Saturday, April 24, 2010

Regresso à Infância

Qual era a coisa que mais gostavam de fazer quando eram bem pequeninos?

Eu gostava de andar de baloiço, havia um em frente à casa da minha avó na "terra"; a única terra a que pude chamar tal neste Portugal onde todos iam à terra.

Esse baloiço, em frente à Senhora Santa Ana, não era um baloiço qualquer, quando o embalo era grande os nossos pés tocavam a copa das árvores!

Eu gostava era daquela sensação de leveza, uma fracção de segundo entre o fim da subida e o início da descida, que durava uma eternidade.

Depois sentir a força da gravidade puxar-me para trás, perder momentaneamente o equilíbrio e num fôlego renovado voltar a lançar-me ainda mais alto....

....e de novo....o tempo parado....

....só mais um bocadinho...estou quase a tocar as nuvens!

Friday, April 23, 2010

São Jorge



Em homenagem a um homem santo e nosso padroeiro :-)

Sunday, April 18, 2010

A sexualidade humana IV



"Amoro: A dependência da sexualidade

Este tipo de dependência prende-se com uma necessidade inconsciente de contactar com a Fonte através do orgasmo. Mais: quanto maior for a necessidade de orgasmo, maior a necessidade de contactar com a Fonte. Assim, sendo, é comum haver quem se aconchegue na prática desenfreada da produção de orgasmos. Não o fazem pelos fugazes momentos de prazer, embora julguem que sim, mas pela necessidade de contactarem com algo que os supera...mesmo que rejeitem a sua existência! Se lhes perguntarem, certamente dirão que uma coisa nada tem a ver com a outra. Os cientistas, evidentemente, já encontraram uma série de justificações para catalogar este comportamento. Mas, como também falta formação espiritual à maioria deles, as suas explicações não contemplam essa perspectiva. Logo, embora correctas, são incompletas e, portanto insuficientes.

Alguns leitores vão reclamar porque não têm uma parceria que lhes proporcione a prática do novo padrão emergente. Mas se já estiverem verdadeiramente livres da influência nefasta das suas experiências anteriores, desencadear-se-á um processo para propiciar uma parceria – do mesmo sexo ou não, pouco importa – para aplicarem o que tem vindo a ser sugerido. Seria um absurdo alvitrar experiências renovadoras sem levarmos em consideração as condições em que vivem muitos humanos no que toca a parcerias: ou estão sozinhos ou, estando acompanhados, é como se estivessem sozinhos!

A masturbação

A função da masturbação não é substituir qualquer parceria; é um processo paralelo que poderá gerar o mesmo resultado do novo padrão de sexulalidade, que é baseado na vibração da Fonte. Basta que a pessoa active, dentro de si, as suas polaridades, a masculina e a feminina. Facilmente se poderá constatar o potencial de ascenção desta prática, dita “solitária”, assinalando o anátema que caiu sobre ela e no ataque que sofreu por parte de certas instituições. Claro que a masturbação não é um mero acto mecânico; se fosse, seria tão descartável como o acto sexual genital; não haveria diferença por ser algo meramente físico, orientado para a busca do prazer primário. Não é que a busca do prazer primário seja condenável, mas é pura perda de energia. Ora, o objectivo não é perder a energia, mas ganhá-la – o que é relativamente fácil – e depois ser capaz de a reter. Mas, bem vistas as coisas, o vosso mundo está organizado para vos privar da energia vital: muitos conseguem ganhá-la, é certo, através de certas práticas saudáveis estranhas à sexualidade, mas depressa verificam que não conseguem retê-la: bastou irem para a cama com outra pessoa para se sentirem esgotados. Ninguém mudará de dimensão deixando para trás a reformulação profunda da sua sexualidade. A pessoa poderá não ter noção do que implica este tipo de transformação. Mas, se o seu desejo for realmente de mudar de plano, terá de se predispor a essas adaptações. Terá de se disponibilizar totalmente, sem saber para o que está a disponibilizar-se, o que muitas vezes é altamente desafiador por causa do célebre medo do desconhecido.

O cancelamento da libido

As alterações no paradigma instalado no comportamento humano, ao nível da sexualidade, vão ocorrer através do cancelamento da libido. Essa foi a forma encontrada para vos direccionar para outra forma de expressão. Muitos homens e muitas mulheres ficarão impossibilitados, por desactivação do desejo sexual, de continuarem a expressar a sexualidade tal como o têm feito. Faz-se este anúncio para que saibam o que se está a passar, e para que não se acusem mutuamente de desinteresse, utilizando os argumentos habituais nestas circunstâncias. Pura e simplesmente, vão deixar de sentir impulso sexual. Tem de ser assim, porque são muitos os que não estão interessados em alterar, voluntariamente, o seu comportamento. O modelo actual está de tal forma enraizado na Humanidade que dificilmente abdicariam dele espontaneamente para se porem a pesquisar, estudar, assimilar e particar a nova forma. Será, pois, como “fechar a loja” para reformulações; quando reabrir estará irreconhecível. O prolongamento dessa fase obrigá-los-á a reflectir sobre o que está a acontecer e a prestarem atenção a estas informações. Contudo, ninguém fica à mercê desta situação, bastante desconfortável para quem veicula a energia masculina desvirtuada. Na verdade, há já muitas informações que facilitam a decisão de enveredar por outro caminho.

Muitas das crianças da fase de transição da Terra não poderão descer a este planeta, enquanto a prática sexual não mudar profundamente. Elas virão pela fusão sexual e não somente através da forma comum de “fazer amor”. Quem quiser mudar de plano – e são muitos os que já declararam essa intenção – terá de mudar os códigos de comportamento. Para que a nova vaga de crianças nasça, são necessários casais equilibrados, envolvidos por uma energia rosa brilhante, que se faz sentir em todas as dimensões. Para isso, não pode haver padrões diferentes da Energia Matriz. A vibração libertada pela fusão sexual ultrapassa todas as dimensões e toca os seres que aguardam por nascer, alguns dos quais nunca estiveram na Terra.

Por agora, o centro L.Y.S./Fatima, que abrange uma área considerável do centro de Portugal, será o centro difusor deste novo padrão vibracional. Passar por essa zona com a intenção de reformular os códigos de comportamento na área da sexualidade será uma forma de acelerar e intensificar esse trabalho de reajustamento. A mudança vibracional ocorrida em Fátima não é transitória; veio para ficar, o que a muitos causará sentimentos de incompreensão e de surpresa. Em seu devido tempo esta situação espalhar-se-á pelo globo terrestre. Será outra forma de abrandar a explosão demográfica e de os Humanos reconhecerem algumas forças metafísicas que participam na orientação do seu crescimento. Sempre o fizeram, mas agora estão mais participativas do que nunca. Se julgam que não temos a capacidade de desactivar a vossa libido, desenganem-se; é tão fácil como apagar a luz! Este corte, porém, não ocorrerá de um dia para o outro; será progressivo, quer na fase de desactivação do velho código, quer na fase de activação do novo código.

