Wednesday, June 09, 2010

Poeta do fado campino (em review)

"Por mares nunca antes navegados, entorpeci oh saudade!
Lembrei-me de ti véu nu, acorda e vem ver a Lusitânia
na procissão da Igreja da saudade.

E tu menino quando acordas do teu silêncio?
Não deixes que a barca se separe de ti Lys,
não escondas o teu silêncio
e deixa que te abrace para que não temas
a mística enigmática dos profetas de além–mar.
Não te esqueças das vozes vivas da Lusitânia que também querem falar.
Grão a grão é separado o trigo do joio,
lembrando o poeta Ari dos Santos que não deixa que o sino se cale.
Nós somos os Guardiões da Lusitânia,
que não permitimos a quem de além Kibir
que não queira ouvir a voz do fado resgatada do passado.

Silencio jamais faço, porque a vontade assim não o permite e eu, eu,
EU SOU mesmo o EU SOU, pequeno para os Homens mas grande para Deus.

Acorda donzela e não deixes que o teu amor se vá,
lembra-te que no Marão mandam os que lá estão
e aqui no berço adorado quem manda é o Deus Fado.

Poetas queiram dar as mãos,
porque na verdade todos o são quando falam de Deus,

E nesta madrugada decidi também falar a favor da Hispânia,
quem dera que Lys te aceitasse no berço, seríamos um só,
deixávamos de ser irmãos ou “hermanos” para sermos Lusitanos.

´Canta Santiago porque te trago no peito,
espero que Lys também te veja quando chegar a tua hora de falar,
peço-te que digas algumas palavras para que eu não pense que estou louco:

“Na luz de Lys os Templários adormecidos
querem agora despertar e transmitir ao Mundo a verdade,
que se encontra escondida no Convento de Cristo em Tomar,
os evangelhos escritos por Madalena.
Quando se desvelar esse segredo,
nada mais será escondido do Homem em relação ao espectro evangélico,
mais tarde, divulgarei mais mistérios,
por agora vou descansar a consciência de Santiago,
elevar-me à Lusitânia e continuar o meu trabalho para a Ascensão de Portugal e do Mundo.

”Eu amo-te Lusitânia, e quero que mais despertes,
vou orar ao Melquisideque para que não se esqueça de ti.
Hoje deixo o meu capote, o barrete e a vara de campino
e entro na capela mais Cósmica da Lusitânia,
o coração da Fraternidade Humana.
A ti, Rhuantak, pedirei para que não esqueças
daqueles que adormecem a sonhar contigo para acordar…
…Amo-te Lusitânia."

Henrique Manuel

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