Saturday, April 10, 2010

A sexualidade humana I

"Capitulo 5

“Os seres humanos – os fãs da espiritualidade inclusive – precisam de sentir as suas limitações e reconhecer como estão reprimidos. Acaso pensam que vão evoluir deixando para trás a reformulação dos padrões da sexualidade? De forma nenhuma!”
(...) A História da sexualidade humana está repleta de normas e preceitos. No entanto, eu, vertendo a taça da Luz/Amor sobre este planeta, digo que só há uma lei: não há normas nem preceitos na pratica da sexualidade desde que a Energia Matriz esteja presente em cada ser. Mas o que temos presentemente? Temos uma série de pessoas na busca contínua de prazer, ou achando que só por amor se deve “fazer amor”, ou pensando que a sexualidade serve apenas para a reprodução, etc. Milhares de espartilhos foram inventados para rebaixar a expressão da sexualidade. Mas a sua função primeira é canalizar a energia da Fonte e elevar os corpos dos amantes à sua mais alta dimensão. Quando a expressão sexual se limita à busca do prazer físico, deparamos com uma situação de cio. Ninguém pode negar que há pessoas em cio permanente, sem se aperceberem como isso lhes rouba imensa energia e gera uma sensação de impermanente insatisfação: depois de uns curtíssimos segundos de prazer logo regressa a ânsia de repetir a experiência. É a animalidade no seu sentido mais puro. Também há quem ame com amor, embora com ardor e paixão. Para esses tenho uma palavra: amem com serenidade. Deixem-se percorrer pelo Espírito e não confundam amor humano – metade cio, metade emoção – com a expressão da Fonte.

Estás a ficar zangada comigo, ó defensora infatigável da Humanidade? Todos são capazes de expressar a Luz/Amor, mas têm que “morrer e renascer”. Ninguém pode fugir da maturidade espiritual que se reflecte, antes de mais nada, na sexualidade. Está na hora de tirar a máscara que disfarça a Humanidade. Mesmo as suas expressões mais puras têm de ser apuradas.

- Há quem consiga expressar a verdadeira energia do amor através da sexualidade?

(...) Muitos estiveram lá perto e viveram o que é sublime. Não estamos a falar de orgasmos contínuos ou de outros disparates que passam pela cabeça das pessoas; estamos a falar da perfeita conexão com a Fonte que permite a expressão da Energia Matriz. De uma coisa podem ficar cientes: a mudança em curso proporciona a livre expressão do ser, seja ao nível sexual ou a qualquer outro nível. A Energia Matriz manifestar-se-á em toda a sua força através dos amantes quando eles decidirem expressá-la. Quererá isto dizer que precisam de passar por um ritual específico, de experimentarem alguma iniciação, de se vincularem a votos secretos ou de aprenderem novas posições? Não, por favor, não compliquem. Deixem de lado os velhos conceitos e paradigmas. A noção acerca do que é inerente ao Feminino e do que é próprio do Masculino vai ter de sofrer profundas alterações.

No mundo de liberdade que se aproxima cada ser humano expressar-se-á segundo a sua própria essência divina, sem preconceitos, totalmente liberto dos condicionamentos do passado. Entretanto, os homossexuais de ambos os sexos irão boicotando, paulatinamente, a caduca mentalidade instítuida. Essa é, aliás, uma das suas funções: sabotar os estereotipos e os preconceitos existentes, mostrando uma realidade muito mais ampla, livre e abrangente do que a generalidade dos seres humanos. Isto não quer dizer, é claro, que eles já se expressem através da verdadeira fusão sexual. Não. Terão de fazer essa aprendizagem, pois o desvirtuamento deste aspecto essencial da vida humana é transversal a toda a Humanidade.

- Vais desculpar-me, mas parece que dás uma no cravo e outra na ferradura. Então o amor não tem que estar presente no acto da fusão? Então a emoção não é uma característica da expressão da fusão? Queres monges em orgasmo silencioso? Desculpa lá, mas esta área já foi demasiado manipulada para, agora, surgirem mais confusões.