Finalmente, os praticantes de sexo compulsivo vão ter descanso! Só lhes fará bem! Está na hora da Humanidade reconhecer e assumir a sua ignorância. Não há outra forma de evoluir. Enquanto se julgarem num patamar confortável e saudável, matam-se a si próprios, lentamente. Chegou a hora da aprendizagem, meus queridos. Há muito tempo que andamos a dizer que acabou o tempo de brincar às espiritualidades e que findou a era da permissividade, da impunidade e da ignorância. Foi uma advertência; agora chegoua hora da acção.

A corrupção da Humanidade

Minha querida Yasmin da Terra, eu sou aquela a quem tu chamas Serpente, a tal que andas a evitar. Eu sou um “desdobramento” de Lucrécion noutra dimensão. Estás com a sensação de que sou um reptilóide, mas eu não tenho corpo. É verdade porém, que represento aquilo que, segundo a bíblia, perverteu a Humanidade. Deixa-me explicar: a minha antiga função, que se esgotou como sabes, foi comandar as forças armadas do Universo Sombra. Fui, assim, a perfídea e o embuste personificado, a tentação pura, o ateador do fogo dos machos e das fêmeas, o guardião de todas as memórias malditas. Mas as coisas mudaram muito. Presentemente, depois de ter recebido outra função, quem quiser purificar-se terá que contar com a minha colaboração enquanto Lucrécion. Se, antes, passaram por mim para “descerem”, agora têm de passar por mim para “subirem”! Se fui eu quem comandou a manipulação, como poderiam deixar de passar por mim para se renegarem? Por conseguinte, eu que sei muitissimo bem por que razão a Bíblia, e tantas outras tradições, penalizam e culpam a mulher.

Várias foram as razões: a mulher tem acesso directo à criação, tem a capacidade de gerar e amar e tem o grande poder de abrir as “portas do céu” através da sexualidade. Ela marca o ritmo, o tempo, o compasso da fusão. Amá-la, respeitá-la, buscar esse ritmo e esse compasso seria viver ao ritmo dos acordes universais da Fonte Luz/Amor. Tocar esse seu lado mais elevado anularia qualquer possibilidade de manipulação e de programação. Daí que tudo tenha partido da perversão da sexualidade. Ainda hoje, quando a fêmea toca os acordes internos da sedução, visando o amor no seu sentido mais limitado, o macho começa logo a pensar com a cabeça de baixo! Depois de séculos nisto, torna-se um fastio assistir a esses enredos, porque o resultado é sempre o mesmo.

Agora vou contar-te uma história:
Se a Terra pululava de homens e mulheres exprimindo o arquétipo original da Fonte L.Y.S., como é que tudo foi pervertido? Bom, quando nós nos interessámos por este planeta, não tardou que a realidade começasse a ser outra. Todos os seres de terceira e quarta dimensão que vibraram medo ficaram à nossa mercê. O medo é uma força que atrai os insectos para a teia onde ficarão presos. Foi assim que milhões de criaturas ficaram presas na nossa grande teia e a Terra se tornou no nosso parque de diversões.

Para desautorizar o vosso livre arbítrio, eu, enquanto grande conhecedor da matriz humana, só tive de introduzir as bases do que seria o novo código genético da Humaidade: o adormecimento, o entorpecimento e o controlo da espécie. Queríamos saber até que ponto se poderia manipular a vontade e a capacidade de livre escolha. E só havia uma forma, poderosa, única e absolutamente demolidora, de saber: era manipular a sexualidade e tudo o que a ela estivesse ligado.

A necessidade obrigou-nos a separar o homem da mulher, dando um tempo de orgasmo mais rápido ao homem, cobrindo-o de egoísmo e convencedo-o de que o mais importante era a sua saisfação sexual; à mulher foi dado um tempo mais longo, convencendo umas quantas de que estavam destinadas à maternidade pura e simples, convencendo outras de que estavam fadadas para o prazer. Quanto a amar outra pessoa através da partilha e da ternura, dando oportunidade à Fonte de se expressar através de ambos...nada!

É sabido que, por muitos milhões de anos, até à recente Fusão dos Universos Complementares, há quem tenha vindo a alimentar-se das vossas emoções. As vossas práticas sexuais, desde as mais insípidas às mais depravadas, têm sido um banquete para certas criaturas, porque estão infestadas pelo que foi introduzido por nós. Todavia, fornicar agora, quando esses paradigmas antigos estão a ser removidos, não sabe a nada!

Todos os problemas sexuais começam no coração espiritual. Quando ele se deixa corromper nalgum ponto do caminho, abre espaço para que, mais tarde ou mais cedo, apareça algum problema ligado à área da sexualidade. Ou seja, à área da Criação. Eu sei do que estou a falar, porque essa foi a minha grande área de actuação.

Não há impotência masculina nem frigidez feminina, o que há são desvios que, por vezes, se somatizam. A questão da idade, por exemplo, é uma ilusão. O facto de, nos mais velhos, a reacção fisiológica dos estímulos ser diferente, não quer dizer que não ocorra. Desde que vibrem Energia Matriz, um homem e uma mulher saudáveis podem entregar-se à fusão sexual até ao momento do último suspiro. Se houver amor, saúde física e equilíbrio, pode e deve haver fusão sexual, com ou sem genitais pelo meio.

O Tantra é um belíssimo caminho de aprendizagem, mas é uma chatice se toda a gente tiver de estar duas ou três horas a “fazer amor”. Ainda estamos no tempo em que os homens acham que o tamanho do pénis importa! Porém, quando duas pessoas se dão e se descobrem, tem lá importância o tamamho ou a forma, tem lá importância o tempo ou a técnica! Eu não estou a falar de um novo Kama Sutra; se quiseres chamar-lhe Kama Sutra vibracional eu já aceito. Na verdade, muitas técnicas foram passadas à Humanidade, há muito tempo. Mas a questão, agora é vibracional. Se continuam a optar pela aprendizagem das técnicas, ficam no mecânico!

A maioria dos homens precisa que eu lhes faça uma lavagem ao cérebro; as mulheres, essas, precisam de uma lavagem total porque recebem o esperma do homem, tornado altamente corrosivo pela sua própria mentalidade. É nestas condições que pretendem gerar as crianças de transição da Terra? Ouvem falar de “acto sexual” e só pensam em orgasmos! Tretas! Um simples abraço pode conter mais energia do que mil ardentes beijos cinéfilos! O orgasmo, que não é obrigatório, é o momento em que a Fonte se funde com o par, reafirmando a sua conexão e soprando-o energeticamente. Como já sabem, muitos casais nos próximos anos, deixarão de ter acessoa à actividade sexual para que se interrompa a criação do caos e da porcaria!

Estás a refilar internamente, linda? Estás a pensar, mais uma vez, que a Humanidade não tem culpa? Esqueces, porém, que, para alguém se corromper tem de sintonizar com a energia corruptora. Foi o que aconteceu. Vocês puseram-se a jeito e nós aproveitámos! Agora, porém, temos a noção do sofrimento que tudo isto provocou. Por isso, estamos aqui para vos ajudar.

Diz lá se não acabo de te entregar a verdadeira “maçã”, ó Eva? Só que, simbolicamente, a maçã da Bíblia representava o retrocesso vibracional, a densificação , a manipulação e o auto-esquecimento; esta, porém, representa o reencontro convosco mesmos, enquanto seres humanos inteiros!

