Sunday, July 25, 2010

Seminário «Parcerias, Novas Crianças e Energia Matriz»

"Porto, 17 Julho 2010
Esmeralda Rios:
A mudança do ser humano quer seja homem ou mulher, acontece não só pela sua disponibilidade interna, mas também por via das transformações que estão em curso nas 13 dimensões da Terra. Quer isto dizer que uma parte das alterações tem de partir do coração humano, e que outra parte provém da teia interdimensional deste planeta.
Como representante da Deusa Maior da Matriz do Feminino, gostaria de vos relembrar que a Vida encontra sempre um caminho para se expressar. E como, neste momento, Vida é sinónimo de Amor ‐ ou não fosse essa a expressão da Deusa ‐, a Vida responde ao Amor. Mas responde lentamente devido às escolhas humanas, frequentemente inadequadas à situação. As vossas almas, porém, estão “cansadas” e resolveram alinhar as suas projecções terrenas ‐ vocês ‐ com a vontade da Fonte e Comigo. Assim, tudo está a ser redimensionado. Há muito que se esperava pelas condições necessárias para promover esta metamorfose.

Assim, em termos planetários, a Vida responde ao chamamento da Deusa. Todas as vossas células, lentamente, começaram a responder ao estímulo de transformação do Amor. Quando se diz que, dentro de vinte ou trinta anos, nenhuma outra Matriz poderá manifestar‐se na Terra, quer dizer que a Vida, nas suas diferentes formas existenciais, só funcionará respondendo ao Amor. Por outras palavras, se os seres humanos não ganharem consciência e não se alinharem com a sua Projecção Superior, a sua própria biologia começará a boicotar a sua expressão na Terra, encurtando o tempo de vida ou fazendo‐os desencarnar rapidamente. À medida que aumenta a intensidade da Energia Matriz, as células vão despertando para esse novo modo de funcionamento. O centro cardíaco de todos os seres humanos, mesmo o dos criminosos, dos terroristas, dos seres da alta finança que manipulam o mundo, etc., começou a pulsar de forma diferente. É natural, portanto, que venham a sofrer profundos incómodos e transtornos físicos e psicológicos sem, no entanto, os relacionarem com o que vibracionalmente está a acontecer na Terra. Aguardem pelas consequências!

Uma nova forma de alienação (como dirão os jornais), vai espalhar‐se pelo planeta num futuro mais ou menos próximo, devido ao facto de as pessoas se apaixonarem pelo Espírito. É certo que muitas padecerão de ingenuidade e, por isso, serão manipuladas, mas todas buscarão essa energia, que as estimula e faz arder de emoção, como forma de saírem das suas realidades penosas. Só nesse estado de “enamoramento” é possível tomarem consciência das mudanças que têm de fazer. A dor e o sofrimento só continuarão se houver resistência à autotransformação. Mas vai haver muita resistência por parte de muitos! O cenário não é cor‐derosa! Porém, vocês e muitos outros espalhados pelo mundo, cá estarão para sustentar essa mudança, servindo de canais da vibração necessária à requalificação da Terra e da sua humanidade.
Parcerias afectivas
Neste seminário sobre parcerias importa referir que qualquer ser humano tem de equilibrar o seu Masculino e Feminino internos, aceitando‐se plenamente. Só assim, poderá conectar‐se com os seus Planos Superiores. Como é que se faz isso? Para começar, através de uma determinação convicta; depois, reconhecendo que tal reequilíbrio é inevitável. Só então poderão começar a aplicar as centenas de técnicas e exercícios de que já dispõem. Todo o resto acontecerá por acréscimo. Muita coisa será libertada e purificada a partir desse momento: carências, dependências, inseguranças, projecções, remorsos e culpas. Progressivamente, e com o tempo, todos os medos ‐ que muito vos condicionam e vos levam a parecer autómatos ‐ começarão a libertar‐se por via dessa energia que vos apaixona e que vos faz progredir, independentemente das dificuldades e dos olhares estranhos daqueles que não reconheceram ou rejeitaram a necessidade de purificação interna. O trabalho poderá ser árduo e longo. Os métodos a aplicar poderão ser diferentes mas a vibração será sempre a mesma: uma energia de Amor que, de uma forma sublime e incompreensível, vos arrebata e transporta para um Caminho que, sozinhos, nunca teriam decidido percorrer. Só depois deste processo, altamente depurador, estarão em condições de se doarem plenamente a outra pessoa. Até lá, o mais certo é ser mais do mesmo: ciúmes, críticas, julgamentos, intolerância, imposições, controlo, violência, inveja e luta pelo poder, pois é nesses parâmetros que, presentemente, estão programados. Logo, enquanto não se desprogramarem, nada feito!

