Sunday, March 27, 2011

As armadilhas da Sombra

" Já foi dito várias vezes que as forças involutivas já começaram o seu retorno para o âmbito da Luz/Amor, a fim de serem regeneradas1. Antes disso porém, adoptaram uma estratégia visando perpetuar a sua acção através daqueles colaboradores humanos que se disponibilizaram para serem a sua representação física no planeta, com base em pactos, contratos e acordos há muito estabelecidos. Assim, na impossibilidade de continuarem o seu trabalho como sempre tinham vindo a fazer, os Servidores da Sombra delegaram nesses indivíduos a continuação do trabalho de manipulação e perversão. Não estranhem, por isso, se vos parecer que as forças sombrias têm cada vez mais força e estão mais assanhadas, precisamente quando se anuncia que as suas hostes têm estado a ser desmanteladas. A Sombra recua noutras dimensões, mas avança na Terra através dos seus coadjuvantes humanos. Esta situação perdurará ainda mais alguns anos, até a humanidade amadurecer o suficiente para deixar de fazer o jogo da falsidade e decidir trilhar outros caminhos menos tortuosos. Esta estratégia das forças involutivas, porém, mais não faz do que confirmar a derrocada de um sistema há muito condenado. É, assim, uma tentativa desesperada de continuarem a intrometer‐se nos destinos pessoais e colectivos de quem habita neste planeta, através da manipulação e da corrupção. Quer isto dizer que certos indivíduos assumir‐se‐ão como altos dignitários da Sombra. Secretamente, é claro. É preciso, por isso, que todos vocês estejam atentos, já que poderão vir a contactar com eles na rua, nos transportes, no emprego, em casa, etc. Não estamos a falar daqueles que surgirão nos governos ou nos grandes centros decisores mundiais, com os quais vocês têm escassas hipóteses de contactar directamente; estamos a falar do familiar, do vizinho, do colega, do amigo, etc. Desde sempre houve representantes humanos das forças involutivas em todos os planos e em todos os níveis sociais. Só que, a partir de agora, a tendência é para que alguns deles comecem a manifestar maior poder de corrupção e deturpação. Quase se poderia dizer que, com o afastamento e a desmobilização dos seus «patrões», passaram a ter carta‐branca para praticarem todos os meios de que dispõem para perverter, iludir, mentir e arrastar os seres humanos, individual e colectivamente, numa direcção diferente àquela que têm para percorrer. Mas nós não podemos destacar os nossos representantes para junto de cada ser humano a fim de o avisar para ter cuidado com este ou aquele indivíduo. Essa vigilância tem de partir da maturidade e da intuição de cada um. Nós apenas podemos chamar a vossa atenção e sugerir que não se aproximem deles nem lhes dêem muita conversa. Não façam perguntas nem peçam explicações. Sempre que possível afastem‐se de quem vos parecer suspeito. Cortem o contacto com quem vos parecer perigoso. Se, mesmo assim, for evidente que algumas desses indivíduos resolveu assestar as suas baterias na vossa direcção, lembrem‐se de que já dispõem dos meios necessários para evitar que venham ser atingidos por vibrações contaminantes e intenções malévolas. Chamamos a atenção, não obstante, para o facto de vocês tenderem a acumular meios, técnicas e exercícios de todos os géneros e, depois, numa hora de necessidade, esquecerem‐se do que aprenderam. Escusado será dizer que a prática desses meios, técnicas e exercícios contribui para a elevação da vossa vibração, porque a prática da informação de que dispõem colabora na aquisição de sabedoria. Sábio é aquele que aplica sadiamente o conhecimento de que dispõe. Ora, é exactamente por se esquecerem facilmente dos meios de que dispõem, que são tão pouco sábios. Portanto, numa fase em que, hoje ou amanhã, poderão ser confrontados com quem mostra, descaradamente, índices de perversão mais elevados, têm de ter cuidado para não se desleixarem na aplicação dos meios de que dispõem. Apliquem os que mais vos agradarem, respeitando a intuição. E não permitam que preconceitos vos levem a concluir que alguns desses meios, capazes de anular as perversões das forças involutivas, são ridículos ou absurdos. Apliquem‐nos com o máximo de convicção de que forem capazes. Poderão achar estranho que estejamos aqui a dizer que o cenário individual, grupal ou colectivo se pode corromper ainda mais, quando não falta quem diga que as coisas estão bem melhores. É verdade que alguns aspectos melhoraram, principalmente para quem tem investido na verdadeira espiritualidade, deixando de lado folclores de todos os tipos. A nível global, porém, a situação é bem diferente, como, aliás, pode ser facilmente comprovado através do que está a ocorrer no plano governamental de muitos países. A corda ainda não esticou até ao ponto de ruptura. Alguns, perante a percepção de que a corda algum dia irá partir, certamente se sentirão mobilizados para investir um pouco mais em iniciativas de carácter evolutivo, principalmente do grau de consciência. O que não pode acontecer é que esse «esticar da corda» se transforme num estimulador do medo. Se tal acontecer, saibam que estão a cair numa das armadilhas deixadas pela Sombra2. Assim, para que certos aspectos da vossa vida comecem a emperrar, ou parem de vez se já estavam emperrados, vocês nem precisam de ser alvos do boicote activo de algum desses indivíduos «promovidos» pela Sombra. Se sentirem que o medo está a ganhar terreno, isso deve‐se a que uma vibração insalubre passou a fazer parte da mistura gasosa que respiram. Muito do que contactam diariamente visa activar o medo que já possuem. Logo, se, além disso, forem confrontados com alguém pouco recomendável – que decerto vos porá com mais medo, raivosos, revoltados e intolerantes ‐ ficarão totalmente privados da serenidade de que precisam para aplicar os meios, técnicas e exercícios que sanearão o desafio com que se defrontam. Uma vez tomados pelo medo (e pela raiva e pela impotência), como acontecia nos exames na escola, logo esquecem grande parte do que já sabem. Ora, ao esquecerem o que já sabem, estão a dar o flanco e a abrir a porta ao que deveria manter‐se longe. Por conseguinte, esta é mais uma chamada de atenção, de forma a não serem apanhados de surpresa. É uma advertência para que, numa circunstância melindrosa, não justifiquem o fracasso dizendo que não tinham sido avisados. Preservem‐se e sejam criteriosos nos movimentos de socialização. E não se esqueçam de que as maiores traições podem vir de quem está mais próximo de vós ou é mais íntimo. Mas evitem cair na desconfiança. Desconfiarem uns dos outros não é das atitudes mais saudáveis. No fundo, tudo se resume a deixarem de ser ingénuos. Muito obrigado." Transcrição do que foi comunicado, através de Vitorino de Sousa, no encerramento do módulo I do curso «Sem medo de 2012, no dia 13 de Março de 2011, no Porto.

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