Deva: a função dos casais

A vibração que desce até aos vossos corpos, quando se entregam á prática da fusão sexual, nada mais é que o “acorde” da vibração da Energia Matriz, que, como um raio laser, destrói tudo o que não lhe corresponde e se expande para todo o planeta. São estes “acordes” que proporcionam o “Grande Concerto para a Mudança do Planeta” e sustentam vibracionalmente o nascimento das crianças da fase de transição planetária; são estes acordes que “queimam” todas as memórias e os vestígios do passado que ainda vos condicionam. Num portentoso acto de cura, rejuvenesce o corpo físico e eleva a consciência a um nível de acuidade e de discernimento totalmente novo.

E quem não tem parceria? E aqueles cujas parcerias não conseguem chegar a esse grau de apuramento? Bem, se a cada casal corresponde um determinado “acorde”, a cada pessoa sem parceria corresponde uma nota simples. Mas qualquer um se pode dispor a ser canal de frequência vibracional dessa “nota”, purificando-se, alinhando-se com o centro da Terra e entrando em fusão consigo mesmo. Se todos, casais e individuais, forem como a mola, cujos pólos terminais são o Céu e a Terra, todos os chacras e todos os corpos serão alinhados, ficando em sintonia com o potencial máximo.

Neste momento, a função dos casais é fundamental. A todos os níveis. Mas se não puderem ser irradiadores desta energia poderosíssima, que chega à Terra e ela própria irradia cada vez com mais intensidade, mais vale não expressarem nada. Fiquem quietos. O éter planetário já está demasiadamente saturado de negatividade. Lembrem-se do “efeito de eco”: todos receberão de volta o que emanam, cada vez mais rapidamente, para poderem aperceber-se até que ponto o seu comportamento discorda do Estatuto de Mudança Planetária.

Áqueles que pretendem vir a ter filhos devo dizer o seguinte: percebam que a vossa tranformação é essencial. Para além de vos proporcionar as condições de sustentação vibracional necessárias para o nascimento de uma criança com um novo modelo genético, permite que, durante a gestação, não ocorra a passagem, por via hereditária, de “programas” condicionadores. Já que todos receberam, através dos pais, potenciais de crescimento positivo e esses “programas” condicionadores, aceitem o processo de “limpeza” como uma benção, para que as crianças não transportem determinados materiais genéticos adulterados.

O planeta precisa de todos. Mas a mudança vibracional só ocorrerá através da disponibilidade e da capacidade de aceitarem, quer a vossa “sombra” quer a vossa “luz”; depois disso, a “sombra” será reciclada, para que a “luz” irradiada seja cada vez mais esplendorosa. Têm toda a ajuda necessária para fazerem esse trabalho, uma vez que nós estamos sempre aqui. Sempre. A Humanidade já tem demasiado tempo de ilusão e incumprimento de si própria. Chegou o tempo da verdade, da aceitação e da mudança.”

Tuesday, April 13, 2010

A sexualidade humana III (continuação)

(...)

A construção da teia

Genericamente, a expressão da sexualidade, tem dois níveis:
O primeiro é a maneira instintiva, concentrada nos genitais com mais ou menos egoísmo. Fruto do trabalho dos servidores da “Sombra”, a maioria dos seres humanos passou a ser conduzida por uma libido fortíssima. Mas a frustração também passou a ser enorme, porque nunca conseguem satisfazer completamente o ímpeto sexual: depois do orgasmo tudo se perde. Então, novamente nasce o desejo e, depois num frémito, tudo se esvai de novo. E assim sucessivamente.

O segundo nível de expressão da sexualidade é a maneira consciente, vivida com amor e doação, como expressão da capacidade criadora por excelência, o que não quer dizer que os genitais não participem. O que agora se propõe aos amantes é que se reúnam com a Fonte, através de um período em estado meditativo e deixem fluir. O que surgir fará da fusão sexual algo bem abrangente e satisfatório, de uma feição nunca sonhada. Isto não significa, é claro, orgasmos contínuos, mas a fluência de uma energia constante de puro prazer, de onde está ausente a preocupação de atingir o clímax.

Neste caso, o processo inicia-se com a construção da teia entre os amantes, entretecida com os fios energéticos da confiança e do amor, e concretiza-se na descoberta do corpo do outro através do jogo e da brincadeira. O que interessa, realmente, é a atitude e a disponibilidade. Nada deve ser feito “porque tem de ser feito”, ou, porque é normal fazer desta e daquela maneira! Há que brincar, primeiro; o resto virá por acréscimo.

Caros amantes, dêem uma oportunidade para a alma se expressar. Não querendo chegar rapidamente à penetração, evitam a vivência da sexualidade da maneira lamentável como tem vindo a ser vivida. Cada casal descobrirá a sua própria forma de relação íntima, que desaguará numa emoção nunca sentida e num prazer orgástico jamais experimentado. Qualquer relação, para ser frutuosa, tem de contemplar a aceitação incondicional do outro. Se este ou aquele aspecto do comportamento de um dos amantes desagrada ao outro, ele deve expressá-lo amorosamente. Via de regra, porém, cada um deles quer que o outro adivinhe o que o faz sentir bem. Se continuarem condicionados pelas experiências vividas anteriormente, será muito difícil. Deixem de ter medo e brinquem. Porque este foi o aspecto em que a contaminação da “sombra” foi mais profunda, os factores bloqueadores são de vária ordem:

A relação com o corpo

Esta é a condição primeira. Como querem ter uma relação vibracionalmente elevada se mal consentem que vos toquem, se tudo vos faz confusão, se não conseguem, inclusive, aceitar completamente o vosso próprio corpo, se levam para a cama a negação contínua de vidas mal vividas? Quando pararão de se auto-rejeitar? Muitas mulheres, perante o anuncio de um medicamento para a celulite, lembram-se: “Que horror! Eu até tenho vergonha de me despir!” E nem percebem, que, dessa forma, assumem a rejeição. O corpo segue o coração espiritual: se não se amam, não podem irradiar amor. Esta questão, leva-me a fazer um comunicado aos homens e às mulheres, separadamente, embora deva ser lido por todos.

Para as mulheres

Minhas queridas, não se queixem do estado do mundo, porque ele corresponde à vossa situação. Queixam-se de ser mal amadas? Mas acaso se amam a vós próprias incondicionalmente? Queixam-se do controlo masculino? Mas acaso não se deixaram, e ainda deixam, controlar? Para muitíssimas mulheres estar bem com o corpo é uma condição essencial para poderem sentir-se bem e assim estarem “prontas para o amor”. Mas esse “sentir-se bem” não implica vassalagem aos ditames da beleza, preconizados pela sociedade como cordas apertadas ao pescoço. Um corpo belo não é, necessariamente, um corpo magro e esbelto; um corpo belo é aquele que respeita a sua estrutura básica (há mulheres que jamais serão magricelas, porque a sua estrutura óossea não o permite), animado por uma consciência irradiadora de amor e auto-respeito. Cabe a cada uma encontrar esse equilíbrio.