Todavia, sem aceitarem, no vosso centro cardíaco, essa “energia de enamoramento”, emanada pela Fonte através da Deusa, e que eu expresso através do meu Centro Interno Cristalino, para servir de sustentação à mudança, continuarão a ser totalmente incapazes de transformar os vossos relacionamentos em algo sublime, onde só cabe o respeito pela parceria, seja ela do mesmo sexo ou não. Só através dessa “energia de enamoramento” poderão perceber quando é o tempo de partilhar ou quando é tempo de partir. Não se sintam sozinhos, pois estão sempre ‐ mas sempre ‐, em comunicação com a Fonte e em conjunção com a teia interdimensional. Não têm como aperceber‐se, contudo, da miríade de Seres que acompanha cada um de vocês, individualmente, e no vosso conjunto maior, como Humanidade. Mas saibam que eles existem e estão convosco para vos ajudar, desde que vocês reconheçam e aceitem essa ajuda.
Encaminhamento
Cabe‐me ainda referir algo que, aparentemente, não tem relação com o tema que temos estado a abordar. Mas é só aparentemente. Na 4ª dimensão existe um conjunto de seres que vocês apelidam de “desencarnados”, que necessitam de ser encaminhados, pois não conseguem aceder aos patamares superiores da sua existência. Assim, peço a todos aqueles cuja função é cuidar desse encaminhamento, para usarem essa “energia de enamoramento”, para criarem um túnel de elevação por onde eles possam seguir. Este trabalho é fundamental, porque esses milhões de criaturas, perdidas ou desorientadas, estão a aumentar a densidade planetária, servindo de tampão à evolução. Muitos deles, por ressonância vibracional, são até atraídos para as vossas ilusões mentais e dramas emocionais. Ora, a Terra precisa de ser libertada dessa densidade. Os trabalhos colectivos, como este seminário, onde se gera muita vibração positiva, também contribuem para os encaminhar, porque eles reconhecem essa energia e usam‐na como propulsor para a sua ascensão.
Termino dizendo apenas que aquilo a que chamam “Amor”, e que tanto procuram, reside em todas as vossas células. Decidam‐se a usá‐lo em proveito da vossa própria mudança. E nunca se esqueçam de que a alegria é o motor da existência humana e não humana. Quando o coração se entristece, a penumbra corre o seu véu sobre vocês, desligando‐vos da Fonte. Muito obrigado pela atenção.

