Monday, June 14, 2010

Reflexões V

“PURSAH: O que nos leva à atitude do J. Ele é a consciência do não dualismo puro, o fim da estrada, a última paragem.
Não te deves esquecer que cada uma das quatro atitudes mais importantes da aprendizagem é em si mesma uma longa estrada e que, por vezes, andarás a saltitar como uma bola de pingue-pongue entre elas. O Espírito Santo ir-te-á corrigindo ao longo do caminho e pôr-te-á outra vez na direcção certa. Não te sintas mal se perderes temporariamente o caminho. Não há ninguém que tenha pisado esta terra, incluindo o J, que não tenha caído em nenhuma tentação ao longo do caminho. O mito de viver uma vida perfeita no que respeita ao comportamento é frustrante e desnecessário.

Tal como um navegador ou um computador corrige constantemente a direcção de um avião a jacto ao longo da sua rota, o Espírito Santo está sempre a corrigir-te, seja o que for que pareças estar a fazer ou seja qual o fôr o nível de consciência espiritual em que possas estar. Pode ser possível ignorá-lo, mas nunca é possível perdê-lo. O avião a jacto está sempre a desviar-se da rota, mas através da correcção constante, chega ao seu destino. Também tu chegarás ao teu destino. É um assunto arrumado; não conseguirias estragá-lo mesmo que quisesses. A verdadeira questão é: Durante quanto tempo queres prolongar o teu sofrimento?

Ainda não é demasiado tarde para começares a pensar segundo as linhas do não-dualismo puro. Não o irás seguir sempre, mas não custa começar. Estarás a começar a pensar como o J, a escutar o Espírito Santo como ele o fez. Mas no fim, terás que partir este não-dualismo puro em dois níveis.

GARY: Porquê?

PURSAH: Pára com essa de dominares a conversa. É porque tu aparentemente te partiste em dois níveis diferentes e a Voz que representa o Tipo importante tem de falar contigo como se tu estivesses aqui, neste mundo. De que outra forma é que tu o poderias ouvir?

ARTEN: Vamos começar com o aspecto geral do não-dualismo puro e deixar as suas aplicações específicas e práticas para mais tarde. O perdão evoluído como o J particava – por oposição à forma de perdão primitiva e atrasada que o mundo por vezes pratica exige mais compreensão do que a que tens neste momento. Por isso, vamos continuar.
Mesmo uma leitura apressada do Novo Testamento feita por uma pessoa com uma inteligência rudimentar deve revelar que o J não era crítico nem reaccionário.

GARY: Isso não é muito elogioso para a Coligação Católica.
PURSAH: Tu não gostas deles, pois não?
GARY: Estou farto de ouvir esses impiedosos políticos de direita que se intitulam cristãos, mas que, provavelmente, não reconheceriam Jesus se ele lhes aparecesse e lhes desse uma dentada no rabo.
PURSAH: Sim, mas isso é uma armadilha subtil e tu caiste de cabeça nela. Pode ser correcto a nível da forma dizer que a maioria dos cristãos poderia facilmente mudar o nome da religião deles para Julgamentalismo. Mas se tu criticares o julgamento deles, estás a fazer a mesma coisa que eles, o que te põe na mesma posição acorrentado a um corpo e a um mundo que estás a tornar psicologicamente real para ti próprio ao não conseguires perdoar.

É óbvio que a maioria das pessoas não conseguiria perdoar completamente aos outros nem que a sua vida dependesse disso e a tua vida real depende realmente disso. Em vez de simplesmente enfatizar que o J foi capaz de perdoar às pessoas mesmo quando elas o estavam a matar – ao passo que a maioria dos cristãos de hoje nem sequer conseguem perdoar às pessoas que não lhes fizeram nada – seria muitíssimo mais benéfico para ti perguntar como é que ele o conseguiu fazer.

