peça eu nunca
para me ver livre de perigos,
mas coragem para afrontá-los.

Não queira eu
que se apaguem as minhas dores,
mas que saiba dominá-las no meu coração.

Não procure eu amigos
no campo da batalha da vida,
mas ter forças dentro de mim.

Não deseje eu ansiosamente
ser salvo,
mas ter esperança
para conquistar pacientemente a minha liberdade.

Não seja eu tão cobarde, Senhor,
que deseje a tua misericórdia no meu triunfo,
mas apertar a tua mão no meu fracasso!

Rabindranath Tagore, in "O Coração da Primavera"

Wednesday, March 24, 2010



Monday, March 22, 2010

No Reino das Fadas e dos Elfos

"O Reino Coadjuvante das Fadas tem por missão ajudar a equilibrar a Humanidade. Estes seres, depositários da energia primordial da harmonia, da beleza e do amor, guardam os segredos mais profundos da energia da Deusa. Ou seja, da Matriz do Feminino.

O Reino Coadjuvante dos Elfos trata do saneamento e da purificação do éter da Terra, bem como da sua Humanidade. Por estarem ligados ao planeta pela sua integridade, são os depositários dos segredos da Matriz do Masculino e da verdade dos grandes sacerdotes."

O trabalho essencial

da mesma palestra:

"Gostaria de vos falar hoje acerca das questões periféricas do trabalho essencial. O trabalho essencial é a ampliação da vossa consciência, através do incremento da vibração global do ser, começando pelas células. Isso faz-se através da purificação das várias vertentes da vida, treinando a aceitação incondicional do que vos acontece, e criando o hábito de considerarem todas as experiências como a matéria-prima da vossa ascensão. Ou seja, o trabalho essencial é a vossa sintonia com as novas frequências da Terra. No entanto, muitos outros factores, alguns extremamente aliciantes, podem despertar a vossa curiosidade, fazendo-vos perder tempo e energia. Vou procurar abordar alguns deles.

Genericamente, esses factores de distracção/perda de tempo prendem-se com determinados tipos de contactos com os planos extradimensionais. Por exemplo, não vos deve interessar quem canalizou a informação considerada útil. Como já foi sobejamente referido, não interessa o nome do pássaro, interessa a beleza e a harmonia do canto do pássaro. Esse é, talvez, um dos aspectos a que a curiosidade mais se prende. Será que querer saber a designação terrena do canal emissor vos ajuda a criar uma ligação com os planos extra-físicos. Essa ligação, porém, não se cria dessa forma; cria-se através da ressonância vibracional. Querer saber que «entidade» canalizou determinada informação, é quase como desejar o retrato do ídolo pessoal autografado. Ora, esta postura é uma criancice, típica dos primeiros patamares do desenvolvimento espiritual. Alguém poderá dizer que esse processo cria uma «cumplicidade» com a «entidade»; na verdade, porém, trata-se apenas de um processo identificação artificial, já que a maioria atribui mais importância ao nome de quem canalizou a informação, do que à aplicação do foi canalizado. Muitos gostam de ter um arquivo com as canalizações, mas, depois, ligam pouca importância às sugestões, aos desafios e às advertências contidas nesses textos. Certos humanos tendem a dar mais valor à informação e aos conceitos contidos num texto canalizado, do que ouvi-los da boca de um amigo pleno de bom senso. Parece haver uma espécie de orgulho por terem um papel assinado por uma «entidade espiritual». Isto não tem, é claro, nem pés nem cabeça.

O mesmo se passa em relação à origem, à natureza, à constituição e ao aspecto dos vossos guias/mentores espirituais - aqueles que compõem o vosso Grupo de Apoio, se quiserem chamar-lhe assim. Mais uma vez o raciocínio é o mesmo. Qual o interesse em saber como se chamam os vossos guias, de que civilização provêm, se são «anjos», et’s, ou outra coisa qualquer, se, depois, não lhes dão ouvidos? Será só para poderem dizer que contactam com os vossos guias? Investigar a natureza, a constituição, o aspecto e a proveniência deles é outro dreno energético no vosso sistema. A concentração deve estar, pois, no que têm a fazer e na forma como têm de o fazer; o resto do tempo e da energia é para desfrutarem a vida.

O esforço deve ir no sentido de concentrar a energia disponível no essencial, em vez de se perderem em questões periféricas sem qualquer interesse. Os vossos guias, por exemplo não rejeitam o nome que lhes derem. Pode ser, até, o nome do gato que desapareceu ou morreu atropelado. Tanto faz. Nós não estamos aqui para ser reconhecidos pelos nossos nomes, até porque eles são impronunciáveis em todos os idiomas humanos. Logo, qualquer designação pode ser usada. De que vos serve sentir orgulho de ter um rouxinol lá em casa, se, depois, não atentam nem desfrutam do seu canto? Prestem atenção, por conseguinte, ao que pode purgar a vossa energia. O trabalho essencial não deve ser contaminado por actividades promovidas pelo que, na vossa estrutura, precisa de ser reciclado.

