Sunday, June 26, 2011

Maria Gadú - A Estrada [Cidade Negra]



Quando bate a saudade
Eu vou pro mar
Fecho os meus olhos
E sinto você chegar

Quando Você Passa (Turu Turu Turu) - Maria Gadu em Campinas

Friday, June 24, 2011

Regresso a Casa

" O Perdão é o meio pelo qual nos lembraremos. Através do perdão, o pensamento do mundo é revertido. O mundo perdoado vem a ser a porta do Céu, porque através da sua misericórdia podemos finalmente perdoar a nós mesmos. Não aprisionando ninguém à culpa, nós nos libertamos.

Tomando conhecimento de Cristo em todos os nossos irmãos, reconhecemos a Sua Presença em nós mesmos. Esquecendo todas as nossas percepções equivocadas e sem nada do passado para nos deter, podemos nos lembrar de Deus.

Além deste aprendizado não podemos ir. Estamos prontos e o próprio Deus dará o passo final em nossa viagem de volta a Ele."

In "Um Curso em Milagres"

Sunday, June 19, 2011

Parábolas do Rei Salomão

" Certa mulher deu à luz um menino, que veio a falecer logo a seguir. Ela então, apoderou-se de uma criança de sua vizinha e, por todos os meios, pretendeu insinuar que aquele era o seu filho verdadeiro. Não se conformando com a situação, a autêntica mãe da criança procurou a justiça de Salomão, numa das audiências que o rei concedia ao povo.

Salomão mandou que as duas mulheres viessem à sua presença, chamando um carrasco, ordenou-lhes: "Corte a criança pelo meio e dê metade a cada uma das mulheres".

Quando o carrasco, segurando o menino por um dos pés, fez reluzir a sua espada no ar, a fim de cortar a criança, a verdadeira mãe ajoelhou-se aos pés do rei e suplicou: "Não o mates, dá todo a ela". A falsa mãe, pelo contrário, aplaudiu a divisão do menino.

Salomão, suspendendo a execução, ordenou que o pequenino fosse entregue à mulher que lhe suplicou que não dividisse o filho. O rei viu nela a mãe verdadeira, pois, pelo amor, peferiu que a criança fosse dada viva à sua rival, a vê-la morta."

Sunday, June 12, 2011

Domingo de Pentecostes




"Nas Festas do Império portuguesas, criadas por Dinis e Isabel, o homem de baixa condição, o pobre ou a criança sobre cuja cabeça era e ainda é colocada a Coroa do Imperador do Espírito Santo, coroa fechada e encimada por uma pomba branca, símbolo tradicional do divino Paráclito, é por assim dizer o profeta do Império do Espírito Santo de amanhã, iniciando o ritual e as festas, tal como se realizavam, a correlação das crenças e das ideias, das classes e das formas […] a Festa do Império constitui o paradigma simbólico e ritual do projecto áureo português, projecto religioso universal através da iniciativa dionísica, que irá guiar e iluminar singularmente a história nacional no seu período mais fecundo e criacionista." (Quadros, 1987: 45)

Saturday, June 11, 2011

Make a Friend

God said:

If you came across people with leprosy frequently, you might say to yourself: “What have I done to attract this?” You might take it personally, hold yourself accountable, karma and so forth, or you might not hold yourself accountable at all but be mightily annoyed that people with leprosy seem to gravitate to you. You see it that you are being given a hard time.

So now, here’s the difference between you and the Great One who helped to heal. He said nor thought any of the above. His thought was: “What can I do to be of service?”

He wasn’t thinking of himself. That meant he didn’t wonder how he might have brought people with this illness to himself nor did he find fault with them for having a disease that made them outcasts in the common world they lived in, nor did he resent them for choosing to come to him. His immediate thought was to be of service to his Heavenly Father through the needs of those before him. He served, and yet he did not take others’ difficulties to himself.

I use the above by way of example.

Now, let Us say that you suffer ill-will too many times from others. Others seem to be offended by you, and a sure result might be that you offend them back. It is like you are innocent and yet you find yourself in the same pickle time after time. The incidents you may come across can be compared to the appearance of people with leprosy. Your common response might me: “How come there are so many people who take offense at me? They shouldn’t behave this way to me. It’s always like this. This isn’t right. What is the matter with these people?”

