Saturday, June 04, 2011

3 - Os pactos e as reviravoltas evolutivas ao longo do tempo.

Foram vários os projectos para este planeta, ao longo do vosso tempo linear, mas todos eles se basearam na seguinte sentença: “Aprender a dominar a matéria densa, na qualidade de mestres do Amor, da Luz e da Sabedoria.”

Primeiro projecto

O projecto inicial decorreu durante o período da investigação da matéria num quadro de ausência de dualidade e divisão. Foi o tempo do “Éden”, esse referencial que, independentemente do nome que recebe, está registado em todas as almas humanas como um tempo de experiência da unidade, da união, da elevação e da beleza. É o chamado “Paraíso”. Neste tempo, determinados planetas do sistema solar funcionavam como “escolas” de apoio, desenvolvendo qualidades específicas em relação à Terra. Vénus, por exemplo, sempre foi a guardiã do Amor e da Beleza, tão cantados pelos vossos poetas. Este foi o tempo de todas as experiências, em que um Conselho Estelar, composto por um alargado número de seres de alta estirpe vibracional, mantinha alianças com outros quadrantes do universo, com o objectivo de enriquecer a experiência. Muitos seres de outros contextos vibracionais vinham aprender a ciência que aqui se desenvolvia. Poder-se-ia dizer que investigava no sentido de ultrapassar as dificuldades de criar vida nos níveis vibracionais mais densos, espelhando a Luz, o Amor, a Harmonia e a Beleza. Grande parte dos padrões de geometria sagrada que a humanidade vai absorvendo através dos grandes Elohins, são conhecimentos que muitos de vocês desenvolveram aqui na Terra, neste tempo.

Segundo projecto.

O segundo projecto diz respeito à chegada da Sombra, que acabou por transformar a unidade, então experimentada, em dualidade. Estou a falar da introdução de uma dificuldade acrescida, já vivida noutras realidades dimensionais deste e de outros universos, regra geral com resultados catastróficos. Três perguntas óbvias são as seguintes: “Como é que a Fonte, sendo Amor e Luz pura, pode concordar com uma experiência tão estranha e dolorosa? Que tipo de aliança foi estabelecida, para que esta realidade viesse a ser experimentada neste planeta? Como foi possível?” Foi possível porque vocês aceitaram fazer a experiência, depois de se terem deixado aliciar pelo desafio que a Sombra vos lançou. Contra isso, a Grande Fonte pouco ou nada podia fazer, já que não podia contrariar o vosso poder de escolha. E digo “vocês”, porque, num nível superior, todos foram ouvidos. Uma nova aliança ao nível do conhecimento e da experiencia foi feita nesse tempo, requerendo voluntários. Por isso, participou quem decidiu participar. A partir daí, ninguém podia entrar no contexto vibracional da Terra sem antes ter admitido as regras e os códigos do Projecto Sombra! Foi duro. Mas, ao longo deste tempo, todos esses voluntários adquiriram uma experiência tremenda. Portanto, este segundo projecto baseou-se numa aliança com a Sombra no qual participaram somente aqueles que se mostraram interessados em aprender pela negação de Quem eram. Enquanto isso, outros universos, e para que o equilíbrio pudesse ser mantido, optaram por fazer a experiência pela afirmação de Quem eram. Geraram, assim, a energia necessária para sustentar tudo o que se iria passar na Terra. Logo, não é só neste planeta que tudo está relacionado com tudo; a mais ínfima célula do planeta participa na magnífica epopeia da Criação. Não foi só na Terra que se estabeleceram pactos com a Sombra e foi aceite o desafio desse projecto; outros planetas de outras estrelas também o fizeram. Regra geral, o resultado foi o confronto generalizado e a destruição total. O lado sombrio, ao criar um impasse, interferia com as condições de vida todos os seres deste universo. Por ser um vírus que tudo contaminava e desagregava, acabou por gerar inúmeras revoltas e levantamentos. Quem se defrontava com a Sombra defrontava-se, afinal, com o seu lado negro - a negação de si mesmos - o que levava, invariavelmente, à destruição. Tudo isto encerra um precioso ensinamento: o resultado do confronto contra vocês mesmos é sempre a anulação ou a destruição da vida, pois só vocês próprios se podem auto-derrubar.

Terceiro projecto

Em face deste cenário foram lançadas as bases de um novo projecto para a Terra. Pretendia-se que este novo projecto, por continuar a estar baseado no Amor, na Beleza e na Luz, que permearia partidários da Sombra e da Luz e favorecesse o florescimento de uma civilização ímpar, capaz de sustentar qualquer forma de vida, por mais sombria que fosse. Esta proposta, feita ao ser então chamado Gaia (mais tarde Anura), foi aceite. Mas essa entidade pediu que aos seus filhos fosse dado um poder específico e único de escolha – que mais ninguém possuiria -, um poder de escolha que fosse mais além de só poderem escolher em alinhamento perfeito com a sua alma, tal como tinha vindo acontecer até ao aparecimento da Sombra. Que eles pudessem escolher entre a via do bem e a via do mal, de acordo com o seu grau de consciência, não sendo possível serem submetidos obrigatoriamente fosse por quem fosse. Este pedido foi aceite e o projecto foi posto em prática. Assim nasceu o que, muito mais tarde, haveria de levar alguns a classificar a Terra como o “único planeta do livre arbítrio”. Convém esclarecer, porém, que a Terra não é o único planeta do livre arbítrio, já que em todos os planetas existe esse privilégio; a Terra é o único planeta onde o livre arbítrio é vivido de forma ímpar. Por conseguinte, com o aval da Grande Fonte, foi firmada uma aliança entre este universo e a Sombra, que outros universos apoiariam. Essas civilizações florescentes que se disponibilizaram para sustentar vibracionalmente esta experiência, contribuindo para o equilíbrio global, passaram a ter assento no Conselho Estelar. E foi decidido que o resultado final desta experiência em dualidade seria determinante para as aspirações expansionistas e colonialistas da Sombra. Dada a relevância da tarefa que tinham pela frente, duraria o tempo que os participantes quisessem.

Quarto projecto

Poderá parecer que esta experiência, que chegou até à actualidade, ainda está em curso. Mas tal não é verdade, pois, há algum tempo atrás, o Projecto Sombra foi desactivado ao mais alto nível. Ou seja, o jogo acabou. A Grande Mónada que projectou a Sombra foi absorvida pela Grande Fonte. A sua característica de ser o oposto de tudo o que existia ao nível da Criação, foi substituída por outro código, pleno de Compaixão e Sabedoria. Com esta decisão, a Grande Fonte deu início à purificação do que estava na origem da mais pura maldade e perversão. Esta purificação, que tem vindo a ocorrer, de forma progressiva, nas dimensões da teia vibracional da Terra, chega agora à terceira dimensão, físico/material, em que a esmagadora maioria da humanidade se manifesta. Estes são, portanto, os primeiros passos do quarto projecto para a Terra, visando criar os alicerces de uma nova realidade. A realidade decadente em que vocês estão atolados, fruto da negação do que é sagrado, está ajudar a gerar um novo “universo” cujo lema será “Maior que a Luz…”. E todos vocês, de alguma maneira, estão envolvidos nele.

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