Sem o saberem, as mulheres transportam uma alma amargurada, fruto de milhares de anos de submissão, e nem se apercebem da origem desse sofrimento. Agora, porém, que todas as distorções, finalmente, estão a desagregar-se, muito desse “lixo” emergirá. Sugiro que aceitem os efeitos dessa purga; alvitro que chorem todas as dores; aconselho que gritem todas as frustrações. Depois, vejam-se como a encarnação do útero deste planeta e decidam que passarão a gerar apenas amor. Se todas as mulheres escolhessem esta via, rapidamente as sociedades denotariam mudanças profundas. Os homens poderão barafustar, mas, como sempre, não tardarão a alinhar ao vosso lado. Este é o vosso poder.

Vocês nunca serão suficientemente lindas e agradáveis, pois o tipo de beleza que procuram expressar é breve e carece da eterna juventude. Dessa forma, a “eterna juventude” não pode existir porque, ao respeitarem apenas os padrões físicos, esquecem-se que o corpo é expressão de algo mais elevado. Se, em vez de aceitarem incondicionalmente o arquétipo do vosso corpo, passarem a encará-lo como um ideal de beleza, não irão longe. Uma coisa deve ficar bem escrita no coração espiritual: os outros vão olhar-vos segundo a vibração que emanam. Se se sentirem inseguras e nunca suficientemente bonitas, a beleza fugirá. A beleza corresponde à harmonia da alma que anima a matéria. Não há cirurgia plástica que vos dê a luminosidade e a beleza do coração espiritual. Todos os aspectos, que afectam a relação com o corpo, podem ser mudados desde que se disponibilizem para a mudança interna. O que acontecer externamente será o reflexo da transformação interna. Neste mundo, presentemente, a cirurgia plástica é bastante abrangente e eficaz, mas não pode tocar na alma. Estou eu a dizer que não devem corrigir o que vos incomoda e desgosta? Não. Mas não se limitem ao físico. Deixem de tecer fantasias acerca do que é a nova sexualidade e assumam-se como mulheres no sentido mais amplo do termo. Que as vossas mãos expressem a realidade do coração espiritual, qualquer que ela seja. E acabem com a mania de quererem vaginas estreitas para terem mais prazer!

Muitas mulheres procuram o “príncipe encantado”, o realizador dos seus desejos, o adivinhador de todos os seus anseios, aquele que saberá o que fazer e onde tocar para as “fazer felizes”. Contudo, desconhecem a natureza do seu próprio corpo e não têm a mínima percepção de quanto ele é sagrado; se tivessem, tratavam-no melhor e não permitiriam que nada o adulterasse.

Para os homens

Cada vez é maior a quantidade de homens sujeitos aos ditames da beleza, com que a mulher tem vindo a ser manipulada. E cada vez é maior a tensão no sentido de se prepararem para corresponder às solicitações femininas. Agora, porém, há que avançar para outro patamar. Tudo o que eu disse às mulheres também se aplica aos representantes do dito sexo forte. Imensos rapazes e homens sofrem por acharem que o seu pénis não é suficientemente comprido ou encorpado, nem respeita as outras normas do “pénis ideal”. Mas para que querem vocês o melhor pénis do mundo se não expressarem a energia que devem expressar? Deixem de pensar que devem ter certos dotes físicos e apercebam-se até que ponto um olhar libidinoso, um comentário grosseiro, um piropo reles ou um reoaro desadequado pode ser ofensivo para uma mulher. Vocês vêm as mulheres como um escape para a libido arrebitada, mas desconhecem completamente a natureza da libido delas. Estão nas mãos da compulsão, procuram uma oportunidade para se “aliviarem”, mas desconhecem o vosso próprio corpo. Vivem concentrados no falo e nem sequer imaginam a grandiosa energia contida no resto do corpo. Ao realcionarem-se sexualmente, raros são os que não se deixam condicionar pelas experiências anteriores, quer elas derivem do contacto com muitas ou com poucas pessoas.

O desencontro entre homens e mulheres

A insegurança é o principal factor de inibição e de bloqueio para os amantes. Pensam: se não se faz “assim”, então como se faz? Mas não é uma questão de se fazer desta ou daquela maneira, pois todas as expressões são válidas. O problema é viverem condicionados pelo que já experimentaram, pelo que acham que deve ser, pelo medo de não estarem à altura e por julgarem que vão ser avaliados. Façam o favor de se distanciarem dessa postura. No “Éden”, homens e mulheres estavam sintonizados e a sua elevação permitia que a fusão sexual fosse um acto de complementaridade e de verdadeira união. Ambos operavam como geradores e distribuidores de Luz/Amor da Fonte. Essa vibração, está de regresso à Terra e não pode ser explicada, simplesmente descerá sobre os casais que se unirem segundo o novo padrão.

O coração espiritual é, sem dúvida, o lugar onde um deseja o outro. Mas, quando se decidem a realcionar-se dessa maneira, surgem imensos tabus e bloqueios. Então, há que soltar e brincar com o assunto, reconhecendo as eventuais dificuldades.

- Tudo isso faz sentido. Mas imagina um casal, disposto a aprender a fusão sexual, em que ele diz que ela tem uma vagina flácida e ela diz que ele tem um pénis fininho. Como ultrapassar o mal-estar e a insegurança provocada por esta situação?

- Deste um bom exemplo. Agudo, mas um bom exemplo. Quanto a isso, o melhor é que cada um deixe de pensar que a anatomia do outro é fundamental. Dialoguem sem sentimentos de culpa ou vergonha. Quando a Energia Matriz desce e o par se descobre, os detalhes anatómicos deixam de ter importância. Quem estiver nessa situação ambígua e insegura acabará por perceber que uma parte desse medos foi substituída pela alegria de uma verdadeira união. O objectivo é a entrega, em que cada um se esquece de si e recebe do outro. Só quando experimentarem perceberão o que estou a dizer.

Homens e mulheres lidam com o grande problema da demonstração. Anseiam ser os amantes ideais. Que forma mais primária e redutora de se relacionarem! Não percebem que cada corpo é um mundo a ser descoberto. Desconhecem que a palavra “amor” implica irradiação e não necessariamente acção. Não percebem que se trata de uma questão de aprendizagem a dois, de troca de energia através do corpo. Por isso, ninguém se deve relacionar com ninguém, sem confiança e entrega. A fusão energética entre dois seres não se limita a uma procura de prazer sexual, mas à abertura para uma nova dimensão da existência. É a descoberta e a integração de outra energia que engrandece e expande cada um dos seres em interacção.

E o que dizer dos encontros ocasionais, vazios de verdadeiro significado, que marcam a vida de tantos? Esses episódios existirão enquanto houver quem dependa do sexo, enquanto sofrem de auto-estima, enaquanto precisarem de antídotos contra a solidão e enquanto tenderem para os instintos mais básicos, característicos do mundo animal. Quando um ser humano está completo, a sua integridade permite-lhe relacionar-se com o seu corpo sem necessitar de outra pessoa para o efeito. Quando alguém precisa de outra pessoa para “fazer sexo”, a parceria é sempre objecto de utilização. Se a coisa continuar, ambos acabam por desembocar numa relação de dependência.