(...) Perdoa as minhas gargalhadas, mas essa expressão “monges em orgasmo silencioso” é fantástica! Tomara à maior parte deles terem essa experiência! Vejamos: a fusão sexual comporta a mais vibrante emoção e entrega à parceria, num profundo sentimento de elevação. É uma emoção não manipulada, que implica alegria e liberdade, e não uma procura de um prazer alheio à existência espiritual. Quando eu referi os “orgasmos contínuos” estava a pensar no que domina a mentalidade feminina e masculina. Mas eu não tenho nada contra orgasmos contínuos. Abençoem-nos se existirem, desde que não sejam um simples frémito físico. Percebes? Na fusão sexual o que muda é a postura interna. É como se ela abrisse todos os grandes centros energéticos do corpo. A energia libertada não fica presa no primeiro e segundo chacra; sobe até ao chacra frontal e, quando o orgasmo chega, dispara para os restantes chacras superiores, até tocar no oitavo. Aí sim, a fusão ganha uma verdadeira dimensão...Diz, linda! Desembucha!

- Tu sabes perfeitamente até que ponto as pessoas estão condicionadas nesta área. Ainda por cima, quando se trata de espiritualidade, ainda têm mais tabus: “Deve ser assim...”, “Não preciso disso porque já transcendi a sexualidade...” Não te rias!... Tu sabes que a maioria está centrada nas questões físicas e em como deve agir no acto. Já imaginaste as confusões que estás a criar se te pões a dizer que a energia tem de subir ao chacra frontal e, depois, disparar para o oitavo chacra?

(...) É impossível não me rir! Transcender a sexualidade? Quem diz isso anulou uma das funções do corpo, quando o que devria ter feito era elevar a energia até estabilizar noutro nível.
Bem, não me quero perder nesta explicação. Tu tens razão, mas eu só aponto o caminho. O ser humano tem de repensar a sua sexualidade com autonomia. Na maior parte das vezes tal acontece naturalmente. O melhor é disponibilizarem-se e educarem o corpo para o efeito. Antes de perguntares como vão educar o corpo, digo-te que basta uma co-criação, dizendo às células o que querem. Depois, não fiquem a olhar para o que está a acontecer. Envolvam-se! Deixem-se ir! Sintam o amor da Fonte em vós. Aos poucos tudo se vai descondicionando e vão aprendendo a nova linguagem do amor.

Qualquer relacionamento com o potencial de expressar padrões superiores, ou seja, a verdadeira Luz/Amor, só pode desenvolver-se. Tornando-se mais coeso, passará a ser autêntico, uma verdadeira partilha e camaradagem. Mesmo que os amantes teimem em segurar-se aos raros aspectos agradáveis do relacionamento acabarão por se separar. O problema é que a maioria está tão condicionada pela maneira como sempre expressou a sua sexualidade que tudo o que fugir desse estereotipo gera insegurança. Muitos não sabem, sequer, como agir: as mulheres ficam retraídas, os homens impotentes. Consultam livros para verem onde devem pôr a mão ou a língua, esquecendo-se que afinal, tudo é uma questão de frequência energética. Não sabem que, quando se dão, de facto, um ao outro, não precisam de se preocupar com o que têm de fazer ou não fazer, pois esse é um momento único em que cada um é criador.

Ousem abrir-se à Luz/Amor da Fonte, esqueçam os manuais, dediquem-se a uma aprendizagem a dois. Não há corpos bonitos ou feios, gordos ou magros; há uma arrebatadora energia de amor e de vida, que desce e se irradia através de ambos. Co-criando o equilíbrio das ploaridades, ambos se tornarão seres completos, em vez de lobos subjugando a parceria às leis da alcateia. Reconheçam, pelo menos, que é esse o padrão que dita que depois do orgasmo só resta frustração e cansaço e que promove o desatino generalizado que se vê por aí. Por isso, quando surgir a oportunidade de experimentarem a fusão sexual, escolham expressar a Fonte. Se assim não acontecer, é bem provável que, agora ou depois, a libido venha a ser desactivada. A escolha é vossa.