You may see that somehow the world mistreats you. You recriminate the others for their lack of consideration to you.

There are others who see themselves responsible for the recurrence of situations, and, yet, they are still as helpless as the ones who cannot come to grips with the idea that they somehow contribute to the drama repeated in their lives again and again. These children of Mine may hold themselves guilty of doing something wrong, even when they don’t know what, and even may be an innocent bystander.

In one scenario, one person takes no responsibility, and in the other scenario, one dwells in guilt about it. In both cases, attention goes on themselves.

Better to get away from these scenarios and ask yourself the questions now: “What do I do? How do I respond to this? How can I repair the experience for the benefit of all?”

Let Us say that someone accuses you of being rude to him or unkind in some way, and you see this as an assault on you. Your reaction is anger. You are going to have nothing to do with this person in the future. That did it. He or she wronged you, and that’s the end of your exchange with that person. That’s the end of that person in your life. You’re finished.

And so you punish the other person, and, in the process, you punish yourse

lf.In kindness and generosity, you could say to the person who was offended and who, in the process, offended you: “I’m so sorry. I had no idea. I was unaware. I would never want to offend you. I will be more careful in the future. I never want this to happen again.” How would it hurt you to say this? Or would you rather be the angry victim?

We are talking about your being a true friend, not a happenstance one. If, for good reason or no reason, you have alienated someone, don’t alienate them further. Make peace.Better to make a friend than a foe. Better for all. Better for the world.

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Quem te fez nascer Portugal

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Friday, June 10, 2011

Desfazer o medo - Revertendo efeito e causa

"Dentro de um armazém vazio, com portas abertas, estão guardados todos os teus retalhos de memórias e sonhos.

Entretanto, se tu és aquele que sonha, pelo menos isso percebes: que causaste o sonho e podes igualmente aceitar um outro sonho.

Mas para que se dê essa mudança no conteúdo do sonho, é preciso que se reconheça que foste tu aquele que sonhou o sonho do qual não gostas. Ele não passa de um efeito que tu causaste, e não queres ser a causa desse efeito.

Nos sonhos de assassinato e de ataque, és a vítima de um corpo abatido, à morte.
Mas nos sonhos de perdão, não se pede a ninguém que seja vítima e sofredor.

Estes são os sonhos felizes pelos quais o milagre substitui o teu. Ele não te pede que faças outro; só que vejas que fizeste aquele que queres substituir por esse."

In "Um Curso em Milagres"

Desfazer o medo - A memória presente

(...)

"Como surge instantaneamente a memória de Deus na mente que não tem nenhum medo que a mantenha afastada! Sua própria lembrança se foi. Não há nenhum passado para manter sua imagem amedrentadora impedindo o alegre despertar para a paz presente.

As trombetas da eternidade ressoam através da serenidade, entretanto, não a perturbam. E o que é lembrado agora não é o medo mas a Causa e o medo foi feito para não deixar que Ela fosse lembrada e para desfazê-La.

A serenidade fala em sons gentis do amor que o Filho de Deus recorda de um tempo anterior, antes que a sua própria lembrança se interpusesse entre o presente e o passado tornando-os inaudíveis."

in Um Curso em Milagres

Proclama a Palavra

"Rogo-te diante de Deus e de Jesus Cristo, que há-de vir para julgar os vivos e os mortos, pela sua manifestação e pelo seu Reino: proclama a Palavra, insiste no tempo oportuno e inoportuno, advertindo, reprovando e aconselhando com toda a paciência e doutrina. Pois vai chegar o tempo em que já não se suportará a doutrina; pelo contrário, desejosos de ouvir novidades, os homens rodear-se-ão de mestres a seu bel-prazer. Desviarão os ouvidos da verdade orientando-os para as fábulas. Quanto a ti, sê sóbrio em tudo, suporta o sofrimento, faz o trabalho de um anunciador do Envangelho, realiza plenamente o teu mistério."

Wednesday, June 08, 2011

...