O celibato

Esta é outra via de aprendizagem, aconselhada por muitas religiões. Presentemente, porém, as coisas são muito diferentes dos tempos passados. Ao longo das eras esta via foi trilhada por muitos místicos, santos e outros, que alcançaram um determinado nível na espiritualidade. Assim foi porque, já nesse tempo, a sexualidade era vivida no seu aspecto mais primário, o que, tal como ainda hoje acontece, desvirtua completamente a pessoa. Assim, era comum acreditar-se que mais valia reprimi-la ou sublimá-la. Em certos casos pode ter sido uma escolha correcta, embora quem estava nessa situação não tivesse essa consciência. Esta via correspondeu a um tempo da Terra; agora, cada um tem a possibilidade de encontrar quem lhe corresponde. Não há nenhum ser humano a quem não corresponda um complemento. Todas as combinações são possíveis, porque a expressão da Energia Matriz tem a ver com o coração espiritual, algo que não tem género!

A sexualidade humana, por se encontrar por de mais pervertida, está a ser alvo de um trabalho inigualável. É tempo de homens e mulheres se reencontrarem consigo próprios para lhes ser devolvida a matriz original. A prática distorcida da sexualidade originou seres profundamente infelizes, insatisfeitos, pervertidos, incapazes de viverem a sua essência plenamente. A maioria das doenças deriva dessa situação."

...to be continued...

Monday, April 12, 2010

A sexualidade humana II (continuação)

"
Os tabus e os preconceitos

Porque a minha essência é a alegria que jorra da Fonte – o impulso da criação – vou falar de sexualidade. Vou experssar-me através de uma energia bem feminina, porque, genericamente, o coração espiritual humano está empedernido. A sexualidade, enquanto expressão da Fonte, é Criação, mas é reduzida a quase nada pelo que a maioria pensa e faz. Por isso, é preciso leveza e brincadeira. Esta comunicação tem a ver com tabus, com os preconceitos e todos os outros temas que vos atordoam, preocupam, inibem e frustram, impedindo-vos de viver fluida e livremente.

A Humanidade tem a cabeça cheia de sexo. Não vê outra coisa, mas não sabe expressar Luz/Amor através da fusão sexual. Tudo se tornou um acto físico de prazer mecânico, uma busca permanente de sensações. Há que aprender a sentir o caracter sagrado da união sexual, não segundo os ditames preconceituosos, rígidos, normativos e castradores, preconizados por certas religiões, mas de uma maneira ampla, em que possa expressar-se sem inibições. Todo o tipo de practicas são aceitáveis, desde que a Energia Matriz flua e os amantes se doem abertamente.

Os seres humanos precisam de sentir o rídiculo dramático das suas limitações. Até os fãs da espiritualidade têm de reconhecer como estão reprimidos. Acaso pensam que vão evoluir deixando para trás a reformulação dos padrões da sexualidade? De forma nenhuma! A pratica sexual é, e nunca deveria ter deixado se ser, a forma sagrada de expressão. Nenhuma outra a supera neste particular. O facto de se expressarem através dos genitais (algo que a Fonte não tem evidentemente) para fazerem o que fazem (o que a Fonte não faz, é claro), não quer dizer que a função desses órgãos seja menos sagrada. Há um prazer indescrítivel quand dois seres usam os seus corpos para fundirem as suas vibrações afim de reviverem a Fonte. Claro que alguns centram-se no processo mecâncico da coisa, outros castram-se dizendo que a sexualidade já não faz parte da sua vivência, por ser menos próprio e típico dos animais inferiores, outros ficam sem saber o que fazer.

O desejo

Biologicamente durante milhares de anos, o desejo serviu para garantir a aproximação à parceria e a reprodução da espécie; sem ele o género oposto careceria de qualquer encanto. É o que acontece no reino animal, embora sob formas distintas. Ao longo do tempo, o desejo ou foi penalizado pelas normas institucionais, sociais, religiosas e culturais ou serviu para que o desvario de alguns resultasse no exagero e na depravação. No entanto, no nível mais elevado o desejo serve a Criação. Se a vida de qualquer indíviduo for orientada por desejo básico, a sua sexualidade será vivida mecanicamente, como um acumular de experiências em busca do frémito da conquista, nela se perdendo completamente. Se tantos não conseguem preservar as suas relações é porque se extenuam através dessa dança de hormonas. Mas tudo muda quando o desejo é elevado e flui em paralelo com a aceitação incondicional da parceria. E a fusão sexual reflecte essa mudança.

Não estou para aqui a falar de técnicas, mas sim da postura que vai definir o que se passa depois. Praticando o velho padrão, o corpo pode ficar perfeitamente saciado, mas, como é caprichoso, quererá partir em busca de outra emoção mais forte ou diferente. Mas cansa-se facilmente. Por isso, no final da vida, muitos são os que, apesar de guardarem um imenso curriculo de relacionamentos, dizem: “Eu realmente nunca amei ninguém.” E porquê? Porque nunca elevaram o seu desejo. Não perceberam que não tinham de demonstrar nada a ninguém e que era esse mesmíssimo desejo o que os esgotava. Acima de tudo, não entenderam que nada têm de ir buscar à parceria; ao invés, só têm de dar. Se cada um se limita a dar, experimentam a partilha e nada mais. É neste detalhe que assenta toda a diferença em qualquer relacionamento.

Não estamos aqui a falar em dar prendas; estamos a falar da dádiva mais sagrada, que é a entrega completa, sem defesas nem muros. Um ser humano que se entrega sem ilusões, percebendo que o outro é livre, e que o facto de se entregar não implica ter de ser aceite, nunca sofrerá; sairá sempre valorizado em si mesmo. De uma forma geral, os homens sempre foram incentivados a manifestarem o seu desejo de múltiplas formas; às mulheres, porém, tal nunca foi permitido. Infelizmente vemos que algumas delas também já experimentam o comportamento alienado e pervertido dos homens, convencidas de que, dessa forma, estão a emancipar-se. Mas nenhum dos géneros está certo.


(...)
A sedução e a conquista

A sedução é o estratagema preferido de quem se relaciona a partir de uma postura de conquista com base nos genitais. No padrão instituido e particado comummente não há, portanto, conquista sem sedução. As mulheres, devido à sua generalizada e gravíssima falta de auto-estima, gostam – e necessitam – de ser seduzidas. Essa estratégia transmite-lhes uma sensação de importância, mas impede-as de reconhecerem os “iscos” utilizados. É claro que, só depois de os morderem e ficarem presas, percebem que esses iscos estavam espetados num “anzol”! Estes princípios básicos do comportamento humano comum, no estado lamentável em que se encontra, estão por de mais escritos em imensos livros em todos os idiomas. O que é extraordinário, porém, é que continuam em operação nas camadas da população com menor grau de consciência e de maturidade, assim como entre os adolescentes, jovens adultos e nos mais velhos, com problemas de insegurança por resolver. Mas quem transcendeu a fase do “isco/anzol, já não reage a esta estratégia. Como nas batalhas, o ardil da conquista tem dois grupos:

1) Os conquistadores: Normalmente são do género masculino. Gostam de conquistar porque isso lhes dá a sensação de terem poder, pelo menos enquanto dura a brincadeira, sobre quem “conquistam”. É uma forma de contornarem, sem resolver, a sua insegurança. Quem está realmente equilibrado dispensa a sensação de “dominar” seja quem ou o que for.