A perda da libido

(...) A questão da perda da libido tem a ver com três aspectos: 1) a necessidade da vossa intervenção a nível biológico; 2) a calibração da vossa vibração; 3) a aprendizagem da verdadeira forma como a parceria tem de se expressar o amor no plano físico.

Se os casais soubessem a importância de se amarem, fisicamente, a partir de um determinado grau de consciência, tudo seria bem diferente: o prazer físico aumentaria para níveis inesperados. Esse prazer, porém, não seria o objectivo da fusão, mas a sua consequência. Por isso é que as antigas “programações” do plano sexual, assim como as memórias com elas relacionadas, estão a ser removidas do passado, colectivo e individual, através de um trabalho de “limpeza” e reprogramação. É preciso remover, por exemplo, todas as ideias feitas sobre a sexualidade masculina. Se o pénis não se levantar durante os próximos tempos é porque está demasiadamente condicionado. Mas agradeçam, pois já se levantou demasiado! Motivações compulsivas não deixam fluir a verdadeira força da Criação, que em cada homem se realiza quando se funde com uma mulher. Não estamos a falar de orgasmos; estamos a falar na realização plena do indíviduo, da aquisição do seu sentido real de masculinidade, quando em contacto com o Feminino. Se a vertente masculina da Fonte só pode criar através da vertente feminina, por que haveriam os pequenos machos humanos de serem diferentes? No “céu” não consta que o “Pai”, num acto supremo de grande macho, ande a devorar anjas atrás das cortinas!

A fusão sexual

(...) “Fusão sexual” significa que quando alguém se liga intimamente a outra pessoa, ambos passam a ser um só no seu todo energético. Isto nada tem a ver, é claro, com uma simples penetração vaginal.

- Isso vai ser muito complicado, pois as pessoas têm o prazer carnal como o paradigma de uma boa relação sexual.

(...) Tens razão no que dizes. Tu és mulher, e o Feminino, na sua generalidade, compreende isto melhor. Os ardores da paixão têm de ser substítuidos pela intensidade da vibração, o que é algo novo principalmente nos homens. Dado que, na fusão sexual, todo o corpo intervém, os amantes vão ter de deixar de funcionar somente com os genitais, mecânica e lascivamente. Se é certo que este comportamento asegura a procriação, não é menos certo que também garante a continuação da perversão, do ciúme, do domínio, do controlo, da prostituição, da pornografia, etc. A expressão da Energia Matriz também assegura a reprodução, evidentemente, mas tem a vantagem de colocar os amantes na sua condição superior, através da integração do físico, do emocional, do mental e do espiritual. Se o coração espiritual tem de estar “aberto” para que uma alta vibração possa fluir, as emoções têm de estar apaziguadas para que as memórias não interfiram. Para poderem vir a praticar a fusão sexual, todos precisam de conhecer, aceitar, e amar os seus corpos, pois só assim a expressão poderá ser verdadeira. Os amantes deviam impor a si próprios a proibição de penetração enquanto não se descobrissem completamente. O homem aprenderia a aquietar o seu desejo, a mulher a confiar. Despojem-se de todos os conceitos, de todos os medos e das falsas ideias sobre o corpo. Comecem de novo, sendo crianças: brinquem com quem amam!

Esta nova proposta de comportamento sexual poderá ser desconfortável por não corresponder aos padrões correntes. No entanto, com a continuação, será bem mais autêntico, profundo e prazenteiro do que o velho modelo baseado na dança de hormonas. Embora isto possa parecer uma miragem ou uma promessa estranha, podem crer que não é. Cada casal descobrirá o seu ritmo, sendo que nenhum é melhor que qualquer outro. Todos estão certos. O sentido de união e a elevação vibracional que vão começar a sentir, será de tal ordem que perceberão a diferença. Mas tal não acontecerá se continuarem a copiar o modelo praticado pelos “maravilhosos” amantes da maioria dos filmes.