"Of all forms of caution, caution in love is perhaps the most fatal to true happiness"

Tuesday, June 07, 2011

Jesus rejeita a hipocrisia social

Depois disto, Jesus saiu e viu um cobrador de impostos chamado Levi, que estava no lugar de cobrança. Jesus disse-lhe: «Segue-Me». Levi deixou tudo, levantou-se e seguiu Jesus. Depois, Levi preparou em casa um grande banquete para Jesus. Estava ali numerosa multidão de cobradores de impostos e outras pessoas sentadas à mesa com eles. Os fariseus e doutores da Lei murmuravam e diziam aos discípulos de Jesus: «Porque é que comeis e bebeis com os cobradores de impostos e com os pecadores?» Jesus respondeu: «As pessoas que têm saúde não precisam de médico, mas só as que estão doentes. Eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores ao arrependimento».

Saturday, June 04, 2011

8 - A recuperação da consciência da origem estelar

Meditação final:

Meus amigos, escrevam estas palavras no vosso coração: a recuperação da consciência estelar requer uma purga preliminar do acervo mental e emocional. Só depois dela feita poderão aperceber-se de quem são, de onde vêm e do que está ao vosso alcance. Portanto, antes de quererem conhecer a vossa origem estelar, tratem de drenar a vossa mente do inchaço causado pela proliferação de inúmeros conceitos pervertidos, conscientes e inconscientes.

Respirem fundo e removam, dos vossos corações, os ressentimentos relacionados com tudo o que pensam que a vida vos deve, assim como do que acham que devem à vida.

Respirem fundo e retirem do vosso altar interno o Grande Usurpador, que dá pelo nome de medo.

Respirem fundo e permitam que o Grande Sol Central ilumine as vossas células para que o medo possa desaparecer.

Respirem fundo e fiquem em paz.

Podem repetir esta meditação sempre que vos aprouver.



Pode divulgar esta mensagem por todos os meios ao seu alcance.
Muito obrigado.

7 - As diferentes forças galácticas na mudança da realidade terrena

Este planeta pertence a uma galáxia. Todos o sabem. Esta galáxia, porém, possui outros factores, que vocês desconhecem, que estão a interagir com a Terra, para que este salto consciencial possa ocorrer o mais rápido e tranquilamente possível. Mas olhemos para mais perto. Como podem perceber pela via astrológica (e outras, que vão surgir em breve), todos os planetas deste sistema solar possuem expressões vibracionais relacionadas com a Terra e a sua transformação. Vou dar-vos alguns exemplos: a energia que Vénus está a emitir é, naturalmente, muito mais intensa agora a fim de ampliar a consciência humana; a Lua está a cumprir um papel primoroso na limpeza dos vossos registos; Marte, sempre referenciado com um arquétipo agressivo, está a emitir a energia de transformação. Quase poderíamos dizer, a energia do Guerreiro Pacífico. Saturno, força a reorganização; Urano, a libertação, etc. Também os vossos ancestrais, que se manifestaram em grandes civilizações, decidiram deixar impresso no éter da galáxia o que vocês precisariam de saber quando chegasse o tempo de se desvanecerem todas as ilusões. Como foi dito, as estrelas – e especialmente o sol – também colaboram através da emissão emitindo de dados fundamentais, para que tudo decorra calma e eficientemente. Seja como for, se o processo se arrastar por muito tempo, persiste o risco de surgirem imensas rupturas. Não olhem só para o atacador desapertado do vosso sapato, que teima em ficar desapertado; saiam do redil quadrado e elevem-se. Elevando-se, através do método da unificação do eu, como foi sugerido, ganharão outra noção das coisas. E deixarão de reclamar tanto, porque, finalmente, começam a perceber como tudo se encaixa.