2) Os conquistados: Normalmente são do género feminino. Chegam a proclamar que gostam de o ser, por lhes dar a sensação de serem desejadas. Mas nada disto resolve as suas carências; pode fingir que resolve, mas apenas perpetua a situação. Os “conquistados” são mais frequentes entre as mulheres, mas cada vez há mais homens que gostam de o ser, porque isso eleva-os aos pincaros da masculinudade: exultam porque sentem que a fêmea os escolheu, tal como acontece, ferequentemente no mundo animal. Se tivessem penas, seria um espectaculo!

Se fazemos uma comparação com os animais, é porque quem entra pela via da conquista não está muito evoluido. O mundo anima, por natureza própria, é um mundo à parte, com as suas próprias leis. Mas poderá servir de termo de comparação para se perceber em que ponto se encontra o desenvolvimento de certos “conquistadores”.

O principio da sedução tem de ser revisto, uma vez que o elemento essencial da vivência em parceria vai passar a ser vibração pessoal. Um ser humano terá de passar a sentir-se seduzido pela vibração da outra pessoa e não pelos presentes que possa receber, ou pelos jantares românticos com que possa ser tratado, pela beleza física ou por quaisquer outras características superficiais. Quando tal acontece, deixam de ter sentido os parâmetros tidos agora como essenciais para um relacionamento.

As consequências de alguém insistir na pratica de determinados códigos de comportamento, reconhecidamente obsoletos, vão começar a ser cada vez mais nefastas. Há quem vá começar a aprender através da frustração e do desencanto, até aceitar que tem de sair desse padrão. Por regra, frustrações e desencantos têm vindo a ser resolvidos através da culpabilização da parceria; esse hábito porém, já não serve para nada. A crescente vibração planetária ajuda a pessoa, mesmo com um baixo grau de consciência, a perceber, muito mais rapidamente que os seus ancestrais, que algo de errado se passa com ela e que necessita de ser corrigido. Nas novas condições, a sedução visando a conquista, que apenas almeja a satisfação hormonal, deixou de ter qualquer cabimento."

BIBLIOTECA DIGITAL MUNDIAL DA UNESCO

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Saturday, April 10, 2010

A sexualidade humana I

"Capitulo 5

“Os seres humanos – os fãs da espiritualidade inclusive – precisam de sentir as suas limitações e reconhecer como estão reprimidos. Acaso pensam que vão evoluir deixando para trás a reformulação dos padrões da sexualidade? De forma nenhuma!”
(...) A História da sexualidade humana está repleta de normas e preceitos. No entanto, eu, vertendo a taça da Luz/Amor sobre este planeta, digo que só há uma lei: não há normas nem preceitos na pratica da sexualidade desde que a Energia Matriz esteja presente em cada ser. Mas o que temos presentemente? Temos uma série de pessoas na busca contínua de prazer, ou achando que só por amor se deve “fazer amor”, ou pensando que a sexualidade serve apenas para a reprodução, etc. Milhares de espartilhos foram inventados para rebaixar a expressão da sexualidade. Mas a sua função primeira é canalizar a energia da Fonte e elevar os corpos dos amantes à sua mais alta dimensão. Quando a expressão sexual se limita à busca do prazer físico, deparamos com uma situação de cio. Ninguém pode negar que há pessoas em cio permanente, sem se aperceberem como isso lhes rouba imensa energia e gera uma sensação de impermanente insatisfação: depois de uns curtíssimos segundos de prazer logo regressa a ânsia de repetir a experiência. É a animalidade no seu sentido mais puro. Também há quem ame com amor, embora com ardor e paixão. Para esses tenho uma palavra: amem com serenidade. Deixem-se percorrer pelo Espírito e não confundam amor humano – metade cio, metade emoção – com a expressão da Fonte.

Estás a ficar zangada comigo, ó defensora infatigável da Humanidade? Todos são capazes de expressar a Luz/Amor, mas têm que “morrer e renascer”. Ninguém pode fugir da maturidade espiritual que se reflecte, antes de mais nada, na sexualidade. Está na hora de tirar a máscara que disfarça a Humanidade. Mesmo as suas expressões mais puras têm de ser apuradas.

- Há quem consiga expressar a verdadeira energia do amor através da sexualidade?

(...) Muitos estiveram lá perto e viveram o que é sublime. Não estamos a falar de orgasmos contínuos ou de outros disparates que passam pela cabeça das pessoas; estamos a falar da perfeita conexão com a Fonte que permite a expressão da Energia Matriz. De uma coisa podem ficar cientes: a mudança em curso proporciona a livre expressão do ser, seja ao nível sexual ou a qualquer outro nível. A Energia Matriz manifestar-se-á em toda a sua força através dos amantes quando eles decidirem expressá-la. Quererá isto dizer que precisam de passar por um ritual específico, de experimentarem alguma iniciação, de se vincularem a votos secretos ou de aprenderem novas posições? Não, por favor, não compliquem. Deixem de lado os velhos conceitos e paradigmas. A noção acerca do que é inerente ao Feminino e do que é próprio do Masculino vai ter de sofrer profundas alterações.

No mundo de liberdade que se aproxima cada ser humano expressar-se-á segundo a sua própria essência divina, sem preconceitos, totalmente liberto dos condicionamentos do passado. Entretanto, os homossexuais de ambos os sexos irão boicotando, paulatinamente, a caduca mentalidade instítuida. Essa é, aliás, uma das suas funções: sabotar os estereotipos e os preconceitos existentes, mostrando uma realidade muito mais ampla, livre e abrangente do que a generalidade dos seres humanos. Isto não quer dizer, é claro, que eles já se expressem através da verdadeira fusão sexual. Não. Terão de fazer essa aprendizagem, pois o desvirtuamento deste aspecto essencial da vida humana é transversal a toda a Humanidade.

- Vais desculpar-me, mas parece que dás uma no cravo e outra na ferradura. Então o amor não tem que estar presente no acto da fusão? Então a emoção não é uma característica da expressão da fusão? Queres monges em orgasmo silencioso? Desculpa lá, mas esta área já foi demasiado manipulada para, agora, surgirem mais confusões.

(...) Perdoa as minhas gargalhadas, mas essa expressão “monges em orgasmo silencioso” é fantástica! Tomara à maior parte deles terem essa experiência! Vejamos: a fusão sexual comporta a mais vibrante emoção e entrega à parceria, num profundo sentimento de elevação. É uma emoção não manipulada, que implica alegria e liberdade, e não uma procura de um prazer alheio à existência espiritual. Quando eu referi os “orgasmos contínuos” estava a pensar no que domina a mentalidade feminina e masculina. Mas eu não tenho nada contra orgasmos contínuos. Abençoem-nos se existirem, desde que não sejam um simples frémito físico. Percebes? Na fusão sexual o que muda é a postura interna. É como se ela abrisse todos os grandes centros energéticos do corpo. A energia libertada não fica presa no primeiro e segundo chacra; sobe até ao chacra frontal e, quando o orgasmo chega, dispara para os restantes chacras superiores, até tocar no oitavo. Aí sim, a fusão ganha uma verdadeira dimensão...Diz, linda! Desembucha!