A propósito, irás descobrir, à medida que formos avançando, que as organizações do tipo das dos Republicanos e dos Democratas, da Coligação Católica e da União Americana das Liberdades Civis existem por uma razão completamente diferente daquela em que presentemente acreditas.
GARY: Nesse caso, acho que devem avançar, mas primeiro posso perguntar-vos uma coisa sobre o não-dualismo?
PURSAH: É melhor que seja boa. Estás a distrair-me.
GARY: Lembro-me que uma vez um borracho, quero dizer, uma mulher, que era estudante universitária de Física, me disse que a matéria aparece do nada e que é quase tudo espaço vazio. Estás a dizer que é o pensamento que faz esta matéria aparcer?
PURSAH: É verdade que a matéria aparece do nada. O que é menos óbvio, e contudo é preciso compreender, é que depois de ela aparecer continua a não estar em lado nenhum. Todo o espaço é vazio e não-existente, até a minúscula fracção dele que parece conter alguma coisa. Iremos acabar por explicar o que é essa alguma coisa. Quanto aos pensamentos fazerem aparecer imagens, uma maneira mais correcta de o exprimir seria que, um pensamento, fez com que aparecessem as imagens todas, porque elas todas representam a mesma coisa em formas aparentemente diferentes. Estas questões são mais cobertas pelos ensinamentos mais recentes do J, que estão deliberadamente expressos numa linguagem que pode ser compreendida mas não facilmente digerida pelas pessoas do teu tempo. Por agora, concentremo-nos numa pequena clarificação do passado para te preparar para conhecer o presente.

GARY: Está bem, já que vocês aqui estão. Quero dizer, já que nós outrora parecemos colectivamente formar uma imagem aqui.
ARTEN: Como já disse, o J não era nem critico nem reaccionário e o nosso breve resumo do não-dualismo deve ter-te dado a ideia de ele não estaria disposto a fazer qualquer compromisso nesta lógica: se nada está fora da tua mente, então julgá-lo é conceder-lhe poder sobre ti e não o julgar é retirar-lhe poder sobre ti. Não há dúvida de que isto contribui para o fim do teu sofrimento. Mas o nosso irmão J não parou por aqui.
O não-dualismo puro reconhece a autoridade de Deus tão completamente que renuncia a toda a ligação psicológica a tudo o que não seja Deus. Esta atitude também reconhece que aquilo a que algumas pessoas chamaram o princípio “igual a partir de igual”, que diz que tudo o que vem de Deus tem de ser igual a Ele. O não-dualismo puro também não está disposto a fazer compromissos em relação a este princípio. Pelo contrário, diz que tudo o que vem de Deus tem que ser exactamente igual a Ele. Deus não poderia criar nada que não fosse perfeito, se o fizesse Ele não seria perfeito. A lógica disto é perfeita. Se Deus é perfeito e eterno, então, por definição, tudo o que ele cria teria também de ser perfeito e eterno.

GARY: Não há dúvidas de que isso resume tudo.
ARTEN: Uma vez que obviamente não há nada neste mundo que seja perfeito e eterno, o J foi capaz de ver o mundo tal como ele era nada. Mas também sabia que ele apareceu por uma razão e que era um truque para manter as pessoas afastadas da verdade de Deus e do seu Reino.
GARY: Porque é que tem que nos manter afastados da verdade?
ARTEN: Isso ainda só vem numas discussões mais à frente, mas tu precisas de compreender que o J fez uma distinção completa e intransigente entre Deus e tudo o resto – sendo tudo o resto totalmente insignificante excepto pela oportunidade que deu de ouvir a sua interpretação que o Espírito Santo faz dele, em vez da do mundo. Qualquer coisa que envolva a percepção e a mudança seria, pela sua própria natureza, imperfeita – uma ideia que Platão exprimiu, mas não desenvolveu completamente em termos de Deus. O J aprendeu a ignorar a percepção e a escolher com o Amor perfeito do espírito de forma consistente. As distinções vitais entre o espírito perfeito e o mundo de mudança permitiram-lhe ouvir cada vez mais a Voz do Espírito Santo, o que, por sua vez, permitiu que se desenrolasse um processo onde ele podia perdoar cada vez mais. A Voz pela verdade tornou-se cada vez mais alta e mais forte até chegar ao ponto em que só conseguia ouvir esta única Voz e ver através de tudo o resto. Por fim, o J tornou-se, ou melhor, voltou a tornar-se, aquilo que esta Voz representa a verdadeira realidade, tua e dele, enquanto espírito e unidade com o Reino do Céu.