Se, por exemplo, vos parece que o trabalho em grupo é mais forte, porque se gera uma vibração mais intensa quando vários se juntam, não se esqueçam que o que se passa entre os elementos desse grupo, depois de ter acabado a meditação, pode deitar por terra a energia gerada durante o trabalho. Os verdadeiros discípulos entram em silêncio, fazem o seu trabalho em silêncio e despedem-se em silêncio até à próxima oportunidade; não tomam chá nem comem bolos, a seguir ao trabalho, enquanto comentam a vida dos outros, ou o que lhes aconteceu durante a semana. Um Trabalhador da Luz, um Aspirante à Ascensão, ou lá como vos queiram chamar, não traz para a pureza da vibração, gerada em grupo, as irregularidades e as baixas vibrações dos assuntos do seu quotidiano. Nada disso é para ser debatido depois de um sessão de trabalho, entre dentadas no bolo e goladas de chá. O trabalho essencial requer discrição e silêncio.

Não falo, reparem bem, de modéstia e de humildade, porque no actual nível de desenvolvimento da humanidade, modéstia e de humildade não passam de hipocrisias. Os «mansos» não são modestos nem humildes; são extremamente poderosos e discretos, em quietude e em silêncio. Não mostram os «galões» nos ombros empinados! Os «mansos» não são os parvos; são os que têm o coração em paz e, por isso, vivem em serenidade. Ora, um coração em paz não faz alarde de coisa nenhuma; tem apenas de se manter em paz. Nem há, sequer, lugar à troca de impressões acerca de como se devem sentir em paz uns com os outros. Quem está em paz, verdadeiramente, reconhece, no meio de muitos, aquele que está em paz. E se reconhece que muitos não estão em paz, ele permanece em paz. O desvario não lhe diz respeito. Reparem: quem está em desvario é incapaz de aproveitar a paz daquele que está em paz. Até que fique em paz, há que esperar, na esperança que invista no seu trabalho interno.

O título desta comunicação é «O Trabalho Essencial». E o trabalho essencial tem a natureza de um laser porque vocês têm de concentrar a vossa luz num ponto; têm de se tornar em Luz condensada num ponto; têm de deixar de ser lâmpadas que mal alumiam, dispersando a pouca luz em todas as direcções. Nada disto, porém, tem a ver com ascetismo. Ninguém está a dizer para se transformarem em anacoretas, refugiados nas grutas das montanhas ou nos nichos das florestas, para beneficiarem das emanações celestes e terrestres. Eu apenas estou a sugerir que sejam seres humanos comuns, concentrados num objectivo único, sobre o qual não têm de falar com ninguém. E se acharem que têm de responder às perguntas que vos fazem sobre esse tema, façam o favor se ser comedidos. Eu não estou a pedir-vos para ingressarem num convento; estou a pedir que amadureçam.

Já foi dito sobejas vezes que um verdadeiro discípulo não quer nada; está apenas disponível. Em última análise, não quer, inclusive, ser Luz. O verdadeiro discípulo, que sabe que é Luz, só tem de investir na sua purificação até ser capaz de demonstrar, claramente, a sua verdadeira natureza. Ele não tem de querer nada. Um curador, por exemplo, não tem de querer curar; se essa for a sua natureza, tem de se disponibilizar para adquirir as condições (vibracionais e não técnicas) que lhe permitam curar.

Os seres humanos confundem as coisas e complicam demais. Acham que têm de ter a parte de leão na sua própria preparação. Empreendem coisas demasiadas e fazem muito ruído. Militam muito, cegamente. Vivem obcecados pela ascensão, mas, muitas vezes, a forma como se comportam fora do contexto «espiritual», coloca-os a quilómetros da vibração correspondente à ascensão.

O trabalho essencial resume-se, pois, a dois conceitos: disponibilidade e entrega.

Muito obrigado."

Espantem-se, mas não tenham medo!

da Palestra: A transformação da consciência humana, inserida na transformação do planeta.

"«Muito se espantarão nos próximos tempos»[1]. Espantem-se, mas não tenham medo. Todas as experienciais e acontecimentos mais ou menos impressionantes de que possam vir a tomar conhecimento, fazem parte do processo de metamorfose deste conjunto inseparável a que se dá o nome de Terra/Humanidade. Se um indivíduo pode experimentar desequilíbrios, depois de receber uma dose considerável de vibração, ou após profundas mudanças, o mesmo acontece com a Terra. Quantos fizeram meditações de doação de energia para o planeta? Quantos visualizaram as grandes zonas de atrito em paz? Porém, a implementação dessa paz, que tanto desejaram e pelas quais tanto rezaram, não pode ser levada a cabo sem alguma turbulência.