- Tu sabes perfeitamente até que ponto as pessoas estão condicionadas nesta área. Ainda por cima, quando se trata de espiritualidade, ainda têm mais tabus: “Deve ser assim...”, “Não preciso disso porque já transcendi a sexualidade...” Não te rias!... Tu sabes que a maioria está centrada nas questões físicas e em como deve agir no acto. Já imaginaste as confusões que estás a criar se te pões a dizer que a energia tem de subir ao chacra frontal e, depois, disparar para o oitavo chacra?

(...) É impossível não me rir! Transcender a sexualidade? Quem diz isso anulou uma das funções do corpo, quando o que devria ter feito era elevar a energia até estabilizar noutro nível.
Bem, não me quero perder nesta explicação. Tu tens razão, mas eu só aponto o caminho. O ser humano tem de repensar a sua sexualidade com autonomia. Na maior parte das vezes tal acontece naturalmente. O melhor é disponibilizarem-se e educarem o corpo para o efeito. Antes de perguntares como vão educar o corpo, digo-te que basta uma co-criação, dizendo às células o que querem. Depois, não fiquem a olhar para o que está a acontecer. Envolvam-se! Deixem-se ir! Sintam o amor da Fonte em vós. Aos poucos tudo se vai descondicionando e vão aprendendo a nova linguagem do amor.

Qualquer relacionamento com o potencial de expressar padrões superiores, ou seja, a verdadeira Luz/Amor, só pode desenvolver-se. Tornando-se mais coeso, passará a ser autêntico, uma verdadeira partilha e camaradagem. Mesmo que os amantes teimem em segurar-se aos raros aspectos agradáveis do relacionamento acabarão por se separar. O problema é que a maioria está tão condicionada pela maneira como sempre expressou a sua sexualidade que tudo o que fugir desse estereotipo gera insegurança. Muitos não sabem, sequer, como agir: as mulheres ficam retraídas, os homens impotentes. Consultam livros para verem onde devem pôr a mão ou a língua, esquecendo-se que afinal, tudo é uma questão de frequência energética. Não sabem que, quando se dão, de facto, um ao outro, não precisam de se preocupar com o que têm de fazer ou não fazer, pois esse é um momento único em que cada um é criador.

Ousem abrir-se à Luz/Amor da Fonte, esqueçam os manuais, dediquem-se a uma aprendizagem a dois. Não há corpos bonitos ou feios, gordos ou magros; há uma arrebatadora energia de amor e de vida, que desce e se irradia através de ambos. Co-criando o equilíbrio das ploaridades, ambos se tornarão seres completos, em vez de lobos subjugando a parceria às leis da alcateia. Reconheçam, pelo menos, que é esse o padrão que dita que depois do orgasmo só resta frustração e cansaço e que promove o desatino generalizado que se vê por aí. Por isso, quando surgir a oportunidade de experimentarem a fusão sexual, escolham expressar a Fonte. Se assim não acontecer, é bem provável que, agora ou depois, a libido venha a ser desactivada. A escolha é vossa.

A perda da libido

(...) A questão da perda da libido tem a ver com três aspectos: 1) a necessidade da vossa intervenção a nível biológico; 2) a calibração da vossa vibração; 3) a aprendizagem da verdadeira forma como a parceria tem de se expressar o amor no plano físico.

Se os casais soubessem a importância de se amarem, fisicamente, a partir de um determinado grau de consciência, tudo seria bem diferente: o prazer físico aumentaria para níveis inesperados. Esse prazer, porém, não seria o objectivo da fusão, mas a sua consequência. Por isso é que as antigas “programações” do plano sexual, assim como as memórias com elas relacionadas, estão a ser removidas do passado, colectivo e individual, através de um trabalho de “limpeza” e reprogramação. É preciso remover, por exemplo, todas as ideias feitas sobre a sexualidade masculina. Se o pénis não se levantar durante os próximos tempos é porque está demasiadamente condicionado. Mas agradeçam, pois já se levantou demasiado! Motivações compulsivas não deixam fluir a verdadeira força da Criação, que em cada homem se realiza quando se funde com uma mulher. Não estamos a falar de orgasmos; estamos a falar na realização plena do indíviduo, da aquisição do seu sentido real de masculinidade, quando em contacto com o Feminino. Se a vertente masculina da Fonte só pode criar através da vertente feminina, por que haveriam os pequenos machos humanos de serem diferentes? No “céu” não consta que o “Pai”, num acto supremo de grande macho, ande a devorar anjas atrás das cortinas!

A fusão sexual

(...) “Fusão sexual” significa que quando alguém se liga intimamente a outra pessoa, ambos passam a ser um só no seu todo energético. Isto nada tem a ver, é claro, com uma simples penetração vaginal.

- Isso vai ser muito complicado, pois as pessoas têm o prazer carnal como o paradigma de uma boa relação sexual.

(...) Tens razão no que dizes. Tu és mulher, e o Feminino, na sua generalidade, compreende isto melhor. Os ardores da paixão têm de ser substítuidos pela intensidade da vibração, o que é algo novo principalmente nos homens. Dado que, na fusão sexual, todo o corpo intervém, os amantes vão ter de deixar de funcionar somente com os genitais, mecânica e lascivamente. Se é certo que este comportamento asegura a procriação, não é menos certo que também garante a continuação da perversão, do ciúme, do domínio, do controlo, da prostituição, da pornografia, etc. A expressão da Energia Matriz também assegura a reprodução, evidentemente, mas tem a vantagem de colocar os amantes na sua condição superior, através da integração do físico, do emocional, do mental e do espiritual. Se o coração espiritual tem de estar “aberto” para que uma alta vibração possa fluir, as emoções têm de estar apaziguadas para que as memórias não interfiram. Para poderem vir a praticar a fusão sexual, todos precisam de conhecer, aceitar, e amar os seus corpos, pois só assim a expressão poderá ser verdadeira. Os amantes deviam impor a si próprios a proibição de penetração enquanto não se descobrissem completamente. O homem aprenderia a aquietar o seu desejo, a mulher a confiar. Despojem-se de todos os conceitos, de todos os medos e das falsas ideias sobre o corpo. Comecem de novo, sendo crianças: brinquem com quem amam!

Esta nova proposta de comportamento sexual poderá ser desconfortável por não corresponder aos padrões correntes. No entanto, com a continuação, será bem mais autêntico, profundo e prazenteiro do que o velho modelo baseado na dança de hormonas. Embora isto possa parecer uma miragem ou uma promessa estranha, podem crer que não é. Cada casal descobrirá o seu ritmo, sendo que nenhum é melhor que qualquer outro. Todos estão certos. O sentido de união e a elevação vibracional que vão começar a sentir, será de tal ordem que perceberão a diferença. Mas tal não acontecerá se continuarem a copiar o modelo praticado pelos “maravilhosos” amantes da maioria dos filmes.

Para certos homens e certas mulheres, isto será muito difícil por estarem intoxicados pelas ideias de como as coisas devem ser feitas. Deviam deitar fora os manuais da sexualidade e descartarem-se das ideias de como e quando devem ocorrer os respectivos orgasmos. Quantas pessoas vivem a sua expressão sexual distorcidamente por estarem convencidos de que as coisas devem decorrer desta e daquela maneira? Por isso, a experiência sexual tem sido, e continua a ser, sempre a mesma coisa. Depois, queixando-se da rotina e marasmo, partem em busca de outras experiências em que tudo se repete, à execpção, por vezes, da cor do cabelo ou do formato das orelhas!