Lembra-te, se acreditares que Deus tem alguma coisa a ver com o universo da percepção e mudança, ou se acreditares que a mente que fez este mundo tem alguma coisa a ver com Deus, estarás a sabotar o processo de desenvolver a tua capacidade de ouvir a voz do Espírito Santo. Porquê? Uma razão tem a ver com a tua culpa inconsciente, que é uma coisa com a qual terás de acabar por te confrontar. Outra é que é um pré-requisito para ganhar o poder e a paz do Reino é abdicares do teu pseudo-poder e do teu próprio reino bastante precário. Como é que podes desistir das tuas criações erradas se acreditares que elas são a Vontade de Deus? E como é que podes abandonar a tua fraqueza se acreditares que é força?

Tens de estar disposto a ceder a ideia de Autoria a Deus se queres ser capaz de tomar parte no teu poder verdadeiro. O caminho é a humildade e não uma humildade falsa que diz que és incompetente, mas uma humildade verdadeira que diz simplesmente que Deus é a tua única Fonte. Irás compreender que não precisas de nada, excepto do seu Amor, e àquele que não precisa de nada pode confiar-se tudo.
Por isso, quando o J fez afirmações como: “ Por mim, não posso nada”, e “Eu e o Pai somos um”, ele de facto não estava a reinvindicar nenhuma característica especial para si próprio. De facto, estava a desistir de qualquer característica, individualidade ou autoria especial, e a aceitar a sua verdadeira força – o poder de Deus.

No que ao J dizia respeito, não havia J, e, no fim, não havia. A realidade dele era agora a do espírito puro e completamente fora da ilusão. Esta realidade está também completamente fora da mente que fez o falso universo, uma mente que as pessoas confundem com o lar da sua verdadeira unidade. O J sabia que a criação errada do universo não tinha nada a ver com a verdade. A identidade dele era com Deus e com mais nada. A Paz de Deus que transmite compreensão já não era uma coisa por que lutar. Para tê-la, bastava-lhe pedir, ou melhor, bastava-lhe lembrar-se. Ele já não tinha que procurar o Amor perfeito, pois com as suas muitas escolhas sábias tinha removido todas as barreiras que o haviam separado da realidade da sua perfeição.
O seu Amor, tal como o de Deus, era total, impessoal, não-selectivo e abarcava tudo. Ele tratava toda a gente igualmente, do rabi, à prostituta. Ele não era um corpo. Já não era um ser humano. Tinha passado pelo buraco da agulha. Tinha reclamado o seu lugar com Deus como espírito puro: uma atitude que, juntamente com o Espírito Santo, te conduzirá àquilo que tu és. Tu e o J são a mesma coisa. Todos nós somos. Não existe mais nada, mas tu precisas de mais treino e prática para experimentares isto.

GARY: Ensinaram-me que sou um co-criador com Deus. É verdade?
ARTEN: Não a este nível. O único sítio onde és de facto um co-criador com Deus é no Céu, onde não terias consciência de seres diferente Dele ou de estares separado Dele. Então, como é que poderias não ser um co-criador com Ele? Mas há um caminho aqui na terra para praticares o sistema de pensamento do Espírito Santo como o J fez, que reflecte as leis do Céu e esse é o teu caminho para casa.
Iremos discutir mais aprofundadamente os atributos do não-dualismo puro e a forma de os praticar enquanto formos avançando, mas por agora tenta lembrar-te que Deus é Amor perfeito, que Ele não é mais nada e tu também não. Tu és, de facto, o Amor de Deus, e a tua vida verdadeira é com Ele. Tal como o J, acabarás por conhecer e experimentar que Deus não está fora de ti. Deixarás de te identificar com um corpo vulnerável ou com qualquer outra coisa que possa ser limitada, e um corpo é qualquer coisa que tenha margens ou limites.
Em vez disso, irás ficar a conhecer a tua verdadeira realidade enquanto espírito puro que é sempre invulnerável.