O vosso corpo emocional tem vindo a ser trabalhado fortemente ao longo dos últimos tempos não só para tornar a vossa vida mais aprazível, mais fácil e escorreita, mas também para vos preparar para não reagirem com base nos velhos modelos ao que, eventualmente, possa vir a acontecer. Numa palavra, o vosso corpo emocional tem vindo a ser trabalhado para reagir com serenidade; e a informação que vão recebendo ajudar-vos-á a entender e a assimilar que o que acontece não são catástrofes mas movimentos de ajuste. Não têm de lamentar quem perece nesses acontecimentos, pois, espiritualmente falando, não há vítimas. Tudo o que acontece a qualquer ser humano foi decidido por algum dos seus níveis superiores, já que ele não se limita a ser o que manifesta à superfície deste planeta. Qualquer um pode ser surpreendido por um vendaval, uma inundação, uma onda de calor, etc., mas jamais é vítima das circunstâncias.

Não é fácil assimilar este conceito porque o decisor do desencarne não pode ser mostrado nem provado. É necessária, portanto, uma certa flexibilidade e abertura para se entender que assim é. Na verdade, a maior parte da humanidade está convencida que tudo acontece como fruto do seu desejo pessoal ou devido a circunstâncias adversas. O ego reserva para si os louros do que acontece de positivo, mas desresponsabiliza-se quando se mete em sarilhos. Fá-lo como se tudo não estivesse concertado, como se tudo não fosse uma coisa só, como se o mínimo acontecimento não fizesse parte de uma trama interdimensional. Sabemos, contudo, como é difícil aceitar este conceito sem pestanejar. Muito trabalho é requerido nesse sentido.

Portanto, espantem-se, mas não se assustem. Isto é fácil de dizer se nenhum dos vossos familiares estiver em causa, se acontecer apenas a quem é desconhecido e está longe. Neste caso talvez consigam reagir de uma forma relativamente equilibrada. Mas se algum familiar for atingido pela catástrofe, tudo isto se esboroa e passam a reagir de uma forma que vos desestrutura. É lícito que os laços familiares sejam mais fortes que aqueles que vos ligam a quem vive longe ou desconhecem. Contudo, o que acontecer, seja a quem for, não vos pode desequilibrar de tal forma que o luto seja um sofrimento de anos. É licito fazer o luto, chorar a perda; já não é licito fazer disso um drama interminável. Se tal acontece é porque havia algum tipo de dependência.

Seria bom que equilibrassem os sentimentos em relação ao nascimento e em relação à morte: nem a suprema alegria no nascimento, nem a suprema tristeza na morte, pois são duas mudanças de estado. Alguém que sai de um ponto e se materializa aqui; alguém que se desmaterializa aqui e volta para onde estava, digamos assim para simplificar. A morte é a coisa mais banal deste mundo e, no entanto, vejam a vossa dificuldade em lidar com esse acontecimento. É o único que têm como certo, mas evitam pô-lo ao mesmo nível dos outros eventos. Isto demonstra bem como a maior parte da população mundial está fora do eixo.

Quem tiver uma noção correcta do que vai ser implementado na Terra e reconhecer a perversão do sistema vigente, decerto se considerará um privilegiado por ter a oportunidade de viver esta transição. Esse indivíduo, porém, não pode estar ligado a esse sistema perverso porque, perante o que certamente irá acontecer, acabará por clamar por ajuda psiquiátrica. Ora, não é isso que se pretende. A serenidade tem de ser praticada em todas as circunstâncias, não só quando os ventos sopram de feição. Ser sereno na calmaria é extremamente fácil. Bem mais difícil é manter a serenidade em dias de tempestade. Quer isto dizer que têm de se tornar insensíveis ao que acontece à vossa volta? Não. É o corpo emocional que tem de passar a reagir de maneira diferente, porque a consciência superior sabe em que contextos se inserem esses acontecimentos nefastos. Sem esse conhecimento, não pode haver serenidade, nem tranquilidade, nem harmonia e, muito menos, beleza.

A serenidade não é para ser experimentada durante os períodos de meditação; é para ser manifestada perante a adversidade.

É durante a adversidade que o «mestre» é posto à prova. Logo, a forma como vocês, espontaneamente, reagirem a ocorrências trágicas poderá servir para avaliaram o quanto estão longe do estado de mestria, aquele que, afinal, tanto desejam. Experimentar esse estado de mestria é algo inevitável, num futuro longínquo; entretanto, muita conturbação certamente será experimentada. … Muito obrigado.
[1] Foi com esta frase que terminou o último texto abordado durante a palestra."

by Vitorino de Sousa

Friday, March 19, 2010

Acerca das sacerdotisas

do mesmo seminário:

" Já se falou bastante do poder da Deusa, do Feminino e do papel da mulher enquanto sacerdotisa. Cabe-me a mim explicar-vos o que isto, realmente, significa. Ouviram que, desde os tempos da Lemúria, nenhuma mulher voltou a ser ordenada sacerdotisa*. Todavia, tem havido bastantes que assim se consideraram. Mas não foram – e continuam a não ser - mais que fantoches na mão de manipuladores, falsos sacerdotes que precisavam da energia delas para alcançarem determinados objectivos. A criatividade humana é imensamente fértil nas formas que encontra para expressar o obscurantismo, a maldade e a vileza. Assim, em face destas tendências, foi necessário retirar um determinado poder ao Feminino, para que mais ninguém o aviltasse e se servisse dele negativamente.