Queridos amantes: a uma mudança de vibração tem de corresponder, necessariamente, uma mudança de comportamento. Assim, em vez de se acusarem mutuamente, ajudem-se. Não tenham medo de se exporem; aprendam a amar-se, de corpo e alma, independentemente da situação em que se encontram. Não há maior prova de amor do que ouvir o outro, abrindo-lhe o coração espiritual. Não há caminhos feitos, há descobertas a dois. Para se fundirem sexualmente só é preciso entrega. Antes, porém, muita coisa tem de ser resolvida.

- Como se diferencia a fusão sexual da pratica sexual comum? É apenas a questão vibracional ou a forma como a união ocorre também muda?

(...) Gostei dessa pergunta! Neste momento, a leitora estará a pensar: “Será que é agora que tudo vai mudar? Será que vai aparecer que eu tanto desejo?” Aqui está a eterna esperança feminina, atrelada á ingenuidade. O leitor talvez pense: “O que é que ele quer dizer com isto? E se eu não for capaz?” Aqui está a eterna dúvida masculina rebocando o medo de falhar! Deixem-me dar-vos um conselho a ambos: despeçam-se de todos os arquejos, suspiros e olhos revirados que viram nas telenovelas, pois tudo isso está condenado a ser o combustível da grande fornalha da purificação humana. Então, para não serem empurrados ara essa pira, façam-no voluntariamente: imaginem que deitam todos esses detritos para uma fogueira e deixem-nos arder. O passo seguinte é, através de uma co-criação, reivindicar a ajuda dos colaboradores do Universo On e dos Reinos Coadjuvantes:

Por favor, ajudem-me a renascer!

Depois, quando decidirem estar intimamente com alguém, desinteressem-se do que vão viver e do que vão sentir. Terão muitas oportunidades para expressar amor. Isto nada tem a ver com uma queca sôfrega e apressada, antecedida de uns preliminares atabalhoados. Para que servem esses preliminares a um casal em permanente estado de tensão e discórdia? Para que os querem eles, se vivem totalmente condicionados pelo medo, guardando mágoas e resentimentos um do outro? Pensa ela: “Não sou suficientemente bonita, agradável e atraente. Estou cheia de celulite!” Pensa ele: “Não consigo aguentar o tempo suficiente. E depois esta barriga!” Nestas condições nenhum deles pode irradiar o que se pretende, porque ambos exalam o lixo energético que amplia as suas inseguranças. Muitos estão condicionados pela imagem de si próprios. Os comportamentos são como máscaras que encobrem o que julgam que a parceria vai rejeitar. Como, em termos dos vossos ideiais de beleza, não há ninguém perfeito, qualquer parte do corpo inaceitada acabará por contribuir para bloquear a expressão afectiva. Assim, quando uma parte do corpo vos perturbar, co-criem a sua transformação. Os Gnomos são excelentes nessa função.

- E as pessoas com deficiências, congénitas ou adquiridas?

(...) Quando o portador de alguma deficiência severa ainda não está em condições de ser curado – lá chegaremos - , pode sempre aceitar a sua condição incondicionalmente. Um tetraplégico, apesar de paralisado do pescoço para baixo, não está impedido de expressar o padrão superior da Fonte. Repito: a coisa não passa, exclusivamente, pelos genitais; passa pelo coração. Ora a tetraplegia não afecta o coração!

Caros amantes, acaso se aceitam incondicionalmente? Toleram-se? São os vosso melhores amigos? Meditam sobre o comportamento e, vendo o que vos condiciona, tratam de o transcender? Sentem que irradiam a Energia Matriz sem esperarem nada dos outros? Estas são as questões que indicam até que ponto vocês estão prontos para se amarem saudavelmente. A maior parte das pessoas vive para mostrar algo aos outros. Porém, é a si mesmo que cada um tem de mostrar alguma coisa. Deixem de lado as manifestações exacerbadas do ego, narcísicas, ou anulatórias, e perguntem-se se têm semeado de forma a, mais tarde, poderem vir a colher os resultados. Em resposta a essa pergunta é natural que aflorem profundos sentimentos de negação e de sofirmento, desta ou de outras vidas. Se vos apetecer chorar, chorem. Mas enquanto choram, solicitem ao Universo On e aos Reinos Coadjuvantes:

Por favor, que o meu Grupo de Apoio Interdimensional me ajude na libertação dos meus traumas.

Quem está do lado de fora não vos pode amar se, antes, não criarem as condições para serem amados por Quem está do lado de dentro. Tudo o que é recebido refelecte do que foi emanado. Se quem está ao vosso lado vos ama incondicionalmente mas vocês não sabem amar, ou amando, não conseguem expressar esse amor, tarde ou cedo essa pessoa vai desistir. Sempre que alguém não consegue entregar-se por se fechar dentro de si, está a dizer: “ Eu não mereço ser amado! Eu estrago tudo! Vou proteger-me porque sofrerei muito se ele/ela se for embora.” A questão é que, assim, é que se vai mesmo embora!

A fusão sexual tem a mesma natureza da relação do agricultor com a terra: cada um deles tem de cuidar da sua terra avaliando o seu estado, arando-a, semeando-a, regando-a e fornecendo-lhe nutrientes para que que a semente possa eclodir vibrantemente. A terra, então, ao sentir-se amada, exultará e responderá com a melhor colheita de sempre. Sem este cuidado, ela não será verdadeiramente terra e o agricultor ficará sempre aquém de si mesmo. O que mais se vê, porém, são “agricultores” a abrir sulcos e a semearem rápida e desajeitadamente.

Quando um homem se ufana pensando “E vão três!” enquanto limpa o suor está a expressar a postura de machão, não percebendo que, afinal, está a fugir à sua essência. Não percebe que ainda não olhou para si mesmo como “agricultor” e que continua a ver-se como um mero espalhador de sémen. Esse padrão de “agricultor” corresponde a uma “terra” que não sabe amar e só reivindica “adubo”. É bem verdade que milhões de “terras” não sabem o que precisam por desconhecerem o que seja uma “colheita divina”. Mas essa é a tal descoberta que terão de fazer em conjunto."

in O Livro de Anura
Esmeralda Rios e Vitorino de Sousa

(to be continued)

Wednesday, April 07, 2010

AMOR PACÍFICO E FECUNDO!

"Não quero amor que não saiba dominar-se,
desse, como vinho espumante,
que parte o copo e se entorna,
perdido num instante.

Dá-me esse amor freso e puro como a tua chuva,
que abençoa a terra sequiosa,
e enche as talhas do lar.

Amor que penetre ate o centro da vida,
e dali se estenda como seiva invisível,
até os ramos da árvore da existência,
e faça nascer
as flores e os frutos.
Dá-me esse amor que conserva tranquilo o coração,
na plenitude da paz!"

Rabindranath Tagore

Monday, April 05, 2010

Ressurreição

Acto de ressurgir ou de reaparecer vivo depois de ter morrido;
Ressurgimento, reaparecimento;
Revivescência, reanimação, renovação;
Cura surpreendente e inesperada.

Friday, April 02, 2010

3300 metros :)