GARY: Sabem, ultimamente tenho ouvido muita gente a ridicularizar ideias espirituais como estas. Há aquele tipo que foi mágico e que agora se intitula denunciador da mentira e céptico profissional. As pessoas como ele estão sempre a chamar a atenção para o facto de os temas espirituais não serem científicos; dá a ideia de que ele acha que uma pessoa deve sempre seguir aquilo que os sentidos do corpo e a experiência lhe dizem. Como é que posso lidar com pessoas dessas?
ARTEN: Perdoa-lhes. Vamos dizer-te como. Além disso, essas pessoas nem sequer se apercebem como são dinossauros. Esse homem supostamente respeita os cientistas, mas o Albert Einstein não era um cientista?
ARTEN: Sabes o que é que ele disse sobre a tua experiência do mundo?
GARY: O que é que foi?
ARTEN: Disse que a experiência de um homem é uma ilusão de óptica da sua consciência.
GARY: O Einstein disse isso?
ARTEN: Disse. As pessoas como o teu amigo denunciador da mentira deviam ser um bocadinho mais humildes e um bocadinho menos arrogantes nas suas afirmações. Na verdade, ele até é um homem inteligente, mas não usa a inteligência de uma forma construtiva. Mas nós não estamos aqui para falar dele. A sua vez de ficar consciente da verade há-de chegar quando for a altura certa.
Entretanto não esperes que ele ou o mundo abram um caminho até à tua porta. Olha para o J no último dia antes da parte da ilusão em que ele foi crucificado. Acreditas mesmo que a maioria do nosso povo queria ouvir o que ele tinha para nos dizer? E acreditas realmente que a maioria dos Gentios eram mais inteligentes? Ora! Esses filhos da mãe idiotas só iriam compreender o sistema numérico árabe 1200 anos mais tarde. Andavam demasiado ocupados a cortar as pessoas aos bocadinhos e manter o mundo a salvo da escuridão.

GARY: Estás a dizer que o Cristianismo é uma relíquia da idade das Trevas?
ARTEN: Estou a dizer que os europeus não estavam mais preparados para a verdade do que estava o resto do mundo. O Universo não quer realmente acordar. O universo quer rebuçados para se sentir melhor, mas o rebuçado tem a função de te prender ao universo.
PURSAH: Do breve esboço que acabámos de fazer da progressão espiritual, agora deve ser claro o que o J queria dizer quando disse coisas como: “Entrai pela passagem estreita, pois é larga a passagem e fácil o caminho que leva à destruição, e aqueles que entram por ela são muitos. Mas é estreita a passagem e duro o caminho que leva à vida, e aqueles que o encontram são poucos”. Ele não estava a tentar pregar um susto dos diabos às pessoas, ameaçando-as com a destruição se elas não caminhassem pelo estreito e direito. Pelo contrário, estava a dizer-lhes que aquilo que elas experimentam não é vida, ao mesmo tempo que lhes mostrava o caminho para a vida.
O que tu estás a experimentar aqui é destruição, mas o J conhecia o caminho da saída. É por isso que ele disse, “Alegrai-vos, pois eu venci o mundo.” Se ele não fosse um homem que tivesse lições a aprender tal como tu, para que é que, para começar, ele teria tido de vencer o mundo? Ele compreendia um número incalculável de coisas que nós não entendíamos, no entanto, tudo estava ligado a um sistema de pensamento consistente, o sistema de pensamento do Espírito Santo. Por exemplo, ele sabia que as escrituras antigas continham passagens que não exprimiam o Amor perfeito, não selectivo. O que queria dizer que não podiam ser a Palavra de Deus.