Lisboa, 18 Julho 2010
Vitorino de Sousa:
Homossexualidade
Para que fique claro, eu falo‐vos de uma dimensão onde não existe separação de géneros e, portanto, não nos confrontamos com os mesmos problemas com que vocês têm de se confrontar. Tal não quer dizer, porém, que não estejamos em condições de opinar, de advertir e de aconselhar sobre essas questões, pertinentes não só ao vosso país, mas a todo o mundo. No campo das parcerias há um assunto bastante controverso, que gostaria de abordar hoje, aqui, convosco. Trata‐se do tema da homossexualidade1. Não sei se têm noção de que a polémica relacionada com a aceitação/rejeição da homossexualidade, por parte da comunidade e, por vezes, até por parte dos próprios homossexuais (masculinos e femininos), decorre do estado de subdesenvolvimento em que a humanidade ainda se encontra. Só uma civilização extremamente preconceituosa tem de lidar com este tipo de questão, que tanto sofrimento causa, que tanta exclusão promove, que tanta morte desencadeia.
Como já deveria ser sobejamente sabido, importa pouco a forma como qualquer ser humano manifesta a sua necessidade de partilhar a vida com outro ser humano. O que interessa, sim, é a forma como as matrizes do Masculino e do Feminino estão, mais ou menos equilibradas, dentro dele mesmo. Esse é o ponto fulcral da questão, aquele em que todos os que estão a ouvir, assim como os que irão ler a transcrição do que está a ser dito, deverão investir. Ao investirem no equilíbrio das matrizes do Masculino e do Feminino internamente, estarão a contribuir para deixarem de ser tão preconceituosos em relação à homossexualidade e outros temas controversos.
O que interessa não é tanto se uma pessoa forma uma parceria com outra do mesmo género ou de género diferente, mas sim o estado interior em que ambos se encontram. E o preconceito decorre, exactamente, de homossexuais, heterossexuais e outros, não disporem de equilíbrio ao nível do seu Masculino e do seu Feminino. Se essas matrizes estivessem devidamente equilibradas, não seriam preconceituosos e, portanto, a questão da homossexualidade – assim como tantas outras que vos desvairam ‐, não existiria. Se observarmos o tema de forma objectiva, o que é que interessa ao fulano A ou ao fulano B, que o fulano C tenha uma relação com um indivíduo do mesmo género? Acaso vem algum mal ao mundo? Acaso prejudicam alguém? Acaso morre alguém ou se incrementa a fome e pobreza por causa disso Não. Fome e pobreza têm sido incrementadas, bastas vezes, por aceitarem que alguém partilhe a sua vida com alguém do mesmo género! Acaso os homossexuais, masculinos e femininos, fazem má vizinhança? Não. Com a sua escolhe livre e legítima, apenas se limitam a «ofender» uma certa formatação moral, ultrapassada e obsoleta, que continua a ser propagandeada por instituições religiosas e pelos que a elas estão ligados. É aí, sim, que vamos encontrar a verdadeira origem da intolerância, exercida sobre quem, segundo esses, tem o descaramento de viver a sua sexualidade fora da lei que eles preconizaram como sendo a correcta. Ou seja, a exclusão não decorre de nenhum dado objectivo, mas sim de conceitos duvidosos, estabelecidos por quem se faz passar por detentor da verdade. Mas que raio de verdade é esta, tão estranha, preconizada, defendida e praticada por aqueles que sempre se anunciaram como os representantes de Deus e na Terra? Não deveriam ser eles, bem ao invés, os promotores da aceitação, da compreensão e do Amor incondicional?
O que espanta, desde a dimensão em que me encontro, é verificar, não o absurdo deste tipo de posturas, mas sim a sua aceitação por parte daqueles inúmeros indivíduos que se mostram cegos e sem o mínimo de discernimento para avaliar conceitos morais baseados naquilo que, supostamente, Deus quer? Mas, ao segregarem tão despudoradamente, que sabem eles de Deus? Quem os designou representantes de Deus na Terra? Acaso não se autoproclamaram, desvirtuando a Verdade? Portanto, a questão dos homossexuais, ou de qualquer outro grupo segregado, é uma falsa questão, derivada da ignorância em que a humanidade vive atolada. Dificilmente estas manifestações de tacanhez serão ultrapassados rapidamente, é certo. Mas cabe a cada um arejar a sua própria mentalidade, no sentido de sair desse redil onde se reúne a manada dos que alinham com aquilo que lhes impingem, sem qualquer espírito crítico. Não há maior sinal de subdesenvolvimento do que excluir um irmão ou uma irmã, com base na sua opção sexual, na sua cor de pele, na raça em que nasceu, etc. Como querem vocês ser integrados em comunidades mais vastas, para além da Terra, se nem com os que estão ao vosso lado conseguem entender‐se?

Eu pertenço a uma civilização extraterrestre que há muito ultrapassou essas questões, com que vocês se debatem agora. Há muito estamos ao serviço da humanidade, sem violar as leis que regem a civilização do Projecto Terra. Ou seja, respeitamos incondicionalmente o livre arbítrio humano. Ora, se o livre arbítrio da esmagadora maioria aponta para a permanência no subdesenvolvimento, nós aceitamos. Aceitamos porque temos de aceitar, mas não nos inibimos de chamar a atenção para a profunda estupidez e renitência que a humanidade, genericamente entendida, tem vindo a demonstrar ao longo da sua história, recusando‐se a sair do lodaçal onde se encontra. Nós somos Servidores do Plano, mas não estamos cegos para o subdesenvolvimento da humanidade. Cabe‐nos a nós, entre outros, chamar‐vos a atenção, veementemente, para essa
teimosia absurda. Pena é que as nossas advertências não sejam atendidas em maior escala. Não é que estejamos cansados de andar, há milhões de anos, a ajudar a humanidade. Não se trata disso. Trata‐se, apenas, de «frustração cósmica» por vermos como é enorme a vossa resistência em sair dos subterrâneos onde se meteram. Permaneceremos aqui enquanto houver a aquiescência dos Planos Superiores. Mas não deixa de ser lamentável ‐ e talvez sejamos dos poucos a manifestar esse lamento ‐, a forma displicente com que vocês, humanos, ignoram as nossas sugestões, a nossa ajuda, as nossas advertências, as nossas dádivas. Mas essa é a vossa escolha. Essa é a forma como utilizam o livre arbítrio e, por isso, os respeitamos. Continuaremos, paulatinamente, a transmitir o que temos para transmitir e a cumprir a nossa missão da melhor maneira possível, esperando que vocês se comportem exactamente da mesma maneira. Vamos ver até quando teremos de esperar.