6 - A energia das estrelas no equilíbrio e na transformação da Terra

Antes do mais, gostaria de relembrar a ideia de que estão todos em rede, não só com a complexa estrutura vibracional da Terra como, também, com a energia universal. Algo igualmente muito complexo é a energia das estrelas. Será que estrelas distantes influenciam a vossa vida? Será que isto tem a ver com o alinhamento galáctico de 2012? Este alinhamento galáctico de 2012, porém, em nada está relacionado com tudo o que se escreveu e disse sobre o assunto. Em 2012, a Terra não vai entrar em nenhum turbilhão energético, capaz de tudo desmantelar. O que deve ser dito é que certas estrelas, mesmo as aparentemente mais distantes, estão a emitir vibrações para a Terra para que a metamorfose em curso possa decorrer sem grandes sobressaltos e rupturas. Esta informação codificada que vos chega das estrelas, apesar da velocidade da luz, começou a ser emitida há muitíssimo tempo, por decisão do Conselho Estelar. Também o sol há muito começou a emitir a informação necessária ao vosso processo de mudança e elevação pessoal, ajudando-vos a sair desta realidade ilusória. Não pensem que essa nova informação solar é só para os seres humanos. Não. Ela destina-se a todas as células vivas do planeta, atingindo com grande impacto as massas de água, que são grandes centros geradores de vida e da manifestação tridimensional. Por isso, quando alguém vos falar das propriedades curativas do Sol, acreditem…

5 - Como transcender as limitações do mundo físico/material

Os seres humanos encontram-se num tempo de transição. Muito do que conhecem do mundo actual vai desaparecer. Uma das vossas grandes dificuldades, neste momento, é a imperiosa necessidade de equilibrarem o eu interno com a expressão tridimensional. Ou seja, equilibrarem um mundo pressionado pela mudança, com a premência de um alinhamento interno, capaz de fazer a diferença. Dito de outra maneira, têm de arranjar forma de ultrapassar as limitações físicas e materiais, para poderem expressar o melhor de vocês mesmos. É sabido que nos planos superiores da 4D e na 5D, nenhuma dessas dificuldades existe, pois elas fazem parte da Grande Ilusão. Lembrem-se que, mesmo considerando as vicissitudes do relacionamento com a Sombra e as suas perversões, tudo sempre foi uma ilusão, já que nada pode ser a negação do que É. Um dia essa história será contada como a maior ilusão da Criação! Mas, embora sendo uma ilusão, vocês vivem-na como uma realidade. Logo, como podem transcendê-la? Já sabem: as ilusões, por terem sido criadas através do abaixamento vibracional, transcendem-se por via da elevação vibracional. É o célebre “fazer o caminho ao contrário”. Não é fugindo da feia realidade mundana, ignorando ou adiando a resolução dos problemas, que transcendem as ilusões. Transcendem-nas, elevando-se. Não há outro caminho. Todos os sábios, que passaram pela Terra, seja qual for a civilização em que tenham nascido, o disseram.

“Mas como nos podemos elevar”, perguntarão? Vocês já dispõem de uma série de meios e métodos, todos eles bastante úteis. Hoje, porém, vou propor-vos outro: a unificação do eu. Proponho esta forma de elevação vibracional neste momento crucial da história da Terra e da sua humanidade, porque pretender criar a divisão no seio unidade é a suprema ilusão gerada pela Sombra. Vocês viveram essa experiência porque aceitaram vivê-la, através da assimilação da ideia de que era possível separar o que é uno. Essa foi a maior de todas as armadilhas da Sombra. Agora, porém, podem evocar a energia da união, presente na essência da Terra. Congreguem essa energia através da meditação, convocando essa energia e ficando em silêncio, decretando que essa realidade se expresse em vocês. Insistindo nesta prática, a vossa visão da realidade tridimensional acabará por mudar. É algo muito simples, eu sei, mas nem sempre vocês estiveram em condições de congregar essa energia. Agora passaram a estar.

4 - O papel da Terra na resolução de conflitos cósmicos

Muitos dos conflitos gerados em civilizações extraterrestres têm vindo a ser resolvidos na Terra. A maioria dos seres envolvidos nessas situações complicadas, derivadas das lutas pelo poder e do mau uso do conhecimento, as quais acabaram quase sempre em destruição, foram convidados a virem para a Terra a fim de poderem ultrapassar essas limitações. E aceitaram o convite, por desejarem transcender a sua ignorância. Esta foi a única forma encontrada para que esses conflitos não se espalhassem pelas dimensões onde tinham surgido. O que é importante reter é que muitas das querelas, que alguns continuam incapazes de resolver, radicam nas suas origens estelares. Uma vez trazidos para a Terra, têm vindo a perpetuar-se geração após geração, muitas vezes envolvendo o mesmo grupo de almas. Mas, como o período de aprendizagem acabou, é tempo de resolução definitiva e de reunificação. E o que dizer dos seres extraterrestres que se têm deslocado ao planeta para interferirem negativamente? Nós nunca negámos essas interferências. O que dizemos é que, presentemente, essas visitas deixaram de ser toleradas. Tais visitantes estão ser notificados do final dos pactos com a Sombra. Conforme a sua reacção ao sucedido, assim definem o seu destino. Já não há Sombra fora deste planeta, é certo, mas continua a haver formas de vida completamente diferentes da que prevalece na Terra, cuja expressão pode ser considerada ameaçadora para vocês. Quanto a esses, que são apenas diferentes modelos de vida, limitam-se a ser mantidos à distância.

