Sunday, January 23, 2011

SEM MEDO DE 2012

"O nome deste curso (Sem medo de 2012) foi bem escolhido porque expressa exactamente o Espírito que Nós pretendemos inculcar nos seres humanos, levando-as a adquirir os meios e a capacidade de cuidarem da sua alquimia interna, visando transformar a sua realidade. Só assim não serão repelidos pela energia da forte metamorfose em curso no planeta. É claro que a rejeição desta evidência poderá desencadear, a muito curto prazo, distúrbios bastantes significativos no foro físico, mental, emocional e psíquico pessoal e colectivo. Quem rejeitar a via do conhecimento continuará a trilhar, inevitavelmente, a via do sofrimento. Por que há tanta dor no mundo? Porque ele está tomado pela rejeição dos verdadeiros meios de cura e pela ignorância das origens do sofrimento. Assim, perante este cenário lamentável, propomos este curso fundamental, que permitirá a cada participante o seguinte:

1 - Adquirir informação que lhe permitirá compreender os diferentes factores que condicionam a sua vida, desde tempos imemoriais, alguns dos quais sem que ele próprio se aperceba. Relembramos que só a compreensão do próprio processo de vida, assim como o dos outros, permite a mudança de atitude e da forma de estar, quer interna quer externa. Quando a realidade interna muda, a externa passa a ser outra, obrigatoriamente. Um dos grandes desafios da actualidade é o seguinte: todas as criaturas humanas estão sujeitas a uma energia de purificação, que as obriga a lidar com o que de mais difícil e desafiante existe na sua realidade. Todavia, porque continuam apegados à busca externa de soluções, escassos são os resultados obtidos. E o desconforto, a impotência, o medo e a frustração mantêm-se. Todavia, não é nossa intenção pressionamos seja quem for dizendo: “agora é que vão ser elas”. Mas também não pretendemos encantá-las com um discurso rosado e com promessas de melhoras milagrosas. A necessidade urgente é esclarecer, elucidar e orientá-las para dentro de si próprias, para aí poderem descobrir as razões dos seus medos e limitações.

2 - Adquirir a consciência necessária ao perdão completo de todos os comportamentos, mesmo os mais atrozes, libertando os condicionamentos que emaranham a sua teia vibracional, donde resulta o desvanecimento progressivo das ilusões radicadas na ingenuidade. Assim, o participante será convidado a reflectir sobre os diferentes aspectos da sua cadeia familiar, social e profissional, a fim de identificar os padrões subjacentes à forma como a sua vida tem vindo a decorrer. É, enfim, a descoberta das verdadeiras razões da hereditariedade.

3 – Este terceiro objectivo prende-se com o que todos buscam, mas que ninguém consegue alcançar sem ter sido bem sucedido nos dois itens anteriores. Ou seja, adquirir a capacidade (e os meios e as técnicas!) de mudar a sua realidade, alinhando-se com as novas orientações cósmicas e terrenas, algo urgentíssimo neste momento.

4 – Beneficiar da inevitável elevação vibracional decorrente do trabalho desenvolvido ao longo do curso, o que se reflectirá activamente no quotidiano. Nalguns casos poderá até ocorrer o saneamento e a regularização das situações mais preocupantes.

Quando a alma, desesperada, começa a reivindicar mudanças profundas na estrutura da personalidade (normalmente através do aparecimento de situações desastrosas a nível familiar ou profissional) muita gente refugia-se em ambientes “espirituais” e “religiosos”, como forma de fugir à pressão esmagadora dessa realidade. Mas esses refúgios não passam de “pastilhas” que, horas depois, já perderam o efeito! Por isso, há que repetir a experiência o mais depressa possível. Todavia, pela insistente ausência de resultados duradouros, há muito já deveriam ter percebido que não é assim que se recupera o equilíbrio. A verdadeira cura necessita de tempo, perseverança e disponibilidade, a par de meios eficazes (e de quem os proporcione). Depois de reunidas estas condições, resta ainda reconhecer que os resultados serão tanto maiores quanto mais sã for a consciência de quem os ensina e de quem os aplica. Resta saber quem está disposto a trabalhar a sério, deixando de lado, de uma vez por todas, a superficialidade e o pretensiosismo."

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