Presentemente, e tal como sempre aconteceu, algumas mulheres detêm o potencial de virem a desempenhar tarefas parecidas com as que desempenharam na Lemúria e noutras civilizações. Mas não vale a pena auto-candidatarem-se, porque a escolha é feita desde o ponto de vista superior. Tal como já acontecia nesses tempos remotos, o processo de selecção das candidatas continua a ser bastante exigente. O facto de muitas mulheres guardarem o potencial de sustentarem uma determinada vibração, não faz delas sacerdotisas.


Porque é que, o Feminino foi tão acossado? Por que razão a ambição de poder do Masculino tudo fez para usurpar e controlar as sacerdotisas? Porque, através delas, a expressão do Espírito na matéria é total. Elas são a manifestação da autoridade da Deusa. Até aí vai o seu poder. Esse é o papel das sacerdotisas.

Qualquer tipo de manipulação ou perversidade, qualquer género de feitiçaria ou magia negra pode ser alterado pela vibração que elas, na sua pureza, são capazes de sustentar e irradiar. Noutros tempos, a elevação vibracional do planeta ocorria através da energia que as sacerdotisas sustentavam. Regra geral, elas viviam em lugares completamente preservados, para que nem a mais leve ponta de «escuridão» as pudesse tocar. Elas eram autênticos motores de Luz/Amor. Logo, quem, obstinadamente, visava degenerar elevação da humanidade, apenas tinha de perverter essas mulheres, de elevadíssima pureza e craveira vibracional.

Mais: o Masculino, ou seja, a maioria dos homens, adquiria um poder imenso, quando era sustentado por uma sacerdotisa. Tal como ainda hoje acontece, a sua capacidade criativa passava a ser praticamente ilimitada, por serem suportados pela energia da Deusa. Foi esta constatação que desencadeou uma corrida desenfreada, por parte dos Servidores da Sombra, para dominar as sacerdotisas. Daí que tenha sido superiormente decidido interromper a ordenação de quem já tinha adquirido a maturidade, o conhecimento e a pureza necessárias para sustentar a vibração da «Mãe». Quando a personalidade e o ego – seja de homens ou de mulheres - deixam de ter condições para a perversão e o embuste podem acontecer maravilhas.

Poderão perguntar quando voltaremos a ordenar sacerdotisas. Esse, porém, é um segredo, que só a Nós pertence; vocês terão a resposta quando claramente constatarem que uma determinada mulher ascendeu a essa condição. Aí, sim, cumprir-se-á outra parte do potencial do Feminino na Terra. Portanto, peço-vos:
abram os vossos corações à vibração do Feminino e permitam que o trabalho seja feito. Nós trabalhamos, desde sempre, em estreita colaboração com a vibração da Deusa. Em breve, ouvirão falar mais de nós.

… Muito obrigado.

* Ser uma verdadeira sacerdotisa – uma grande maga – implica a utilização do seu poder para lidar com a alquimia do coração; as outras, não passam de meras executoras de ordens obscuras, ou praticantes das formas degeneradas da Magia. … O poder feminino da Deusa nunca mais teve a expressão que alcançou na Lemúria, tanto assim que, desde esse tempo que não há ordenação de sacerdotisas na Terra."

by Esmeralda Rios

Acerca do Amor

do Seminário «A Alquimia do Coração»

" Quero falar-vos sobre o Amor, essa energia codificada que tornou possível a criação da humanidade no seu modelo mais perfeito em todos os níveis dimensionais. Quando observam as manifestações da vida planetária, facilmente verificam que a imperfeição é omnipresente, e que a limitação ou o condicionamento vos impedem de seguir pelo caminho para o qual foram criados. Têm uma ténue noção teórica da vossa perfeição e sentem saudades do resto, que desconhecem. Do ponto onde eu me encontro, eu posso explicarvos o que é a perfeição e quão doloroso é ser vítima de manipulação. Essa é, alias, a minha história por ter ficado preso num espaço interdimensional, impedindo que o Amor descesse à Terra definitivamente e libertasse toda a humanidade. Isso aconteceu há muito, muito tempo atrás, na Lemúria.

Eu sou uma das múltiplas expressões do vasto leque energético de Sananda, que tentou encarnar nesse tempo, mas ficou presa numa teia de negatividade. Fruto dessa capacidade manipuladora, a minha encarnação foi bloqueada. Assim, tive de esperar que a humanidade alcançasse o grau de vibração e de consciência necessários para que a minha libertação ocorresse. Abstenho-me de vos explicar esses factos, para vos dizer:

Não permitam que isso aconteça convosco, em nenhum momento da vossa existência.

Eu sou, pois, uma partícula do «Filho». E posso garantir que o vosso cardíaco guarda o que, depois de devidamente estimulado, entra em sintonia com a minha energia. Por estar a cumprir uma missão de ajuda, vos digo: sempre que alguém trabalha no desbloqueamento ou na libertação de qualquer limitação relacionada com a magia negra, é à minha vibração que apela, pois colaboro em estreita com a energia da “Mãe” – a Grade Curadora.