3 - Os pactos e as reviravoltas evolutivas ao longo do tempo.

Foram vários os projectos para este planeta, ao longo do vosso tempo linear, mas todos eles se basearam na seguinte sentença: “Aprender a dominar a matéria densa, na qualidade de mestres do Amor, da Luz e da Sabedoria.”

Primeiro projecto

O projecto inicial decorreu durante o período da investigação da matéria num quadro de ausência de dualidade e divisão. Foi o tempo do “Éden”, esse referencial que, independentemente do nome que recebe, está registado em todas as almas humanas como um tempo de experiência da unidade, da união, da elevação e da beleza. É o chamado “Paraíso”. Neste tempo, determinados planetas do sistema solar funcionavam como “escolas” de apoio, desenvolvendo qualidades específicas em relação à Terra. Vénus, por exemplo, sempre foi a guardiã do Amor e da Beleza, tão cantados pelos vossos poetas. Este foi o tempo de todas as experiências, em que um Conselho Estelar, composto por um alargado número de seres de alta estirpe vibracional, mantinha alianças com outros quadrantes do universo, com o objectivo de enriquecer a experiência. Muitos seres de outros contextos vibracionais vinham aprender a ciência que aqui se desenvolvia. Poder-se-ia dizer que investigava no sentido de ultrapassar as dificuldades de criar vida nos níveis vibracionais mais densos, espelhando a Luz, o Amor, a Harmonia e a Beleza. Grande parte dos padrões de geometria sagrada que a humanidade vai absorvendo através dos grandes Elohins, são conhecimentos que muitos de vocês desenvolveram aqui na Terra, neste tempo.

Segundo projecto.

O segundo projecto diz respeito à chegada da Sombra, que acabou por transformar a unidade, então experimentada, em dualidade. Estou a falar da introdução de uma dificuldade acrescida, já vivida noutras realidades dimensionais deste e de outros universos, regra geral com resultados catastróficos. Três perguntas óbvias são as seguintes: “Como é que a Fonte, sendo Amor e Luz pura, pode concordar com uma experiência tão estranha e dolorosa? Que tipo de aliança foi estabelecida, para que esta realidade viesse a ser experimentada neste planeta? Como foi possível?” Foi possível porque vocês aceitaram fazer a experiência, depois de se terem deixado aliciar pelo desafio que a Sombra vos lançou. Contra isso, a Grande Fonte pouco ou nada podia fazer, já que não podia contrariar o vosso poder de escolha. E digo “vocês”, porque, num nível superior, todos foram ouvidos. Uma nova aliança ao nível do conhecimento e da experiencia foi feita nesse tempo, requerendo voluntários. Por isso, participou quem decidiu participar. A partir daí, ninguém podia entrar no contexto vibracional da Terra sem antes ter admitido as regras e os códigos do Projecto Sombra! Foi duro. Mas, ao longo deste tempo, todos esses voluntários adquiriram uma experiência tremenda. Portanto, este segundo projecto baseou-se numa aliança com a Sombra no qual participaram somente aqueles que se mostraram interessados em aprender pela negação de Quem eram. Enquanto isso, outros universos, e para que o equilíbrio pudesse ser mantido, optaram por fazer a experiência pela afirmação de Quem eram. Geraram, assim, a energia necessária para sustentar tudo o que se iria passar na Terra. Logo, não é só neste planeta que tudo está relacionado com tudo; a mais ínfima célula do planeta participa na magnífica epopeia da Criação. Não foi só na Terra que se estabeleceram pactos com a Sombra e foi aceite o desafio desse projecto; outros planetas de outras estrelas também o fizeram. Regra geral, o resultado foi o confronto generalizado e a destruição total. O lado sombrio, ao criar um impasse, interferia com as condições de vida todos os seres deste universo. Por ser um vírus que tudo contaminava e desagregava, acabou por gerar inúmeras revoltas e levantamentos. Quem se defrontava com a Sombra defrontava-se, afinal, com o seu lado negro - a negação de si mesmos - o que levava, invariavelmente, à destruição. Tudo isto encerra um precioso ensinamento: o resultado do confronto contra vocês mesmos é sempre a anulação ou a destruição da vida, pois só vocês próprios se podem auto-derrubar.