Para certos homens e certas mulheres, isto será muito difícil por estarem intoxicados pelas ideias de como as coisas devem ser feitas. Deviam deitar fora os manuais da sexualidade e descartarem-se das ideias de como e quando devem ocorrer os respectivos orgasmos. Quantas pessoas vivem a sua expressão sexual distorcidamente por estarem convencidos de que as coisas devem decorrer desta e daquela maneira? Por isso, a experiência sexual tem sido, e continua a ser, sempre a mesma coisa. Depois, queixando-se da rotina e marasmo, partem em busca de outras experiências em que tudo se repete, à execpção, por vezes, da cor do cabelo ou do formato das orelhas!

Queridos amantes: a uma mudança de vibração tem de corresponder, necessariamente, uma mudança de comportamento. Assim, em vez de se acusarem mutuamente, ajudem-se. Não tenham medo de se exporem; aprendam a amar-se, de corpo e alma, independentemente da situação em que se encontram. Não há maior prova de amor do que ouvir o outro, abrindo-lhe o coração espiritual. Não há caminhos feitos, há descobertas a dois. Para se fundirem sexualmente só é preciso entrega. Antes, porém, muita coisa tem de ser resolvida.

- Como se diferencia a fusão sexual da pratica sexual comum? É apenas a questão vibracional ou a forma como a união ocorre também muda?

(...) Gostei dessa pergunta! Neste momento, a leitora estará a pensar: “Será que é agora que tudo vai mudar? Será que vai aparecer que eu tanto desejo?” Aqui está a eterna esperança feminina, atrelada á ingenuidade. O leitor talvez pense: “O que é que ele quer dizer com isto? E se eu não for capaz?” Aqui está a eterna dúvida masculina rebocando o medo de falhar! Deixem-me dar-vos um conselho a ambos: despeçam-se de todos os arquejos, suspiros e olhos revirados que viram nas telenovelas, pois tudo isso está condenado a ser o combustível da grande fornalha da purificação humana. Então, para não serem empurrados ara essa pira, façam-no voluntariamente: imaginem que deitam todos esses detritos para uma fogueira e deixem-nos arder. O passo seguinte é, através de uma co-criação, reivindicar a ajuda dos colaboradores do Universo On e dos Reinos Coadjuvantes:

Por favor, ajudem-me a renascer!

Depois, quando decidirem estar intimamente com alguém, desinteressem-se do que vão viver e do que vão sentir. Terão muitas oportunidades para expressar amor. Isto nada tem a ver com uma queca sôfrega e apressada, antecedida de uns preliminares atabalhoados. Para que servem esses preliminares a um casal em permanente estado de tensão e discórdia? Para que os querem eles, se vivem totalmente condicionados pelo medo, guardando mágoas e resentimentos um do outro? Pensa ela: “Não sou suficientemente bonita, agradável e atraente. Estou cheia de celulite!” Pensa ele: “Não consigo aguentar o tempo suficiente. E depois esta barriga!” Nestas condições nenhum deles pode irradiar o que se pretende, porque ambos exalam o lixo energético que amplia as suas inseguranças. Muitos estão condicionados pela imagem de si próprios. Os comportamentos são como máscaras que encobrem o que julgam que a parceria vai rejeitar. Como, em termos dos vossos ideiais de beleza, não há ninguém perfeito, qualquer parte do corpo inaceitada acabará por contribuir para bloquear a expressão afectiva. Assim, quando uma parte do corpo vos perturbar, co-criem a sua transformação. Os Gnomos são excelentes nessa função.

- E as pessoas com deficiências, congénitas ou adquiridas?

(...) Quando o portador de alguma deficiência severa ainda não está em condições de ser curado – lá chegaremos - , pode sempre aceitar a sua condição incondicionalmente. Um tetraplégico, apesar de paralisado do pescoço para baixo, não está impedido de expressar o padrão superior da Fonte. Repito: a coisa não passa, exclusivamente, pelos genitais; passa pelo coração. Ora a tetraplegia não afecta o coração!