É imprescindível impedirem qualquer tipo de manipulação, deixando de acreditar que são imperfeitos, limitados ou condicionados. Dentro de vocês permanece aberta a entrada para o paradigma da perfeição. Os arquétipos do Feminino e do Masculino permanecem a salvo de qualquer manipulação, prontos para serem reactivados. Eu vos conduzirei até esse «jardim» de que tantas saudades têm; eu vos orientarei para essa energia restauradora, que permitirá a iluminação das vossas células. Evoquem-me com o nome que quiserem, porque eu sou - e serei sempre - uma partícula da energia crística que trabalha com todas as formas da manipulação e promove a libertação da humanidade a partir do seu cardíaco. Não permitam, por favor, que,
mais uma vez, seja desvirtuado o que tem de acontecer na Terra.

Doem os vossos corações e a vossa energia para sustentar a vibração que vai permitir que algo de grandioso aconteça realmente. No entanto, para chegarem a ser capazes de sustentar essa vibração, têm de decidir aceitar e investir no processo de purificação interna. Eu sou a vibração que vos ajuda, mas são vocês que têm de decidir. Porém, atenção: não se admirem se, depois de tomarem essa decisão, se depararem com fantasmas e medos antigos, conhecidos ou desconhecidos. … Muito obrigada."

by Esmeralda Rios

Monday, March 15, 2010


Friday, March 12, 2010

Retornados: a palavra possível nasceu há 35 anos (I)

deixo aqui este texto, pois sempre achei que fomos dos portugueses mais destratados, primeiro pelo Estado Português e depois pelos próprios portugueses, dado o abismo de mentalidades que nos separavam....há quem diga que nunca se integrou...eu, embora tenha alma lusitana, sinto-me muitas vezes enclausurada neste país de mentalidades tacanhas..."Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez. Senhor, falta cumprir-se Portugal! "

in Público Por Helena Matos 20100304

"Foi uma das maiores pontes aéreas mundiais para evacuação de refugiados. Mas eles não retornavam. Eles fugiam.

"Estivadores africanos do porto de Lourenço Marques recusaram-se ontem a carregar barcos de carga destinados a Lisboa com bens pertencentes a colonos brancos que regressam a Portugal. Segundo anunciaram, respondem assim a um apelo lançado pela Frelimo no sentido dos residentes brancos permanecerem no território, ajudando ao seu desenvolvimento. Todavia, na capital moçambicana a tensão aumentou nos últimos dias, devido a uma série de deflagrações (...) que devem ser obra de extremistas das direitas."

Direitas. Extremistas. Colonos. Brancos - esta notícia do Telejornal da RTP do dia 21 de Junho de 1974 contém os tópicos básicos das notícias sobre aqueles que, um ano depois, passarão a ser designados como retornados. Mas em Junho de 1974 os retornados não só não existiam como eram precisamente aquilo que antecipada e firmemente se garantia aos portugueses que jamais sucederia. É certo que, em 1974, existiam em Portugal os refugiados de Goa e os refugiados do Zaire. Mas os primeiros surgiam como o resultado dos erros de Salazar e dos segundos não só mal se ouvira falar como também eram apresentados como a natural consequência do colonialismo.

Os portugueses de África confrontaram-se desde os primeiros momentos com um estereótipo que os reduzia à caricatura dos colonos brancos, extremistas de direita. Que para maior agravo fugiam por receios infundados e por não quererem dar o seu contributo aos novos países africanos: "filhos pródigos" de Moçambique - chama por este mesmo mês de Junho de 1974 o correspondente do Expresso naquele território àqueles que já então esgotavam os bilhetes da TAP para a viagem Lourenço Marques-Lisboa.

Mas este enquadramento ideológico, quer das vidas dos portugueses em África, quer de tudo o que lhes possa vir a suceder, leva a um fenómeno muito mais profundo que a caricatura: a indiferença pela omissão. Assim, esperar-se-ia que a situação vivida por estas pessoas em Lourenço Marques merecesse maior atenção por parte da comunicação social daquilo a que se chamava metrópole. Afinal, não era de modo algum habitual que cidadãos portugueses fossem impedidos de viajar sequer pelos seus governos, quanto mais por um movimento político armado, no caso a Frelimo, do qual o Alto Comando Militar de Moçambique (ACMM) continuava a dar conta de ataques - na terceira semana de Junho são imputados pelo ACMM à Frelimo ataques a três aldeias no distrito de Cabo Delgado que causaram uma morte e seis desaparecidos, para lá do assassínio de três chefes tribais no distrito de Vila Pery. Mas não foi isso que aconteceu. Mesmo a referência à carga que a Frelimo não quer deixar embarcar não gera qualquer curiosidade. O que pretendem embarcar estas pessoas: bens que querem colocar em segurança para o que der e vier ou a panóplia habitual de objectos nestas viagens sazonais de reencontro com os familiares e de apresentação dos filhos aos parentes que tinham nesse território a que chamavam Portugal europeu? Em Lisboa ninguém se interessou por esse assunto. Vão ser necessários muitos meses e muitos milhares de retornados para que a imprensa portuguesa lhes dedique espaço e para que o discurso do poder político-militar conceda que eles existem.