Terceiro projecto

Em face deste cenário foram lançadas as bases de um novo projecto para a Terra. Pretendia-se que este novo projecto, por continuar a estar baseado no Amor, na Beleza e na Luz, que permearia partidários da Sombra e da Luz e favorecesse o florescimento de uma civilização ímpar, capaz de sustentar qualquer forma de vida, por mais sombria que fosse. Esta proposta, feita ao ser então chamado Gaia (mais tarde Anura), foi aceite. Mas essa entidade pediu que aos seus filhos fosse dado um poder específico e único de escolha – que mais ninguém possuiria -, um poder de escolha que fosse mais além de só poderem escolher em alinhamento perfeito com a sua alma, tal como tinha vindo acontecer até ao aparecimento da Sombra. Que eles pudessem escolher entre a via do bem e a via do mal, de acordo com o seu grau de consciência, não sendo possível serem submetidos obrigatoriamente fosse por quem fosse. Este pedido foi aceite e o projecto foi posto em prática. Assim nasceu o que, muito mais tarde, haveria de levar alguns a classificar a Terra como o “único planeta do livre arbítrio”. Convém esclarecer, porém, que a Terra não é o único planeta do livre arbítrio, já que em todos os planetas existe esse privilégio; a Terra é o único planeta onde o livre arbítrio é vivido de forma ímpar. Por conseguinte, com o aval da Grande Fonte, foi firmada uma aliança entre este universo e a Sombra, que outros universos apoiariam. Essas civilizações florescentes que se disponibilizaram para sustentar vibracionalmente esta experiência, contribuindo para o equilíbrio global, passaram a ter assento no Conselho Estelar. E foi decidido que o resultado final desta experiência em dualidade seria determinante para as aspirações expansionistas e colonialistas da Sombra. Dada a relevância da tarefa que tinham pela frente, duraria o tempo que os participantes quisessem.

Quarto projecto

Poderá parecer que esta experiência, que chegou até à actualidade, ainda está em curso. Mas tal não é verdade, pois, há algum tempo atrás, o Projecto Sombra foi desactivado ao mais alto nível. Ou seja, o jogo acabou. A Grande Mónada que projectou a Sombra foi absorvida pela Grande Fonte. A sua característica de ser o oposto de tudo o que existia ao nível da Criação, foi substituída por outro código, pleno de Compaixão e Sabedoria. Com esta decisão, a Grande Fonte deu início à purificação do que estava na origem da mais pura maldade e perversão. Esta purificação, que tem vindo a ocorrer, de forma progressiva, nas dimensões da teia vibracional da Terra, chega agora à terceira dimensão, físico/material, em que a esmagadora maioria da humanidade se manifesta. Estes são, portanto, os primeiros passos do quarto projecto para a Terra, visando criar os alicerces de uma nova realidade. A realidade decadente em que vocês estão atolados, fruto da negação do que é sagrado, está ajudar a gerar um novo “universo” cujo lema será “Maior que a Luz…”. E todos vocês, de alguma maneira, estão envolvidos nele.

2 - A história da Terra do ponto de vista estelar

O planeta Terra é regido por dois grandes organismos: o Conselho Estelar e o Conselho da Terra. Embora ambos trabalhem em estreita cooperação, nem sempre reúnem em conjunto. Não obstante, as decisões de um nunca vão contra as decisões do outro. E não há oposições individuais.