GARY: Como por exemplo?
PURSAH: O tipo de coisas a que nos estamos a referir deve ser óbvio. Por exemplo, tu acreditas mesmo, como se diz em várias passagens do Levítico, Capítulo 20, que Deus disse a Moisés que os adúlteros, os feiticeiros, os médiuns, os homossexuais deveriam ser mortos?
GARY: Isso parece ser um bocado extremista. Por mim, sempre gostei dos médiuns.
PURSAH: A sério?
GARY: A sério, não. Não acredito que Deus dissesse uma coisa dessas.
ARTEN: Então, agora tens um problema fundamental.
GARY: Sim, so fundamentalistas são doentes mentais.
ARTEN: O mundo é um problema mental, mas o problema de que estamos a falar desta vez é a tentativa de reconciliação de dois sistemas de pensamento que não podem ser reconciliados. E eu não me estou a referir ao Antigo Testamento e ao Novo Testamento. As diferenças entre eles dizem respeito ao J e não a Deus. Contudo, os primeiros cristãos estavam ansiosos por cosntruir uma ponte entre o J e o passado e aquilo com que eles de facto acabaram foi simplesmente com uma nova versão do passado. O que eu estou a comparar aqui é o sistema de pensamento do mundo, que podes encontrar tanto no Antigo como no Novo Testamento, e o sistema de pensamento do J, que está ausente de ambos. Sim, podes ter um vislumbre de como era o J em alguns ditos dele que sobreviveram, mas pouco mais. Não te estou a dizer que o Judaísmo ou o Cristianismo são mais ou menos válidos em comparação um com o outro. Já te dissemos que todas as religiões têm tanto pessoas exemplares como imbecis. Isso é também uma ilusão, porque, como o J sabia o corpo é uma ilusão.

E aí tens a razão número um para o pensamento do mundo e o pensamento do J serem mutuamente exclusivos – porque a realidade do J não era o corpo, e o pensamento do mundo está completamente baseado numa identificação do corpo como a tua realidade. Mesmo aqueles que conseguem ter um vislumbre para lá do corpo mantêm a ideia de uma experi~encia individual, que, na realidade, é pouco diferente de ter um corpo. De facto, é com esta ideia de separação e com tudo o que daí provém, que te sentencias a continuar no universo dos corpos.
Porque é que julgas que o mestre, ao contrário das outras pessoas do seu tempo, tratava todos os homens e mulheres de igual?
GARY: Digam-me vocês. Suponho que há mais alguma coisa nisso do que ele estar a tentar conquistar os dois.
PURSAH: Era porque ele não via nem os homens nem as mulheres como corpos. Ele não reconhecia as diferenças. Sabia que a realidade de cada pessoa era espírito, que não pode ser limitado de maneira alguma. Por isso, elas não podiam realmente ser masculinas ou femininas. Hoje, as tuas feministas estão sempre a tentar valorizar a grandeza das mulheres. Por vezes referem-se às mulheres como Deusas e a Deus como Ela em vez de Ele. Isso é giro, mas a única coisa que eslas estão a fazer é a substituir um erro por outro erro.

Quando o J usou a palavra “Ele” para descrever Deus, estava a falar metaforicamente na linguagem das escrituras. Tinha de usar uma metáfora para comunicar com as pessoas, mas vocês tornam tudo verdadeiro. O J sabia que Deus não pode ser limitado pelo género, e as pessoas também não porque elas não são de facto pessoas. Como é que podes ser realmente uma pessoa se não és um corpo? É muito mais importante compreenderes isso do que pensas actualmente, e nós iremos explicar porquê. Conhecendo a verdade, o J tratava todos os corpos da mesma maneira como se eles não existissem. Assim podia olhar através deles para a verdadeira luz do espírito imortal e imutável que é a realidade de todos nós.

Seja como for, tal como a maioria das pessoas de hoje, a maioria de nós naquela altura, em vez de ouvirmos o que J nos ensinava, víamos e ouvíamos o que queríamos ver e ouvir para o podermos utilizar na validação da nossa experiência – que era a experiência de ser um indíviduo num corpo. Assim, tivemos de fazer dele um corpo individual muito especial, que é a forma como nós de facto nos víamos a nós próprios, e como tu ainda te vês a ti próprio."

In "O Universo desaparecerá"

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