Seja na versão oficial ou no imaginário de cada um de nós, os retornados são um fenómeno de 1975. De facto, são de meados de 1975 as imagens dos caixotes junto ao Padrão dos Descobrimentos e das crianças sentadas no chão do aeroporto de Lisboa. É também em 1975 que começa oficialmente a ponte aérea que traria centenas de milhares de portugueses de África. E finalmente é em 1975 que, perante a evidência da catástrofe, se arranjou um termo politicamente inócuo, susceptível de nomear essa massa de gente que só sabia que não podia voltar para trás. Arranjar um nome para esse extraordinário movimento transcontinental de milhares e milhares de portugueses foi difícil, não porque as palavras faltassem, mas sim porque os factos sobravam.

Contudo, não só muitos deles não eram retornados, pela prosaica razão de que tinham nascido e vivido sempre em África, como surgem muitos meses antes de a palavra "retornado" ter conseguido chegar às primeiras páginas dos jornais portugueses. Desde Junho de 1974 que encontramos notícias sobre a fuga dos colonos, dos brancos, dos africanistas, dos europeus, dos ultramarinos, dos residentes e dos metropolitanos. Enfim, de pessoas brancas, pretas, mestiças, indianas... que residiam em Angola, Moçambique, Guiné e Cabo Verde. Nenhum destes termos é verdadeiramente apropriado para descrever o que eles de facto eram, mas a desadequação dos sinónimos foi breve, pois dentro de poucos meses eles deixaram de ser definidos em função dessa África onde foram colonos, brancos, africanistas, europeus, ultramarinos, residentes ou metropolitanos para passarem a ser definidos em função da própria fuga. Então passarão a ser desalojados, regressados, repatriados, fugitivos, deslocados ou refugiados. Finalmente, em meados de 1975, tornar-se-ão retornados.

Oficialmente, os retornados nasceram há 35 anos, em Março de 1975, através do Decreto n.º 169/75 que criou o IARN. Ao contrário do que ficou para o futuro, as siglas não queriam dizer Instituto de Apoio aos Retornados Nacionais, mas sim Instituto de Apoio ao Retorno de Nacionais, pois quanto mais os factos davam conta da catástrofe, mais cuidado punha Lisboa na gestão das palavras. O texto introdutório do decreto explica a criação do IARN como uma medida de "prudente realismo" perante a possibilidade de advir do "processo de descolonização em curso (....) o eventual afluxo a Portugal de indivíduos ou famílias que hoje residem ou trabalham em alguns territórios ultramarinos". Mas não só a estes portugueses se refere este decreto. Aliás, os seus considerandos mais sérios e assertivos (nada que se assemelhe a um "eventual afluxo", mas sim a um retorno em "grande massa") são reservados não aos retornados de África, mas sim aos portugueses emigrados na Europa: "Considerando que, no caso de se verificar uma grave crise de emprego nos países principais destinatários da emigração portuguesa, é de admitir a hipótese do retorno de uma grande massa de emigrantes ao país". Ou seja, escassas semanas antes de começar uma das maiores pontes aéreas mundiais para evacuação de refugiados, numa fase em que por barco e carreiras aéreas regulares já tinham afluído a Portugal milhares de residentes nos territórios africanos e quando os próprios funcionários públicos portugueses e membros das forças segurança abandonavam em massa os seus lugares em África, o poder político-militar de Lisboa finalmente reconhecia não ainda a sua existência mas a possibilidade de virem a existir.

Aquilo que o Decreto n.º 169/75 refere como "even- tual afluxo" foi o maior êxodo de portugueses registado num tão curto período. Não se sabe ao certo quantos foram os retornados, pois muitos "retornaram" directamente de África para Brasil, Canadá, Venezuela ou deixaram-se ficar pela África do Sul. E não fosse o povo ter chamado bairro dos retornados a alguns conjuntos de habitação social, geralmente prefabricada, para onde alguns deles foram residir, não se encontraria outra referência no espaço público à sua existência. Até hoje ninguém os homenageou. Deles o poder político e militar falou sempre o menos possível. A comunicação social, tão ávida de histórias, demorou anos a interessar-se por aquilo que eles tinham para contar. E os poucos que entre eles passaram a papel as memórias desse tempo só em casos excepcionais conseguiram romper o universo restrito das edições de autor.

Há 35 anos inventámos a palavra retornado. Mas eles não retornavam. Eles fugiam. Retornados foi a palavra possível para que outros - os militares, os políticos e Portugal - pudessem salvaguardar a sua face perante a História. Contudo, a eles o nome colou-se-lhes. Ficaram retornados para sempre. Como se estivessem sempre a voltar."


Nota: Um dia na Universidade retirei-me de uma aula (Economia Portuguesa e Europeia), explicando ao professor os meus motivos. Ele tinha acabado de afirmar que o processo da descolonização portuguesa tinha sido dos processos mais bem sucedidos da história....

Tuesday, March 09, 2010

Ah!! O Amor...