O Conselho Estelar é constituído por várias entidades de alto gabarito, com missões específicas ao nível da Criação deste universo. Estão incluídos neste Conselho os Departamentos de Sananda e de Miguel (e de outros de que falaremos mais tarde), aos quais estão atribuídos grandes responsabilidades directivas. No entanto, não estão nem acima nem abaixo de quaisquer outros. Eles são, simplesmente. Quanto a mim, direi que sou uma pequena alma de um desses Departamentos. Não revelarei qual deles é, pois vocês são muitos excitáveis a estas questões! Os membros do Conselho Estelar não impõem nada a ninguém. Mas por serem mónadas superiores, podem decidir o destino de muitas outras almas. A característica principal destas altas entidades é a sua cooperação com outras mónadas, habilitadas a projectar muitas e muitas almas para Terra, dando orientações quanto à forma como esse processo deve decorrer.

O Conselho da Terra é constituído por um grupo de Guias (grandes almas que, depois de um ciclo de encarnações na Terra, cumprem um serviço de resgate à Terra, em ligação directa com a sua mónada), por um grupo de Xamãs/sacerdotes da Terra (cuja função é consultiva, não deliberativa), por representantes dos Reinos Coadjuvantes, pela Grande Fada do Amor - a Grande Venusiana - e por outros seres de nunca ouviram falar. A sua energia conjunta faz parte do Conselho Consultivo, que é um sector do Conselho da Terra que trata dos assuntos relacionados especificamente com os seres humanos. Por exemplo: quem se entrega ao trabalho de encaminhamento daqueles seres que, tendo abandonado o corpo físico continuam envoltos na energia da encarnação, sintoniza com a frequência vibracional deste Conselho, mesmo que não tenha consciência disso.

O que é que isto tem a ver com a história da Terra, vista de um ponto de vista estelar? Acontece que estes dois Conselhos, em união e cooperação, têm decidido muito do que se tem passado. Aqueles que se sentem mais desapontados com a forma como as coisas têm vindo a acontecer ao longo das eras, devem reprimir a vontade de os maltratar, porque tudo o que se passou, devido à sua extrema importância, sempre foi seguido passo a passo, dando a máxima atenção a cada pormenor. A história da Terra resume-se, pois, a um complexo conjunto de aprendizagens sobre a maneira como o Espírito pode expressar a mestria superior nas suas próprias dimensões mais densas. Se isto fosse uma parábola, eu diria:

“O Grande Mestre, decidindo auto-conhecer-se, disse aos seus discípulos: Vou emitir uma parte da minha própria essência para o planeta X, a qual se terá esquecido de quem sou e do que já aprendi. Assim farei, pois quero saber até que ponto perco as minhas características e como serei ao expressar-me através de uma manifestação física altamente densa.

Um discípulo disse-lhe: Não podes fazer isso, Mestre. Tu és Luz! Tu és o Amor e a Sabedoria. Como podes fazer isso a ti mesmo?

O Grande Mestre respondeu: Como posso eu ser Luz, Amor e Sabedoria se não sei expressá-las em todas as situações, mesmo as mais adversas? Eu tenho de aprender a fazer isso, para ser realmente o Grande Mestre que sou.

O Grande Mestre desceu ao planeta X, esqueceu-se de si e passou por uma aprendizagem de milhões de anos até que, finalmente, conseguiu ultrapassar os rigores da extrema densidade vibracional. “

Do ponto de vista estelar, está é a história da Terra: almas superiores a aprenderem a ser mestres, mesmo ao nível do que se considerava impossível; almas superiores, que se voluntariaram para fazer uma aprendizagem alquímica da matéria: um processo jamais experimentado em nenhum outro lugar do cosmos. Já sabiam disto, não é verdade?

Então, e o sofrimento? As memórias dolorosas? As vicissitudes do corpo emocional?

Meus queridos, no vosso nível superior, isso não passa de insignificâncias. É só quando estão metidos num corpo biológico, limitados pelo plano físico/mental/emocional, que essas questões ganham relevância! Mas esses breves períodos de tempo vividos na Terra são nada, quando comparados com o resto da vossa existência na chamada “eternidade”.