Ao ouvirem estas palavras e este tom, talvez não encontrem grandes diferenças em relação aos termos e ao tom, usados por este canal ao longo do dia. Pois é! Não tenho feito outra coisa, hoje, se não clamar perante vocês. Este canal não está a dar‐me voz por ser um mero arauto do que canaliza, porque ele é uma projecção minha na dimensão física a Terra. Portanto, estamos perfeitamente alinhados. O que ele aqui disse, durante o seminário, de olhos bem abertos, pode parecer que é da sua autoria, mas não é. Fiquem sabendo que ele não se sente compulsivamente impelido, só porque está a canalizar, a dizer o que não sente ou aquilo com que não concorda. Nesse aspecto, as nossas vontades estão perfeitamente alinhadas. Digamos que eu e ele somos um!
Muito obrigado e até uma próxima oportunidade.

Esmeralda Rios:
A missão de Portugal
Neste contexto de mudança e transformação, consciente ou inconsciente por parte da humanidade, cumpre‐me dar‐vos alguma informação referente àquilo que referem como «missão de Portugal». O vosso país, enquanto unidade vibracional, existe para além do seu espaço físico. E sempre foi um veículo de expressão da energia de sustentação fomentada pela Matriz do Feminino. Esta manifestação teve várias expressões através de algumas figuras da vossa história. Desde o início e até hoje, Portugal sempre cumpriu uma função muito específica. Na verdade, às vicissitudes históricas, reconhecidas pelos estudiosos, deve acrescentar‐se a função de sustentação e de amparamento, um pouco mais controversa, alimentada, por exemplo, pelo vórtice energético situado na zona onde ergueram o chamado Santuário Mariano (Fátima).
As missões e as tarefas espirituais, meus caros humanos, não têm de estar ligadas à notoriedade ao destaque, através da concretização de acções plenas de conhecimento e de sabedoria. A Terra emana uma determinada vibração ou faz um apelo específico, e os seres que nela habitam, cujos corações estão alinhados com o planeta e com os ditos Planos Superiores, limitam‐se a responder concretizando acções. E essas respostas, no seu cômputo geral, mais não servem do que concretizar, na dimensão física, os itens da missão de Portugal.
Nos tempos que se avizinham, muitos vão ser chamados a realizar pequenos projectos. Mas vai ser necessário recolhimento, sobriedade, clareza, capacidade interventiva, subtileza e discrição. Não há eficácia da acção sem estas premissas. Mas nem tudo o que farão será claramente «espiritual». Na verdade, nem tudo o que leva o rótulo «espiritual» serve a Espiritualidade, assim como nem tudo o que parece estar desprovido de «espiritualidade» é puramente material. Portanto, estejam atentos e sigam os impulsos dos vossos corações, porque a teia humana está a organizar‐se para poder concretizar o que é preciso fazer. Muitas pessoas virão viver para este país, para ajudarem a concretizar o que há para fazer. E muitas outras, que aqui vivem, irão deslocar‐se para o estrangeiro a fim de levarem a vibração de Portugal para os seus países de acolhimento, como fizeram, aliás, no passado. Se os mares já foram o vosso meio de expansão, nesta fase eles serão uma das vossas ferramentas de trabalho. (Perceberão, mais tarde, o que eu quero dizer com isto.) Os alicerces das transformações económicas, políticas e sociais dos próximos dez ou vinte anos, têm de ser preparados agora. Assim, deixem‐se conduzir, sem loucura espiritual ou humana, deixando de lado o ideal de projectos megalómanos. Façam o que têm a fazer para que a base da nova estrutura possa ser estabilizada.
Esta é informação geral, necessária para o momento. Quem está nesta sala e quem vier a ler esta informação, saberá, no tempo certo, o seu significado mais profundo. Manifestamo‐nos aqui, hoje, porque importa sublinhar a importância da tarefa de Portugal, que nada tem de messiânica; a missão de Portugal caracteriza‐se, essencialmente, por dar a sustentação vibracional necessária a Acções Maiores. Assim sendo, todos poderão contribuir, directa ou indirectamente, individual ou em grupo. Saberão como, em seu devido tempo. Muito obrigado."

1 Comments:

At 11:29 PM, Anonymous Anonymous said...

Muito obrigada!
Sz

 

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