"Para meus amigos que estão...
SOLTEIROS

O Amor é como uma borboleta
Por mais que tente pegá-la...ela fugirá,
mas quando menos esperar,
ela estará ali ao seu lado!

O Amor pode te fazer feliz,
mas às vezes pode também te ferir.

Mas o amor será especial,
apenas quando você tiver o objectivo
de se dar a alguém, que seja realmente valioso.

Por isso aproveite bem o tempo livre para escolher!


Para meus amigos...
QUE NÃO SÃO SOLTEIROS

Não existem príncipes nem princesas

Amor não é se envolver com a "pessoa perfeita",
aquela dos nossos sonhos.

Encare a outra pessoa de forma sincera e real,
exaltando as suas qualidades
mas sabendo também de seus defeitos.

O amor só é lindo,
quando encontramos alguém
que nos transforme no melhor que podemos ser.


Para meus amigos que gostam de...
PAQUERAR

Nunca diga "te amo"... se não te interessa

Nunca fale sobre sentimentos,
se estes não existem.

Nunca toque numa vida,
senão pretende romper um coração.

Nunca olhe nos olhos de alguém,
senão quiser vê-los se derramar em lágrimas por ti.

A coisa mais cruel, que pode acontecer,
é permitir que uma pessoa se apaixone por você,
quando você não pretende fazer o mesmo!!!


Para meus amigos...
CASADOS

Um casal feliz é aquele feito de dois bons perdoadores.

O amor não te faz dizer "a culpa é...",
mas te faz dizer "me perdoe".

O amor te faz compreender o outro,
te faz tentar sentir a diferença,
te faz ... colocar-se no lugar do outro.

A verdadeira medida de compatibilidade
não são os anos que vocês passaram juntos,

mas sim o quanto, nesses anos todos,
vocês foram bons,
um ... para o outro!


Para meus amigos que têm um...
CORAÇÃO PARTIDO.

A dor de um coração é inevitável,
mas o sofrimento é opcional.

É melhor ver alguém que você ama
feliz com outra pessoa,
do que vê-la infeliz a seu lado.

Um coração partido
dura o tempo que você deseja que ele dure,
e ele se lastimará ... o tempo que você permitir!

Um coração partido sente saudades
e imagina como seria bom se tudo fosse diferente;
mas não permita que ele chore para sempre.

Pemita-se sorrir, rir e conhecer outros corações!

Aprenda a viver,
aprenda a amar as pessoas com solidariedade,
aprenda a fazer as coisas boas,
aprenda a ajudar os outros,
aprenda a viver a sua própria vida.


Para meus amigos que são...
INOCENTES

Imagine que alguém tenha se apaixonado por você,
sem que você tivesse culpa.

Procure colocar-se no lugar de essa pessoa.

Pense que isso também poderia ter acontecido com você!

De repente, você poderá descobrir
que alguém se apaixonou por você,
é uma optima pessoa.

Esta já é uma boa razão
para que você enriqueça o seu rol de amizades.

Por isso...

haja com sinceridade, mas sem dureza.

Não alimente esperanças e evite críticas.


Para meus amigos que têm medo de....
TERMINAR UM RELACIONAMENTO

Muitas vezes é difícil romper com alguém,
porque nos provoca dor.

Mas dói mais
quando alguém rompe connosco.

Haja com franqueza - procurando não enganar - eis o segredo!

Mudar de comportamento
agindo com rispidez e intolerância,
para que se descubra aquilo que se pretende,

além de falta de educação, é falta de respeito!

Não force alguém a tomar uma decisão,
que em princípio é sua.

Lembre-se que:
É respeitando, que se é respeitado.

E, PARA ENCERRAR....

Um dia descobrimos que apaixonar-se...
é inevitável !!!

Um dia descobrimos que beijar uma pessoa
para esquecer outra,
é bobagem.

Você não só não esquece a outra pessoa,
como pensa muito mais nela!

Um dia percebemos que as melhores provas de amor
são as mais simples...

Um dia percebemos que a pessoa que nunca te liga
é a que mais pensa em você...

Um dia percebemos que o comum não nos atrai...

Um dia saberemos
que ser classificado como o "bonzinho"
não é bom.

Um dia percebemos
que somos muito importante para alguém,
mas não vamos dar valor a isso...

Um dia percebemos como aquele amigo faz falta,
mas aí já é tarde demais...

Um dia descobrimos
que apesar de termos vivido quase um século,

não houve tempo suficiente
para realizarmos todos os nossos sonhos,

nem para dizermos tudo o que precisariamos dizer.

Por isso,
ou nos conformamos
com a falta de algumas coisas em nossas vidas

ou lutamos....
para podermos realizar todas as nossas loucuras."

by Mário Quintana

"Quem não compreende um olhar...
tampouco compreenderá uma longa explicação."

ETERNO, É TUDO AQUILO QUE DURA UMA FRACÇÃO DE SEGUNDO,
MAS COM TAMANHA INTENSIDADE,
QUE SE PETRIFICA,
E NENHUMA FORÇA JAMAIS O RESGATA!