A relação da Terra com as diferentes realidades estelares - Intodução

Textos apresentados e discutidos na palestra realizada no Porto (17 de Abril de 2011) e em Lisboa (2 de Maio 2011) por Esmeralda Rios e Vitorino de Sousa.

www.velatropa.com

Introdução

O Conselho Estelar, cuja função é acompanhar a evolução deste planeta e de tudo o que a ele está ligado, convocou-me para vos contar a minha história. Uns acharão que se trata de ficção científica barata, outros acharão que a narrativa é bastante esclarecedora, outros saberão que “tinham razão”. Mas, para que se entenda bem o que pretendo dizer, é preciso começar por dizer algo sobre os universos, sobre a mónada e sobre as almas.

Sobre os universos direi que há vários, embora nem todos estejam suficientemente densificados para terem expressão física. Estão sempre num movimento de expansão/contracção, como se fosse um grande bailado cósmico.

Sobre as mónadas direi que elas podem sustentar entre alguns milhares de almas ou apenas umas dezenas, conforme as funções que a Fonte lhes atribuiu. A ligação entre alma e mónada é constante e ocorre ao nível da sexta dimensão da Terra.

Sobre as almas direi que elas podem ter expressão em várias realidades existenciais e em diferentes patamares vibracionais. Ou seja, uma alma tem uma enorme capacidade para se expandir e exprimir-se em diferentes realidades. Não pensem que a alma se limita a ser aquela energia que costuma aparecer para falar com os guias, nas sessões espíritas.

Quanto a mim, direi que a minha mónada foi emitida pela Fonte há muito tempo atrás, visando uma grande viagem de descoberta e aprendizagem ao longo do universo. Enquanto alma de intenção pura e vibração cristalina, mantive-me durante muito tempo emerso no contexto vibracional de Vénus, pois precisava de aprender sobre a energia do Amor, tal como ela é desenvolvida naquela estação. Bom, vocês interrogam-se como é que eu posso ter estado em Vénus, se esse planeta não é habitado. Meus queridos amigos, eis o vosso primeiro ensinamento de hoje: como as almas, por si sós, não têm expressão material, não precisam da realidade física dos planetas para se manifestarem. Os registos da humanidade guardam muitos conhecimentos do contacto com antigos povos e civilizações – nem todos totalmente verdadeiros -, mas é em Vénus que se pode fazer a aprendizagem do Amor que, depois, será expressado na Terra. Quando fiquei preparado, e isso foi há muito pouco tempo, entrei na quinta dimensão e fiquei regido pela energia de um povo que sustenta na Terra a vibração do Amor, há muito, muito tempo: as fadas venusianas!

(Este é o ponto que alguns considerarão como ficção científica barata ou até como charlatanice. Não é técnico, não é científico, nem é racional. Não tem qualquer menção a naves extraterrestres nem nenhuma referencia a estações orbitais. Mas é verdadeiro. Cada um, no momento certo, ficará a saber que assim é.)

Uma vez entregue às Fadas do Amor – essas grandes sacerdotisas, detentoras da chama sagrada da Deusa e senhoras de todo o poder criativo no planeta – tenho permanecido num lugar seguro e muito confortável, como um grande útero, à espera que os meus pais estejam prontos e facilitem a minha encarnação. Apesar de as inquietações da dimensão física da Terra não me tocarem, continuo a ser preparado para que, quando encarnar, não volte a verificar-se um grande choque vibracional que me force a voltar para trás, mais uma vez. Das três vezes em que o processo teve de ser interrompido, tive de voltar para Vénus, a fim de continuar a ganhar a sabedoria necessária para encarnar.

Como eu, muitos outros estão aqui em Vénus, nesta situação, aguardando. Este é um lugar puro e intocado, onde se concentram todas as almas que vão encarnar, já sob a forma de energia de criança. Ninguém consegue aceder a este lugar sem a autorização de muitas entidades. Digamos que, para entrar no lugar mais sagrado para a Terra, há que passar por muitos guardiães. Eu faço parte da nova geração de crianças que, em breve, chegará ao planeta. Alguns já nasceram, é certo. Mas, dada a enorme dificuldade com que se debateram, gostaria de vos pedir o seguinte: que as intenções puras dos vossos corações congreguem a energia necessária para que se faça a mudança mental e emocional da negatividade e da ignorância plasmada na Terra, para que ninguém nos veja nem como uma ameaça nem como heróis salvadores. Não somos nem uma coisa nem outra, somos Amor puro em manifestação… Muito obrigada."