Caros amantes, acaso se aceitam incondicionalmente? Toleram-se? São os vosso melhores amigos? Meditam sobre o comportamento e, vendo o que vos condiciona, tratam de o transcender? Sentem que irradiam a Energia Matriz sem esperarem nada dos outros? Estas são as questões que indicam até que ponto vocês estão prontos para se amarem saudavelmente. A maior parte das pessoas vive para mostrar algo aos outros. Porém, é a si mesmo que cada um tem de mostrar alguma coisa. Deixem de lado as manifestações exacerbadas do ego, narcísicas, ou anulatórias, e perguntem-se se têm semeado de forma a, mais tarde, poderem vir a colher os resultados. Em resposta a essa pergunta é natural que aflorem profundos sentimentos de negação e de sofirmento, desta ou de outras vidas. Se vos apetecer chorar, chorem. Mas enquanto choram, solicitem ao Universo On e aos Reinos Coadjuvantes:

Por favor, que o meu Grupo de Apoio Interdimensional me ajude na libertação dos meus traumas.

Quem está do lado de fora não vos pode amar se, antes, não criarem as condições para serem amados por Quem está do lado de dentro. Tudo o que é recebido refelecte do que foi emanado. Se quem está ao vosso lado vos ama incondicionalmente mas vocês não sabem amar, ou amando, não conseguem expressar esse amor, tarde ou cedo essa pessoa vai desistir. Sempre que alguém não consegue entregar-se por se fechar dentro de si, está a dizer: “ Eu não mereço ser amado! Eu estrago tudo! Vou proteger-me porque sofrerei muito se ele/ela se for embora.” A questão é que, assim, é que se vai mesmo embora!

A fusão sexual tem a mesma natureza da relação do agricultor com a terra: cada um deles tem de cuidar da sua terra avaliando o seu estado, arando-a, semeando-a, regando-a e fornecendo-lhe nutrientes para que que a semente possa eclodir vibrantemente. A terra, então, ao sentir-se amada, exultará e responderá com a melhor colheita de sempre. Sem este cuidado, ela não será verdadeiramente terra e o agricultor ficará sempre aquém de si mesmo. O que mais se vê, porém, são “agricultores” a abrir sulcos e a semearem rápida e desajeitadamente.

Quando um homem se ufana pensando “E vão três!” enquanto limpa o suor está a expressar a postura de machão, não percebendo que, afinal, está a fugir à sua essência. Não percebe que ainda não olhou para si mesmo como “agricultor” e que continua a ver-se como um mero espalhador de sémen. Esse padrão de “agricultor” corresponde a uma “terra” que não sabe amar e só reivindica “adubo”. É bem verdade que milhões de “terras” não sabem o que precisam por desconhecerem o que seja uma “colheita divina”. Mas essa é a tal descoberta que terão de fazer em conjunto."

in O Livro de Anura
Esmeralda Rios e Vitorino de Sousa

(to be continued)

5 Comments:

At 12:54 AM, Anonymous Anonymous said...

Numa sociedade entregue a uma insatisfação crónica, onde não se sabe quem procura carne, momentos de afecto nas fases de transição que por vezes se estendem pelo conforto do tempo e da incerteza do amanhã... onde a desconfiança entre os seres grassa, as condicionantes referidas encontram o habitat certo para proliferar. Quando distinguir a veracidade das palavras da demagogia se torna obstáculo, ver a energia do ser e entendê-la é por vezes o caminho mais longo. E neste meio onde os processos mecanizados, as regras instituídas e aceites servem de cartilha aos demais, haja inconformismo e determinação aos audazes que procuram a Energia Matriz.

 
At 7:53 PM, Blogger Aninhas said...

Alguns homens vêem as coisas como são, e dizem: Porquê? Eu sonho com as coisas que nunca foram e digo: Porque não? (George Bernard Shaw)

 
At 11:07 PM, Anonymous Anonymous said...

you rock!

 
At 4:53 PM, Anonymous Anonymous said...

Boa!
Sz

 
At 3:21 AM, Blogger Aninhas said...

"ver a energia do ser e entendê-la é por vezes o caminho mais longo"

longo não significa sem retorno, o importante é a aprendizagem recolhida no caminho

 

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