426

"Considerar a nossa maior angústia como um incidente sem importância. não só na vida o universo , mas na da nossa própria alma, é o princípio da sabedoria. Considerar isto em pleno meio da nossa angústia é a sabedoria inteira. No momento em que sofremos, parece que a dor humana é infinita. Mas nem a dor humana é infinita, pois nada há humano de infinito, nem a nossa dor vale mais que ser uma dor que nós temos.



Quantas vezes, sob o peso de um tédio que parece ser loucura, ou de uma angústia que parece passar além dela, paro, hesitante, antes que me revolte, hesito, parando, antes que me divinize. Dor de não saber o que é o mistério do mundo, de nos não amarem, dor de serem injustos connosco, dor de pesar a vida sobre nós, sufocando e prendendo, dor de dentes, dor de sapatos apertados - quem pode dizer qual é maior em si mesmo, quanto mais nos outros, ou na generalidade dos que existem?



Para alguns que me falam e me ouvem, sou um insensível. Sou, porém, mais sensível - creio - que a vasta maioria dos homens. O que sou, contudo é um sensível que se conhece, e que, portanto, conhece a sensibilidade.



Ah, não é verdade que a vida seja dolorosa, ou que seja doloroso pensar na vida. O que é verdade é que a nossa dor só é séria e grave quando a fingimos tal. Se formos naturais, ela passará assim como veio, esbater-se-á assim como cresceu. Tudo é nada, e a nossa dor nele.



Escrevo isto sob a opressão de um tédio que parece não caber em mim, ou precisar de mais que da minha alma para ter onde estar; de uma opressão de todos e de tudo que me estrangula e me desvaira; de um sentimento físico da incompreensão alheia que me perturba e esmaga. Mas ergo a cabeça para o céu azul alheio, exponho a face ao vento inconscientemente fresco, baixo as pálpebras depois te ter visto, esqueço a face depois de ter sentido. Não fico melhor, mas fico diferente. Ver-me liberta-me de mim. Quase sorrio, não porque me compreenda, mas porque, tendo-me tornado outro, me deixei de poder compreender. No alto do céu, como um nada visível, uma nuvem pequeníssima é um esquecimento branco do universo inteiro"



in Livro do Desassossego de Bernardo Soares

by Fernando Pessoa

Monday, March 08, 2010

Lenda Japonesa

"Era uma vez um grande samurai que vivia perto de Tóquio.Mesmo idoso, se dedicava a ensinar a arte zen aos jovens.

Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Queria derrotar o samurai e aumentar sua fama.O velho aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo.Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos, ofendeu seus ancestrais.

Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.No final do dia, sentindo-se já exausto e humilhado, o guerreiro retirou-se.E os alunos, surpresos, perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.

- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?- A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos. - O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregam consigo."

*MORAL DA HISTÓRIA:*
*A sua paz interior depende exclusivamente de você.*
*As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir*

Se


"Se tanto me dói que as coisas passem
É porque cada instante em mim foi vivo
Na luta por um bem definitivo
Em que as coisas de amor se eternizassem."

Sophia de Mello Breyner Andresen

Dia da Mulher

Nest dia deixo aqui uma mensagem a todas as Mulheres:

Código do Feminino e da Mulher

1. A Matriz do Feminino não requer condições para a sua expressão. Esta será tanto mais
autêntica quanto maior for a intensidade de amor e doação que o indivíduo expressar. A
expressão do Feminino respeita e reconhece a expressão do Masculino.

2. O Feminino não espera nada; tudo acolhe e envolve, respeitando todas as expressões da
Criação. Porque não julga, separa ou distingue, a aceitação, a firmeza e o amor são condições
da sua expressão. Esta matriz é o principal meio de comunicação entre a alma, os Humanos e
os Reinos Coadjuvantes.

3. O Feminino aceita o seu poder, que é doado pela «Mãe» e expressa‐o enquanto a simbiose
com a Deusa se mantiver. As suas manifestações são vias para incrementar a ligação à Terra e
à percepção dos seus Reinos Coadjuvantes.

4. O Feminino cria através da energia telúrica e da sexualidade. Se a mulher não usar todos os
planos do seu ser, o seu poder de criação fica comprometido. O seu corpo, templo sagrado,
não pode ser conspurcado por emoções negativas ou escolhas vibracionalmente menos
elevadas.

5. O Feminino é um portal de acesso à Grande Mãe Cósmica. Mas nem todas as mulheres,
devido a graves desequilíbrios, são expressão dessa energia. Assim, a mulher que se deixar
manipular, controlar ou submeter, corre o risco de perder o contacto com essa realidade.

(...)

Ponto final de equilíbrio

11. O Feminino e o Masculino respeitam‐se e acolhem‐se mutuamente, porque sabem que assuas acções criativas se completam. O equilíbrio entre estes dois pólos ocorre quando ambosaceitam as suas expressões espontâneas, sejam elas quais forem."

Sunday, March 07, 2010

CDR


Anocas, esta é para ti:)

Saturday, March 06, 2010

Aqui a primavera ja chegou :)